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Adv. Antônio Galvão alerta: “Você está errado se acha que parcelar suas dívidas é a melhor forma de pagar”

Por Guilherme Silva
17/jul/2025
Em Geral
Créditos: depositphotos.com / AntonMatyukha / antoniogalvao.adv

Cortando cartão de crédito - Créditos: depositphotos.com / AntonMatyukha / antoniogalvao.adv

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A frase “parcelar suas dívidas pode sair muito mais caro se você atrasar” resume uma das principais orientações do advogado Antônio Galvão. Advogado inscrito na OAB/SC sob o nº 56.766, especialista em ações contra bancos e defesa dos endividados, ele alerta para os perigos de acordos parcelados que parecem vantajosos — mas viram armadilhas quando o pagamento não sai como o combinado (antoniogalvao.com.br).

Antônio Galvão (@antoniogalvao.adv) atende em todo o Brasil e mostra em suas redes sociais (292 mil seguidores no Instagram e 453 mil no TikTok) que muitos correntistas acreditam que renegociar com parcelamentos sempre traz benefício. No entanto, atrasos podem anular o desconto e inflar a dívida de volta ao valor original.

Por que parcelar suas dívidas nem sempre vale a pena?

Parcelamentos podem trazer descontos atrativos, mas só se todos os pagamentos forem feitos no prazo. Se houver atraso, o acordo perde a validade, e o valor retorna ao patamar cheio, sem nenhum abatimento.

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A consequência mais preocupante? Juros compostos sobre todo o valor original tornam o débito cada vez maior — exatamente o oposto do que parecia vantajoso no início. Isso mantém o devedor preso em um ciclo onde só valeu a pena parcelar se conseguir cumprir as parcelas.

Créditos: depositphotos.com / bashta
Cartão de crédito – Créditos: depositphotos.com / bashta

O que diz o especialista Antônio Galvão sobre isso?

Antônio Galvão explica que muita gente se lasca nesses acordos parcelados porque não sabe que o desconto só vale se você pagar em dia. E quando atrasa, “além de perder o desconto, a dívida volta para o valor original”. Essa fala reflete a experiência acumulada em sua atuação no setor.

Sua principal recomendação é: só entre em um acordo se tiver certeza de que conseguirá pagar todas as parcelas — do contrário, pode ser pior do que não negociar.

Parcelar suas dívidas: mitos e verdades

Será que parcelar sempre compensa? É mito que parcelar sem planejamento é seguro. Embora o banco ofereça desconto e parcelas menores, essa proposta é válida apenas com pagamentos rigorosos.

De acordo com o Código de Defesa do Consumidor e a jurisprudência do STJ, quando você assina o acordo parcelado, ele se torna um título executivo. Ou seja, se falhar, o banco pode cobrar o valor integral — e você pode perder direitos ao longo do caminho.

Quais os riscos do atraso no pagamento?

Quando você atrasa uma parcela combinada, o desconto desaparece e o valor volta à condição original, com juros e multas incluídos. Segundo o Superior Tribunal de Justiça, esse novo valor — completo e corrigido — torna-se passível de execução judicial direta.

A consequência pode ser grave: bloqueio de conta bancária, penhora de bens e até suspensão da CNH ou passaporte — isso é previsto pelo Código de Processo Civil quando os bens não pagam a dívida.

Dinheiro real e moedas - Créditos: depositphotos.com / gustavomello162.hotmail.com
Dinheiro real e moedas – Créditos: depositphotos.com / gustavomello162.hotmail.com

Como evitar cair nessa armadilha?

Para evitar dores de cabeça, siga algumas dicas sérias:

  • Confira o Custo Efetivo Total (CET) antes de aceitar parcelar — informações disponíveis no site do Banco Central.
  • Tenha real certeza de que conseguirá pagar as parcelas em dia.
  • Procure orientação jurídica — a Lei do Superendividamento (Lei 14.181/21) pode ser um suporte legal valioso.

E se eu não pagar nem parcelar?

Muitos pensam que ignorar a dívida é uma saída. Mas isso só agrava: juros continuam correndo e o banco pode recorrer à Justiça com rapidez. Processos de execução, bloqueio de bens e inclusão nos órgãos de proteção ao crédito são apenas o começo.

O silêncio nunca é a melhor estratégia quando se trata de dívidas bancárias.

O que significa que o acordo parcelado é um título executivo?

Acordos formais — sejam empréstimos originários ou renegociações — são títulos executivos conforme o CPC. Isso permite execução extrajudicial por falta de pagamento.

Bancos podem pedir penhora sem precisar de nova sentença, e a jurisprudência já admite suspensão de CNH e passaporte como medida coercitiva.

Parcelar suas dívidas vale a pena com acompanhamento jurídico?

Sim. Mas apenas se houver organização financeira e suporte legal. Um advogado pode revisar o acordo e garantir que não existam cláusulas abusivas.

O Dr. Galvão e sua equipe avaliam contratos, propõem estratégias eficientes e negociam descontos — às vezes de até 90% em dívidas empresariais, segundo seu escritório.

@antoniogalvaoadv

♬ som original – Advogado Antônio Galvão

E agora, o que fazer antes de parcelar?

  • Compare taxas e prazos entre bancos;
  • Verifique o CET no site oficial do Banco Central;
  • Tenha total certeza de que pode arcar com todas as parcelas;
  • Procure apoio jurídico caso tenha dúvidas;
  • Nunca ignore cobranças ou notificações.

Fontes oficiais para sua base segura

  • Banco Central — Custo Efetivo Total (CET)
  • Código de Processo Civil — execução de títulos extrajudiciais
  • Superior Tribunal de Justiça — jurisprudência sobre penhora de documentos
  • Código de Defesa do Consumidor — renegociação e proteção ao consumidor
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