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Início Governo

“Ninguém vai proibir que um dono de uma fazenda tenha uma arma”, disse Lula

Por Terra Brasil
22/set/2022
Em Governo
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O ex-presidente e ex-presidiário Lula (PT) defendeu que a população do campo tenha direito a possuir armas. A declaração do candidato à Presidência foi feita em entrevista ao Canal Rural na quarta-feira (21).

De acordo com Lula, “ninguém vai proibir que um dono de fazenda tenha uma arma”, mas, para ele, é necessário impor um limite na quantidade por pessoa.

“Agora, se ele [fazendeiro] tiver 20, já não é mais uma arma para defesa. Se tiver 30, pior ainda. É apenas o bom senso”, disse Lula.

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O petista justificou o acesso de armas à população do campo citando a insegurança na zona rural: “Há roubo de gado à noite, há roubo de cavalo, há roubo de qualquer coisa à noite”.

No entanto, de acordo com Lula, é necessário ter um controle sobre o acesso de armas:

“Você pode ter segurança, você pode ter uma arma. O que não é prudente é que o cidadão que não saiba utilizar arma tenha uma arma. O que é importante é que ele possa ter alguém especialista em segurança para tomar conta da propriedade dele. Porque esse negócio da arma não vai só para o campo”.

Lula ainda comparou ao presidente Jair Bolsonaro (PL) com o ex-ditador da Venezuela, Hugo Chávez. “O que o Bolsonaro diz? O que o filho dele diz? O povo armado… É o mesmo discurso que Chávez fazia. O povo não precisa de arma. O povo precisa de trabalho. De salário. Educação”, defendeu. 

O ex-presidiário afirmou também que pretende discutir com a sociedade a revisão de políticas que flexibilizaram o acesso às armas em busca de um controle maior sob elas.

“Vou mudar a regra e vamos estar discutindo com a sociedade. Eu vou ser eleito para presidir, não para ser dono. Então a gente vai discutir porque é preciso ter um controle. Você não pode deixar a sociedade armada do jeito que está. Alguém comprar 12 armas, 15 armas, 20 armas, você sabe onde estão essas armas? Que alucinação é essa? Nós não estamos em guerra”, disse Lula.

Já sobre a zona urbana, o petista defendeu que o combate à violência seja feito com uma maior presença do Estado:

“Quando você quiser combater a violência no centro urbano, que ela é muito forte, você precisa ter a presença do Estado com educação, saúde, lazer, cultura”.

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