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Início Justiça

PF atende defesa de Bolsonaro e começa a desligar central de ar-condicionado durante o período noturno

Por Junior Melo
14/jan/2026
Em Justiça
PF atende defesa de Bolsonaro e começa a desligar central de ar-condicionado durante o período noturno

Bolsonaro - Créditos: depositphotos.com / thenews2.com

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A decisão da Polícia Federal de desligar a central de ar-condicionado durante a noite na Superintendência da corporação em Brasília trouxe novos elementos ao caso da prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, preso desde 22 de novembro de 2025 em uma cela contígua ao sistema de climatização, cuja defesa alega ruídos contínuos e intensos que afetariam descanso, alimentação e saúde, abrindo discussão sobre infraestrutura da PF, direitos de pessoas custodiadas e o impacto da presença de um ex-chefe do Executivo em área destinada a detentos temporários.

Como funciona o desligamento do ar-condicionado na cela de Jair Bolsonaro?

De acordo com informações enviadas ao STF, a Polícia Federal passou a desligar diariamente a central de ar-condicionado ao lado da cela de Jair Bolsonaro às 19h30, religando o sistema às 7h30 do dia seguinte. Nesse intervalo, o prédio da Superintendência no Distrito Federal opera apenas em regime de plantão, sem o fluxo normal de servidores e atendimentos administrativos.

Segundo a PF, o objetivo é reduzir o impacto do ruído durante o período de repouso do custodiado, sem paralisar por completo as atividades internas. A corporação informou que o som faz parte do funcionamento regular dos equipamentos e que sua redução significativa dependeria de obras estruturais que poderiam exigir a paralisação parcial do prédio por alguns dias.

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O que a defesa de Jair Bolsonaro alega sobre ruído, saúde e direitos?

A cela de Jair Bolsonaro e o funcionamento da central de ar-condicionado se tornaram tema de debate jurídico após sucessivas queixas da família e dos advogados. Carlos Bolsonaro relatou um “ruído intenso, alto e constante” que estaria causando sofrimento psicológico, prejudicando o sono e a alimentação do ex-presidente, o que motivou uma petição formal ao STF.

Na petição, a defesa argumenta que o som contínuo por 24 horas ultrapassa o mero desconforto e configura perturbação permanente à integridade física e mental, pedindo adequação do equipamento, isolamento acústico ou redesenho do layout. Após determinação do ministro Alexandre de Moraes, a PF confirmou o problema sonoro, mas apontou limitações estruturais e, como solução imediata, adotou o desligamento programado da central em parte do dia.

Por que a Polícia Federal optou por desligar o ar-condicionado à noite?

Investigadores da PF apresentaram o desligamento noturno como a alternativa mais rápida e menos impactante para o funcionamento da Superintendência. Intervenções definitivas, como isolamento acústico, mudança de equipamentos ou realocação da cela, demandariam planejamento, recursos, licitações e possível suspensão parcial de atividades essenciais do prédio.

Servidores relatam que a presença de um custodiado de alta projeção em área projetada para prisões temporárias alterou a rotina de trabalho e evidenciou limitações de infraestrutura. No campo jurídico, a defesa segue tentando converter a prisão em regime domiciliar, já negado pelo STF, que avalia a gravidade das condenações, as condições do cárcere e a possibilidade de ajustes pontuais na cela.

Quais podem ser os próximos passos no caso?

Com a medida emergencial em vigor, caberá ao STF decidir se o desligamento noturno atende às condições mínimas de saúde e repouso ou se serão exigidas ações adicionais. Eventuais relatórios médicos, laudos técnicos de ruído, inspeções presenciais e novas manifestações da defesa ou do Ministério Público podem influenciar futuros despachos e revisões de medidas cautelares.

Enquanto isso, a PF administra o impacto prático da permanência prolongada do ex-presidente em um espaço concebido para estadias curtas, monitorando a rotina de desligar e religar a central de climatização. A defesa busca reunir elementos técnicos e médicos para reforçar o pleito por prisão domiciliar, mantendo o caso em destaque no debate público sobre infraestrutura, direitos humanos e administração carcerária.

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