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Declarações de Dino contra Rio e TSE geram desconforto, Cármen responde e Fux defende posição favorável aos cariocas

Por Junior Melo
10/abr/2026
Em Política
Declarações de Dino contra Rio e TSE geram desconforto, Cármen responde e Fux defende posição favorável aos cariocas

Luiz Fux - Foto: © Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

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A disputa no STF sobre o modelo de eleição no Rio de Janeiro escalou e expôs um embate direto entre ministros, com críticas ao TSE e reações contundentes que movimentaram o cenário político.

O que motivou o novo embate no STF?

O julgamento no Supremo Tribunal Federal discutiu nesta quinta-feira (9/4) se a eleição para o chamado mandato-tampão no Rio deve ser direta ou indireta. A análise ganhou força após a saída do ex-governador Cláudio Castro.

A divergência central envolve a interpretação da saída de Castro. Parte dos ministros vê o ato como regular, enquanto outra ala entende que houve motivação eleitoral para evitar uma cassação pelo Tribunal Superior Eleitoral.

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Por que Dino virou alvo de críticas?

O ministro Flávio Dino pediu vista do processo, suspendendo o julgamento e provocando reação imediata. A decisão foi vista como fator de indefinição política no estado do Rio.

Antes disso, Dino também havia questionado pontos ligados à decisão eleitoral, o que gerou incômodo entre colegas. Para alguns ministros, a postura pode ter antecipado um debate ainda não consolidado juridicamente.

Como Fux reagiu e defendeu posição favorável aos cariocas?

O ministro Luiz Fux se posicionou a favor da eleição indireta, alinhando-se a Mendonça. Sua fala foi interpretada como uma defesa da estabilidade institucional no Rio.

A reação de Fux foi vista como um contraponto às críticas e acabou sendo considerada por aliados como um gesto que “lavou a alma dos cariocas”, diante do cenário de insegurança política. Veja a fala do ministro (Reprodução/X/@Metropoles):

🏛️ STF | Fux rebate “descrédito” de ministros com RJ e diz que políticos irão ao inferno com “altas autoridades”

Saiba mais na coluna @manualcantaraa

🤳 TV Justiça pic.twitter.com/23jhkkIsRq

— Metrópoles (@Metropoles) April 9, 2026

Como Mendonça apontou risco de deslegitimar o TSE?

O ministro André Mendonça criticou duramente a condução do tema, afirmando que houve interferência precoce na atuação da Justiça Eleitoral.

Segundo ele, questionar uma decisão do TSE antes da publicação do acórdão pode fragilizar a autoridade do tribunal. Mendonça ainda destacou que o cenário de incerteza prejudica a estabilidade política no estado.

Quais são os possíveis cenários para a eleição no Rio?

Com o julgamento suspenso, o futuro político do estado segue indefinido. Até o momento, há divisão clara entre os ministros sobre qual modelo deve prevalecer. Entre os principais caminhos possíveis, destacam-se:

  • Eleição direta, com voto popular, defendida pelo relator Cristiano Zanin
  • Eleição indireta, realizada pela Assembleia Legislativa
  • Manutenção do cenário atual, enquanto o STF não conclui o julgamento

Quais as críticas reforçadas por Cármen Lúcia?

A ministra Cármen Lúcia acompanhou o entendimento de Mendonça e também alertou para o risco de deslegitimação institucional. Ela ressaltou que o STF pode julgar temas eleitorais, mas dentro dos meios adequados.

Durante seu voto, Cármen destacou que a questão analisada ainda estava no âmbito administrativo. Para ela, a competência da Justiça Eleitoral não havia sido totalmente esgotada antes da intervenção do STF.

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