• Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
quarta-feira, 8 de abril de 2026
Terra Brasil Notícias
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Conecte-se
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
Terra Brasil Notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Início Justiça

Banco Master foi citado em contratação de esposa e filho de desembargador para recebimento de precatórios expedidos antes da hora

Por Junior Melo
08/abr/2026
Em Justiça
Banco Master foi citado em contratação de esposa e filho de desembargador para recebimento de precatórios expedidos antes da hora

Banco Master - Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

EnviarEnviarCompartilharCompartilhar

Em meio a uma disputa bilionária envolvendo precatórios da União, o Banco Master passou a ser citado em um caso que envolve decisões judiciais do TRF-1, suspeitas de irregularidades e a contratação de familiares de um desembargador. O processo gira em torno de créditos que somam cerca de R$ 1,6 bilhão.

Como o Banco Master se envolveu na disputa dos precatórios?

O Banco Master ingressou na disputa ao adquirir parte de precatórios ligados a ações de usinas do setor sucroalcooleiro contra a União. Esses créditos estavam vinculados a decisões judiciais que determinavam pagamentos bilionários ao governo federal.

A participação do banco ocorreu por meio de estruturas financeiras e fundos de investimento, que adquiriram os títulos ao longo do tempo. Parte desses ativos teria passado por uma cadeia envolvendo gestoras e fundos associados ao próprio grupo financeiro. As informações são do jornal O Estadão.

Leia Também

Dados da Receita revelam pagamento de R$ 80 milhões do Banco Master a escritório da esposa de Moraes

Ministro Benedito Gonçalves se declara impedido de julgar processos do Master após presença em evento do banco em Londres

Cerimônia na Assembleia Legislativa de São Paulo exalta ética e humanidade na carreira de André Mendonça: “Não basta ser culto, tem que ser boa pessoa”

Por que os precatórios de R$ 1,6 bilhão foram suspensos?

Os valores em discussão foram questionados por órgãos jurídicos por terem sido expedidos antes do trânsito em julgado das ações. Isso significa que ainda cabiam recursos, o que pode tornar os pagamentos prematuros e juridicamente contestáveis.

Entre os principais motivos apontados pelas autoridades, estão fundamentos que levaram à suspensão dos repasses e à contestação da validade das decisões iniciais.

  • Decisões judiciais consideradas precoces, antes do fim do processo
  • Possível violação das regras de pagamento de precatórios
  • Risco de impacto elevado aos cofres públicos
  • Questionamentos da AGU sobre a legalidade das ordens de pagamento

Qual é o papel da família do desembargador no caso?

O banco contratou a advogada Camilla Ramos e o advogado Gabriel Ramos, respectivamente esposa e filho do desembargador Newton Ramos, do TRF-1. Ambos atuaram em pedidos relacionados à liberação dos valores travados.

Em nota, os advogados afirmaram possuir experiência técnica e negaram irregularidades. O desembargador declarou que se considera impedido de atuar em processos envolvendo seus familiares.

Como funcionou a compra dos créditos pelo Banco Master?

Os precatórios estavam ligados a ações de usinas de açúcar e álcool que cobravam indenizações bilionárias da União. O Banco Master adquiriu parte desses créditos ao longo do tempo, estimados em cerca de R$ 1,6 bilhão.

A estrutura da operação envolveu investimentos em papéis de alto risco e retornos elevados, incluindo instrumentos financeiros como CDBs acima da média de mercado. A cadeia de aquisição envolveu fundos ligados a gestoras do setor financeiro.

O que decidiram o TRF-1 e o CNJ sobre os precatórios?

Em 2022, a presidência do TRF-1 suspendeu os pagamentos após identificar indícios de irregularidades nas decisões que haviam autorizado a liberação dos valores. A medida interrompeu o fluxo dos precatórios em análise.

Mais recentemente, em 2025, pedidos para destravar os pagamentos foram negados novamente pela Corte. O caso também chegou ao CNJ, que ampliou a investigação e determinou uma revisão nacional de processos semelhantes. O órgão identificou milhares de precatórios com possíveis irregularidades, aprofundando o controle sobre decisões que envolvem grandes valores pagos pela União.

EnviarCompartilharTweet93Compartilhar148
ANTERIOR

Nova pesquisa Meio/Ideia revela cenário na disputa entre Flávio Bolsonaro e Lula no 2º turno

PRÓXIMO

A ilha brasileira que abriga a praia eleita 7 vezes a melhor do mundo

Please login to join discussion
grupo whatsapp

© 2023 Terra Brasil Notícias

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
  • Conecte-se