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Os carros que custavam milhões, mas eram ruins na terra e ainda eram ruins na água

Por Guilherme Silva
05/jan/2026 - Atualizado em 07/jan/2026
Em Geral
Esses carros custavam milhões, mas decepcionaram tanto no asfalto quanto na água

Esses carros custavam milhões, mas decepcionaram tanto no asfalto quanto na água

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A fusão entre automóvel e barco gera veículos com graves limitações de engenharia, resultando em modelos lentos no asfalto e instáveis na água. Essa tentativa de versatilidade cria máquinas com manutenção complexa e desempenho insuficiente, o que explica o fracasso comercial da maioria desses projetos.

Quanto custam os carros anfíbios mais conhecidos do mercado?

Os carros anfíbios são veículos raros que combinam engenharia automotiva e náutica, o que faz com que seus preços variem bastante ao longo do tempo. Alguns modelos tiveram valores relativamente acessíveis no lançamento, mas hoje alcançam cifras elevadas no mercado de colecionadores, impulsionados pela raridade, estado de conservação e interesse histórico.

A tabela abaixo compara os preços históricos, os valores atuais estimados e uma conversão aproximada para reais:

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Modelo Preço histórico (USD) Preço atual (colecionador) Valor aproximado em reais*
Gibbs Aquada ~US$ 85.000 ~US$ 250.000 R$ 425.000 → R$ 1.250.000 Alta valorização ao longo do tempo
Hobbycar B612 ~US$ 56.000 N/D (modelo raro) ~R$ 280.000 Poucas unidades disponíveis
Amphicar 770 ~US$ 2.700 US$ 40.000 → 165.000+ R$ 13.500 → R$ 825.000+ Ícone clássico dos anos 1960
* Conversão aproximada considerando câmbio estimado de R$ 5 por US$ 1. Valores podem variar conforme mercado e estado do veículo.

O que impediu a venda do Gibbs Aquada no mercado?

Embora tecnicamente impressionante, o projeto colapsou quando a produção dos motores V6 da Rover foi descontinuada, deixando o veículo sem seu propulsor original. A engenharia não conseguiu adaptar um novo motor de forma viável a tempo de salvar a produção em massa.

Nos Estados Unidos, o carro enfrentou um impasse regulatório sobre o uso de airbags. A lei exigia o dispositivo para segurança nas estradas, mas o risco de disparo acidental pelo impacto das ondas tornava sua homologação perigosa para uso aquático.

Gibbs Aquada acabou se tornando um projeto fracassado

Quais foram os erros do projeto Hobbycar B612?

O anfíbio francês apostou em tecnologias caras, como a suspensão hidropneumática e propulsão por hidrojatos, o que elevou seu preço ao patamar de dois sedãs de luxo. O valor proibitivo restringiu o público e tornou o retorno financeiro impossível para a fabricante.

Além do custo, a complexidade dos sistemas dificultava a manutenção, levando a empresa à falência após a produção de apenas cerca de 60 unidades. A tentativa de inovar sem considerar a viabilidade comercial condenou o modelo ao esquecimento.

Grandes motivos desses carros falharem é por não atrair nenhum dos dois públicos

Por que a manutenção do Amphicar 770 é tão difícil?

O modelo mais conhecido da história sofria com uma carroçaria de aço macio, material altamente suscetível à ferrugem após contato com a água. Proprietários que negligenciavam a secagem completa enfrentavam corrosão acelerada, comprometendo a estrutura do veículo em pouco tempo.

O manual exigia a lubrificação de 13 pontos específicos após a navegação, uma tarefa exaustiva que obrigava o condutor a remover o banco traseiro para acessar as graxeiras. Essa complexidade transformava um simples passeio de fim de semana em horas de trabalho mecânico pesado.

Para aprofundar essa demonstração curiosa, selecionamos o conteúdo do canal Jared Guynes, que atualmente conta com mais de 15,5 mil seguidores e 1,4 milhão de curtidas. No vídeo a seguir, Jared Guynes mostra o Amphicar 770 sendo utilizado na água, evidenciando como o veículo funciona na prática nesse tipo de situação:

@jared_guynes

There are less than 600 functional Amphicars left in the world, and ours only has 1500 miles on the odometer. Experts told me we should put it in a museum to preserve it. Sounds boring to me. #Amphicar #History #Cars #Boat #Rockwall

♬ Island In The Sun – Weezer

Quais os principais desafios técnicos de um carro anfíbio?

Construir um veículo eficiente em dois meios físicos opostos impõe barreiras de design estrutural que a física torna difíceis de superar. O resultado geralmente é um produto pesado, caro e que não entrega excelência nem como carro, nem como barco.

Os engenheiros enfrentam contradições diretas que comprometem a performance e a segurança do projeto:

  • Aberturas para refrigeração do motor conflitam com a necessidade de um casco totalmente estanque.
  • O design aerodinâmico para rodovias prejudica a estabilidade hidrodinâmica necessária na água.
  • O peso extra de vedações e sistemas duplos de propulsão aumenta o consumo e reduz a agilidade.

Por que as montadoras desistiram desse segmento?

A indústria automotiva atual foca na especialização e eficiência, abandonando a ideia de híbridos anfíbios devido aos altos custos de produção e homologação. As barreiras legais e físicas tornaram esses veículos curiosidades do passado, sem lugar no mercado moderno.

  • A manutenção especializada e frequente afasta o consumidor comum.
  • Normas rígidas de segurança e emissões inviabilizam a adaptação de cascos para uso rodoviário.
  • O baixo volume de vendas não justifica o investimento em pesquisa para resolver as falhas crônicas.
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