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Brasileiros com conta corrente aberta no Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal PRECISAM ler esse aviso hoje 19/01

Por Yudi Soares
19/jan/2026
Em Geral
Brasileiros com conta corrente aberta no Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal PRECISAM ler esse aviso hoje 19/01

Entrada do Banco do Brasil - Créditos: depositphotos.com / rafapress

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Nos últimos anos, o chamado golpe da falsa central ganhou espaço no Brasil e se tornou uma das principais preocupações de quem utiliza serviços bancários. Esse tipo de fraude explora a confiança em instituições conhecidas, como Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, usando brechas do dia a dia, como aplicativos, ligações e redes sociais. Em 2026, a tendência é que os criminosos usem técnicas ainda mais sofisticadas de engenharia social, misturando informações verdadeiras com dados roubados para dar aparência de legitimidade ao contato.

Brasileiros com conta corrente aberta no Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal PRECISAM ler esse aviso hoje 19/01
Caixa – Créditos: depositphotos.com / joasouza

Como funciona o golpe da falsa central de atendimento?

O golpe da falsa central de atendimento é uma prática criminosa em que golpistas se passam por funcionários de bancos, operadoras de cartão ou instituições financeiras para obter dados sigilosos. O contato pode ocorrer por telefone, WhatsApp, SMS, e-mail ou por links falsos que simulam canais oficiais.

O diferencial desse golpe está no alto nível de detalhamento das informações usadas pelos criminosos. Muitas vezes, eles já possuem dados como nome completo, CPF, banco da vítima e até parte do histórico de compras, obtidos em vazamentos ou golpes anteriores, o que aumenta a sensação de credibilidade.

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Como o golpe da falsa central utiliza Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal?

Entre as formas mais comuns do golpe da falsa central, estão os casos em que o nome de bancos tradicionais é usado para dar aparência de seriedade à fraude. Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal são alvos frequentes por atenderem milhões de correntistas e beneficiários em todo o país.

O esquema costuma começar com um SMS ou mensagem em aplicativo informando um suposto “bloqueio de segurança” no cartão ou na conta. A vítima é orientada a ligar para uma central falsa ou clicar em um link, passando a falar com um atendente que se apresenta como funcionário do banco e pode até usar números mascarados semelhantes aos oficiais.

Como reconhecer o golpe da falsa central na prática?

Em 2026, reconhecer o golpe da falsa central telefônica exige atenção a sinais claros de fraude. Bancos legítimos não pedem senhas completas, códigos de autenticação por telefone, nem solicitam instalação de aplicativos desconhecidos ou acesso remoto ao dispositivo do cliente.

Alguns comportamentos e pedidos específicos ajudam a identificar o golpe e devem acender o alerta imediatamente, pois fogem totalmente das práticas adotadas por instituições sérias:

  • Pedidos de senha completa, token ou código SMS informado por telefone ou chat.
  • Orientação para instalar aplicativos de acesso remoto ao celular ou computador.
  • Ligações que pedem para manter a linha ocupada, sem desligar, para “transferência” entre setores.
  • Mensagens com erros de português ou formatação estranha, mesmo com logotipos de Banco do Brasil ou Caixa.
  • Insistência para que tudo seja feito “na hora”, sem tempo para checagens adicionais.

Como se proteger do golpe da falsa central em 2026?

A prevenção contra o golpe da falsa central de bancos depende de hábitos digitais seguros e de uma desconfiança saudável em situações de urgência. É essencial confirmar informações em fontes oficiais, evitar clicar em links desconhecidos e nunca compartilhar senhas ou códigos de autenticação em ligações ou conversas por aplicativos.

Especialistas em segurança recomendam também reforçar a proteção do celular e dos aplicativos bancários, habilitando notificações de transações e usando múltiplos fatores de autenticação. Assim, qualquer movimentação estranha pode ser percebida com mais rapidez e contestada junto ao banco.

  1. Desconfiar de contatos inesperados: se alguém ligar dizendo ser do banco, encerrar a ligação e retornar pelos canais oficiais.
  2. Verificar o número e o canal: conferir se o telefone bate com o divulgado no site do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal.
  3. Proteger o celular: manter senha de bloqueio, biometria e aplicativos atualizados, reduzindo brechas de segurança.
  4. Não compartilhar códigos SMS ou de autenticação: esses códigos são pessoais e não são solicitados por atendentes.
  5. Habilitar notificações oficiais do banco: alertas de transações ajudam a perceber movimentações estranhas rapidamente.

O que fazer se a pessoa cair no golpe da falsa central?

Quando alguém percebe que forneceu dados a criminosos em um golpe da falsa central, é fundamental agir com rapidez. O primeiro passo é entrar em contato diretamente com o banco, pelos canais oficiais, para tentar bloquear o acesso ao aplicativo, cartões e contas, reduzindo as perdas.

Em seguida, é importante registrar um boletim de ocorrência, reunindo o máximo de provas possível, como números de telefone usados, valores envolvidos, prints de mensagens e comprovantes. Além de possibilitar a contestação de transações, esse registro ajuda nas investigações contra quadrilhas especializadas nesse tipo de crime financeiro.

Como o golpe da falsa central está mudando no Brasil em 2026?

Para o Brasil em 2026, a tendência é que o golpe da falsa central continue em evolução, com criminosos adaptando discurso e estratégias às novas tecnologias e ao comportamento dos usuários. A combinação de engenharia social com dados vazados tende a tornar as abordagens ainda mais convincentes.

Quanto mais pessoas conhecerem o funcionamento dessa fraude, menores são as chances de que novas vítimas sejam enganadas por contatos que usam o nome de instituições respeitadas, como Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. A informação permanece como uma das ferramentas mais eficazes de defesa contra esses golpes.

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