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Anvisa determina recolhimento de medicamentos populares e de alto custo em todo o país por erro de embalagem e suspeita de falsificação

Por Yudi Soares
16/jan/2026
Em Geral
Anvisa determina recolhimento de medicamentos populares e de alto custo em todo o país por erro de embalagem e suspeita de falsificação

Anvisa

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A atuação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) voltou ao centro das atenções após uma série de medidas envolvendo recolhimento, apreensão e suspensão de medicamentos no Brasil, registradas em dezembro de 2022 e ainda usadas como referência em 2025, destacando problemas de rotulagem, suspeita de falsificação, falhas na cadeia de distribuição e reforçando a importância da conferência de lotes, embalagens e origem dos produtos pelos pacientes e profissionais de saúde.

Anvisa determina recolhimento de medicamentos populares e de alto custo em todo o país por erro de embalagem e suspeita de falsificação
Anvisa – Créditos: depositphotos.com / BrendaRochaBlossom

O que está em jogo nos alertas da Anvisa sobre medicamentos?

Os alertas da Anvisa visam impedir que medicamentos com possíveis falhas cheguem ou permaneçam em farmácias, hospitais e clínicas. No caso do Pantoprazol Sódico Sesqui-Hidratado 40 mg, lote OA3169, foi detectada troca de embalagem com Hidroclorotiazida 25 mg, o que levou a recolhimento voluntário e suspensão de venda, distribuição e uso.

Esse tipo de erro vai além de um problema visual, pois um paciente que espera um medicamento gástrico pode ingerir um diurético indicado para outras condições. Em tratamentos prolongados, isso pode causar queda de pressão, desequilíbrio eletrolítico e falha terapêutica, justificando a postura rígida da agência reguladora e a necessidade de checagem cuidadosa por parte do usuário.

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Como a Anvisa identifica e age diante de medicamentos falsificados?

A falsificação de medicamentos é um ponto crítico, especialmente em terapias de alto custo e uso em doenças graves. A Anvisa determinou a apreensão de lotes de Mounjaro, Imbruvica e Voranigo após comunicação das fabricantes sobre a origem duvidosa desses produtos e ausência de registro de produção.

No caso do Mounjaro, usado no tratamento de diabetes tipo 2, o lote D838878 foi considerado irregular. Para o Imbruvica, indicado para neoplasias hematológicas, os lotes NIS7G01, NJS7J00 e PJS0B00 não tinham comprovação de fabricação pela detentora do registro, enquanto o Voranigo, voltado a tumores cerebrais, teve o lote FM13L62 contestado pela empresa responsável.

  • Mounjaro – tratamento de diabetes tipo 2, lote D838878;
  • Imbruvica – indicado para cânceres do sangue, lotes NIS7G01, NJS7J00 e PJS0B00;
  • Voranigo – usado em tumores cerebrais, lote FM13L62.

Em todos esses casos, a Anvisa determinou apreensão, proibição de comercialização, distribuição e uso, classificando-os como “falsificados”. Isso indica que não seguem o processo industrial autorizado, podendo ter dosagens erradas, substâncias inadequadas ou até ausência do princípio ativo, o que compromete completamente a eficácia e a segurança do tratamento.

Como identificar problemas em medicamentos e agir com segurança?

Diante de episódios de recolhimento, suspeita de falsificação e erros de rotulagem, a verificação da procedência dos medicamentos torna-se essencial. A Anvisa recomenda que pacientes, profissionais de saúde e estabelecimentos confiram integridade da embalagem, número do lote, validade, nome correto do fabricante e local de compra, preferindo sempre canais oficiais e autorizados.

Para facilitar a avaliação prática do produto, algumas medidas simples podem ser adotadas de forma rotineira, ajudando a identificar rapidamente possíveis irregularidades e a acionar os órgãos competentes sempre que houver dúvida.

  1. Conferir a embalagem: observar se há rasuras, etiquetas sobrepostas, mudanças de cor ou informações apagadas.
  2. Checar o lote e a validade: comparar o número do lote impresso na caixa com o do blister ou frasco.
  3. Verificar o fabricante: confirmar se o nome da empresa coincide com o registrado na bula e no site oficial.
  4. Guardar notas fiscais: manter comprovantes de compra facilita eventual rastreio ou troca.
  5. Relatar suspeitas: comunicar imediatamente à Anvisa ou à vigilância sanitária local qualquer desconfiança de falsificação ou erro de embalagem.

Um caso semelhante ao do Pantoprazol ocorreu com o Alektos 20 mg, antialérgico cujo lote 569889 apresentou troca de embalagem com Nesina, usado em diabetes tipo 2. Assim como no episódio anterior, houve recolhimento voluntário e suspensão de venda, distribuição e uso, com medidas preventivas restritas aos lotes listados e sem alteração dos demais registros do produto.

Por que os alertas da Anvisa sobre medicamentos são importantes no dia a dia?

Os alertas envolvendo Pantoprazol, Alektos, Mounjaro, Imbruvica e Voranigo evidenciam vulnerabilidades na cadeia de suprimentos farmacêuticos, da fabricação à dispensação. Ao mesmo tempo, demonstram que existem mecanismos de controle capazes de identificar, comunicar e retirar do mercado produtos potencialmente inadequados, protegendo a saúde coletiva.

Para quem depende de tratamentos contínuos ou de alto custo, acompanhar essas comunicações oficiais ajuda a evitar uso incorreto, perda de eficácia terapêutica e atrasos no tratamento. Ao conferir rótulos, verificar lotes, consultar fontes confiáveis e notificar suspeitas, o paciente passa a integrar ativamente a rede de segurança que envolve fabricantes, distribuidores, profissionais de saúde e órgãos reguladores.

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