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Recusa em devolver Pix duplicado termina em condenação de R$ 50 mil e danos morais

Por Guilherme Silva
24/jan/2026
Em Geral
Recusa em devolver Pix duplicado termina em condenação de R$ 50 mil e danos morais

Recusa em devolver transferência duplicada gera indenização por dano moral além do ressarcimento

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Uma decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso alerta que reter transferência duplicada gera dever de indenizar além da devolução. Quem recebe valores por engano e se recusa a estornar pode pagar multas pesadas por danos morais e enriquecimento sem causa.

Por que a recusa em devolver o dinheiro gerou condenação?

O caso envolveu um erro operacional que resultou no envio duplicado de R$ 50 mil durante o pagamento de um empréstimo. O recebedor notou a falha, mas decidiu reter o valor alegando que usaria o saldo para abater uma outra dívida antiga.

O Tribunal rejeitou essa justificativa de “compensação automática” por falta de previsão em contrato. A atitude foi considerada má-fé e configurou apropriação indevida pela Segunda Câmara de Direito Privado.

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Créditos: depositphotos.com / AllaSerebrina
Mulher escrevendo e lendo com uma estátua da Justiça – Créditos: depositphotos.com / AllaSerebrina

Reter valor indevido causa dano moral além da devolução?

Sim. A Justiça entendeu que a resistência injustificada em devolver o dinheiro obrigou o autor a percorrer uma via sacra judicial desnecessária. Esse desgaste ultrapassou o mero aborrecimento e resultou em uma indenização extra de R$ 10 mil.

A relatora do processo destacou o caráter pedagógico da punição para desestimular comportamentos oportunistas. O recebedor teve que devolver os R$ 50 mil originais somados a essa penalidade financeira.

Como é calculado o valor final a ser ressarcido?

A sentença estabeleceu critérios rígidos para garantir que o dinheiro devolvido tenha o mesmo poder de compra da data do erro. A tabela a seguir detalha os índices aplicados pelo tribunal para corrigir a dívida.

Tipo de valor Correção aplicada Início da contagem
Valor Principal (R$ 50 mil) IPCA + Taxa Selic Desde a data do erro
Danos Morais (R$ 10 mil) IPCA + Taxa Selic A partir da citação

Essa regra vale para Pix enviado errado por acidente?

Embora o caso tenha envolvido transferência bancária tradicional, o princípio jurídico se aplica integralmente ao Pix. A lei de enriquecimento sem causa não faz distinção sobre o meio tecnológico usado para o envio do dinheiro.

O Banco Central já oferece o Mecanismo Especial de Devolução (MED) para facilitar estornos em casos de fraude ou falha. Porém, se o recebedor sacar o dinheiro e negar a devolução, a via judicial segue o mesmo rigor deste julgamento.

Veja as provas que foram fundamentais para garantir a vitória do autor na Justiça e que você deve reunir:

  • Ata Notarial: registrou conversas onde o recebedor admitia o erro mas negava a devolução.
  • Extratos Bancários: comprovaram a saída dupla do mesmo valor em datas próximas.
  • Contrato Original: demonstrou que não havia cláusula permitindo compensação de dívidas.
Créditos: depositphotos.com / BrendaRochaBlossom
PIX sendo utilizado no celular – Créditos: depositphotos.com / BrendaRochaBlossom

O que fazer para evitar prejuízos em casos semelhantes?

A decisão reforça que a boa-fé objetiva é o pilar das transações financeiras e exige proatividade de ambas as partes. Agir rápido documentando o erro é a melhor defesa para quem enviou e a única saída para quem recebeu indevidamente.

Confira os passos essenciais para se proteger juridicamente nessas situações:

  • Registre o erro junto ao seu banco imediatamente e peça o bloqueio cautelar se for Pix.
  • Guarde todos os comprovantes de transferência e prints das tentativas de contato amigável.
  • Busque orientação jurídica se a devolução não ocorrer espontaneamente para evitar prescrição.
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