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Quanto custa morar em Toscana com o projeto do governo de incentivo que oferece até R$ 177 mil para viver lá

Por Guilherme Silva
06/abr/2026
Em Geral
Créditos: depositphotos.com / pandionhiatus3

Vista panorâmica da cidade histórica de Siena, Toscana, Itália - Créditos: depositphotos.com / pandionhiatus3

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O governo regional lançou o projeto Residenzialità in Montagna para revitalizar vilas com menos de cinco mil habitantes. O programa oferece subsídios que variam entre R$ 59 mil e R$ 177 mil para a compra de imóveis na Toscana.

Por que a Toscana é o destino ideal para descendentes de italianos?

A facilidade migratória para quem possui dupla nacionalidade torna a Itália um destino estratégico em comparação aos Estados Unidos. Brasileiros com passaporte europeu que já residem em solo italiano podem solicitar o auxílio para trocar metrópoles por vilas montanhosas na Toscana.

Diferente de regiões isoladas no sul, as comunas toscanas oferecem infraestrutura de alta qualidade e proximidade com centros globais como Florença. O investimento estatal cobre até 50% dos gastos com a moradia, tornando a aquisição de uma casa própria na Europa financeiramente viável.

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Como funciona a seleção para o subsídio em 2026?

O processo seletivo prioriza núcleos familiares com filhos menores de idade e profissionais que atuam em regime de trabalho remoto. O orçamento da Toscana é distribuído conforme uma pontuação técnica analisada pelas autoridades administrativas regionais.

Existem regras estritas para evitar fraudes ou o uso do imóvel apenas para fins turísticos durante as férias de verão. Para compreender a competitividade deste programa, analise como ele se compara a outras iniciativas internacionais de atração de residentes:

Quais vilas participam do projeto de repovoamento?

Atualmente, diversas comunas montanas participam do edital, incluindo destinos históricos como Radicondoli e San Casciano dei Bagni. Essas localidades oferecem atrativos que vão desde centros termais terapêuticos até vilas medievais preservadas nos Apeninos.

O foco do programa está em municípios com baixa densidade demográfica que buscam nova energia econômica e social. Ao escolher uma vila na Toscana, o candidato deve considerar que o transporte individual é indispensável devido à geografia acidentada dessas áreas rurais.

Quais são os passos práticos para garantir a vaga?

O interessado deve comprovar que o imóvel escolhido será sua residência principal e assinar um compromisso de permanência por cinco anos. As inscrições são realizadas eletronicamente via plataforma oficial, exigindo documentação técnica detalhada da propriedade e comprovantes de nacionalidade europeia.

Confira as diretrizes operacionais fundamentais:

  • Residência prévia: confirme se você já vive em uma cidade italiana não classificada como montana.
  • Portal oficial: acesse o edital no site da Região da Toscana para verificar os prazos de 2026.
  • Seleção do imóvel: escolha propriedades compatíveis com as regras, evitando castelos ou itens de luxo excluídos.
  • Documentação: prepare as certidões de nacionalidade e o contrato de compra e venda técnica.

O que fazer se você não possui cidadania europeia?

Estrangeiros sem ascendência italiana podem buscar o visto de nômade digital, modalidade implementada pela Itália para atrair talentos globais. Outra alternativa reside no visto de empreendedor, comum em regiões como a Calábria, que exige a abertura de um negócio local.

Embora o caminho para quem não tem passaporte europeu seja mais longo, a qualidade de vida e a segurança jurídica justificam o esforço. Planejar a migração para a Toscana exige paciência e observação ativa das janelas de oportunidade que o governo italiano abre periodicamente para novos residentes.

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