A ERS-118 recebeu um conjunto de obras que mudou o padrão de circulação em um dos principais corredores da Região Metropolitana de Porto Alegre. Com investimento superior a R$ 350 milhões, a rodovia avançou em duplicação, acessos, iluminação, passarelas e novas conexões que reforçam segurança, logística e mobilidade diária.
O que já foi feito na ERS-118?
O trecho entre Sapucaia do Sul e Gravataí passou por uma transformação estrutural importante. Ao longo dos últimos anos, foram duplicados 22 quilômetros da ERS-118, implantadas três passarelas e executada a iluminação completa desse segmento, o que elevou a capacidade operacional da rodovia e melhorou a circulação em uma área de tráfego intenso.
Além disso, a ERS-118 seguiu recebendo novas intervenções em Gravataí, com a construção de um viaduto na interseção com a Avenida Centenário e de uma trincheira de acesso ao Distrito Industrial. Essas obras, concluídas no final de 2025, ampliaram a fluidez em um ponto estratégico para a mobilidade urbana e para o deslocamento de veículos ligados à atividade econômica da região.
Como o investimento está sendo distribuído?
O valor superior a R$ 350 milhões não se concentrou em uma única frente. A ERS-118 recebeu aportes em duplicação, passarelas, iluminação, pavimentação e novas estruturas de conexão regional, o que mostra uma estratégia mais ampla de qualificação viária em diferentes trechos da rodovia.
Entre as principais entregas e frentes em andamento, ganham destaque estes pontos:
- Duplicação de 22 quilômetros entre Sapucaia do Sul e Gravataí;
- Implantação de três passarelas e iluminação completa nesse segmento;
- Viaduto na interseção com a Avenida Centenário;
- Trincheira de acesso ao Distrito Industrial, em Gravataí;
- Pavimentação de 19 quilômetros entre Viamão e o Lami.
Qual é o impacto regional dessas melhorias?
A ERS-118 exerce papel central na ligação entre municípios altamente industrializados da Região Metropolitana e a Capital, além de se conectar a outras rodovias relevantes do estado. Isso faz da estrada um corredor importante tanto para a movimentação diária de pessoas quanto para o escoamento da produção e o funcionamento de cadeias logísticas.
O impacto vai além da mobilidade direta. Em Gravataí, por exemplo, as melhorias ajudam a qualificar acessos ligados à atividade industrial. Em outros pontos, a pavimentação e as novas conexões facilitam a integração entre áreas urbanas, zonas produtivas e rotas de circulação regional.
O que ainda está em andamento na ERS-118?
A rodovia continua recebendo novas intervenções. Atualmente, está em construção um binário que vai ligar a Avenida Brasil à ERS-118 duplicada, por meio de uma interseção em dois níveis, com passagem inferior, espaço para pedestres e iluminação. A previsão de entrega é para 2026.
Também seguem obras de melhoria no acesso ao Parque Estadual de Itapuã, em Viamão, e a construção de um novo traçado de 1,5 quilômetro na ligação com a ERS-040, pensado para desviar o fluxo de uma área com muitas moradias. Esse trecho já conta com 77% da execução concluída.
Por que a ERS-118 se tornou tão estratégica?
A ERS-118 se tornou estratégica porque reúne função metropolitana, peso logístico e capacidade de induzir desenvolvimento local. Ao conectar cidades industrializadas, melhorar acessos urbanos e ampliar a infraestrutura em diferentes trechos, a rodovia reforça seu papel como eixo de circulação essencial para o Rio Grande do Sul.
No fim, o investimento acima de R$ 350 milhões representa mais do que obras espalhadas ao longo do traçado. Ele consolida uma rodovia mais preparada para o trânsito diário, para a atividade econômica e para a integração regional, com efeitos concretos sobre segurança, mobilidade e competitividade no entorno da ERS-118.