O mercado imobiliário em Santa Catarina tem chamado a atenção em 2026 pelo valor elevado do metro quadrado em cidades litorâneas, especialmente Balneário Camboriú e Itapema. Esses municípios passaram a liderar o ranking nacional de preços residenciais, segundo dados recentes de índices de acompanhamento do setor, superando capitais tradicionais e reforçando o papel do litoral catarinense como um dos focos de maior valorização do país.
Por que Santa Catarina tem o metro quadrado mais caro do Brasil?
A combinação entre localização privilegiada, expansão urbana planejada e forte presença de investidores ajuda a explicar por que o preço dos imóveis em Santa Catarina subiu com tanta intensidade. O litoral concentra cidades com infraestrutura robusta, oferta de serviços e apelo turístico permanente, fatores que, somados, pressionam o valor do metro quadrado para cima.
A palavra-chave nesse cenário é valorização imobiliária em Santa Catarina. O movimento não se restringe a um único município e envolve desde regiões turísticas consolidadas até áreas em processo acelerado de urbanização, refletindo um interesse contínuo tanto de moradores quanto de compradores voltados a investimento.
Quais cidades em Santa Catarina lideram o ranking?
Entre os destaques, Balneário Camboriú aparece como referência nacional em preço por metro quadrado, seguida de perto por Itapema. Ambas se tornaram símbolos da alta valorização imobiliária no litoral catarinense, oferecendo empreendimentos residenciais de padrão elevado, muitos deles voltados à faixa de alta renda e ao público que busca imóveis de luxo.
Na sequência do ranking, outras cidades catarinenses, como Itajaí e Florianópolis, também figuram entre as localidades mais caras do país. Em meio a esse grupo, poucas cidades de outros estados conseguem se manter na mesma faixa de preço, o que reforça o protagonismo regional de Santa Catarina no mercado de imóveis residenciais.
Quais fatores impulsionam a valorização imobiliária em Santa Catarina?
A valorização imobiliária em Santa Catarina é resultado de uma soma de elementos urbanos, econômicos e geográficos. Entre os principais pontos apontados por especialistas e relatórios de mercado, destacam-se aspectos de escassez de áreas disponíveis, qualidade da infraestrutura e forte apelo turístico, especialmente nas cidades do litoral.
Entre os fatores mais citados que ajudam a elevar o preço do metro quadrado em Santa Catarina, podem ser listados:
- Oferta limitada de terrenos em áreas nobres, principalmente à beira-mar, o que intensifica a disputa por novos empreendimentos.
- Infraestrutura moderna, com avenidas planejadas, serviços de saúde, educação e lazer considerados atrativos para diferentes perfis de moradores.
- Mercado de imóveis de alto padrão, com edifícios verticais e unidades de luxo que puxam a média de preços para cima.
- Turismo consolidado ao longo do ano, favorecendo locações por temporada e atraindo compradores de outras regiões do país.
- Percepção de segurança e qualidade de vida, fatores que pesam na decisão de famílias, aposentados e investidores.
Como o desempenho dos preços em Santa Catarina se compara ao restante do país?
Santa Catarina concentra a maioria das cidades com o metro quadrado mais caro do país. Balneário Camboriú lidera o ranking, seguida por Itapema, enquanto Itajaí e Florianópolis também aparecem entre as cinco primeiras. Fora do estado, apenas Vitória (ES) integra o top 5, ocupando a terceira posição.
- Balneário Camboriú (SC): R$ 14.828/m²
- Itapema (SC): R$ 14.547/m²
- Vitória (ES): R$ 13.711/m²
- Itajaí (SC): R$ 12.559/m²
- Florianópolis (SC): R$ 12.355/m²
São Paulo aparece logo depois, na sexta colocação, com R$ 11.472/m². Em fevereiro de 2025, a maioria das cidades analisadas registrou alta nos preços, enquanto a média nacional ficou em R$ 9.130/m².
Quais são as perspectivas para o mercado imobiliário em Santa Catarina em 2026?
As projeções para 2026 indicam que a valorização imobiliária em Santa Catarina tende a permanecer em destaque, ainda que em um cenário de acompanhamento constante dos indicadores econômicos. A evolução de índices de inflação, taxas de juros e renda das famílias será determinante para o ritmo de novos negócios e para a capacidade de manutenção dos atuais níveis de preço.
Para quem acompanha o setor, os dados recentes sugerem um mercado aquecido, com procura relevante por unidades menores e bem localizadas, sobretudo em áreas litorâneas. Esse perfil de demanda, aliado à limitação física para expansão em regiões já consolidadas, contribui para manter Santa Catarina entre os principais focos de atenção no mercado imobiliário brasileiro.
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