A duplicação da BR-304 voltou ao centro das atenções no Rio Grande do Norte com o avanço da terraplenagem em um dos trechos mais estratégicos da rodovia. Com investimento aproximado de R$ 370 milhões e integração ao Novo PAC, a duplicação reforça a importância de obras estruturantes para ampliar a capacidade viária, melhorar a segurança e sustentar o transporte de pessoas e cargas entre regiões de forte relevância econômica.
Por que a duplicação da BR-304 é tão importante para o Rio Grande do Norte?
A duplicação da BR-304 tem peso estratégico porque a rodovia funciona como um eixo fundamental de circulação no estado. Além de conectar a capital a cidades importantes do interior, a via também integra fluxos econômicos, logísticos e turísticos que dependem de deslocamento eficiente e seguro ao longo de um corredor de grande movimentação.
Esse papel operacional ajuda a explicar por que a duplicação é tratada como obra prioritária. Quando um trecho dessa relevância recebe ampliação de capacidade e correção de segmentos críticos, o impacto esperado alcança mobilidade regional, redução de gargalos e maior previsibilidade no transporte rodoviário.
O que está sendo executado agora na duplicação da BR-304?
No estágio atual, a duplicação da BR-304 avança com serviços de terraplenagem em 13 quilômetros da rodovia, entre os km 93 e 106, no município de Assú. Ao mesmo tempo, também seguem trabalhos em pontos descontínuos do trecho, com execução de sub-base, o que mostra um ritmo de implantação voltado à preparação estrutural da futura pista duplicada.
Esses serviços são essenciais porque formam a base da infraestrutura rodoviária que receberá as demais etapas da obra. Em projetos desse porte, a terraplenagem não representa apenas movimentação de solo, mas um passo decisivo para garantir estabilidade, geometria adequada e desempenho durável da plataforma viária.
Quais números ajudam a dimensionar a duplicação da BR-304?
O empreendimento do lote 1B contempla 57,6 quilômetros entre Mossoró e Assú e conta com investimento aproximado de R$ 370 milhões. Os trabalhos começaram em janeiro de 2026, após a assinatura da Ordem de Serviços, e o prazo total previsto para conclusão da duplicação é de 36 meses.
Para visualizar melhor a dimensão dessa intervenção, estes dados merecem destaque:
| Característica | Descrição |
|---|---|
| Extensão contemplada no lote 1B | 57,6 quilômetros |
| Investimento aproximado | R$ 370 milhões |
| Terraplenagem | 13 quilômetros entre os km 93 e 106 |
| Prazo total para conclusão da obra | 36 meses |
Como ficará a rodovia após a duplicação?
Ao final da obra, a duplicação da BR-304 entregará uma rodovia com canteiro central de 7 metros, duas faixas de rolamento de 3,60 metros cada, acostamento interno de 1 metro e acostamento externo de 2,5 metros. Esse desenho amplia a capacidade operacional da via e melhora as condições de segurança para diferentes perfis de tráfego.
Em termos de engenharia rodoviária, esse conjunto de características indica uma solução pensada para suportar fluxo mais intenso com melhor organização espacial. A duplicação, nesse contexto, representa não apenas a expansão física da pista, mas a qualificação funcional de todo o corredor.
Confira abaixo o andamento das obras divulgadas no perfil oficial do DNIT no Instagram:
O que a duplicação da BR-304 representa para a infraestrutura regional?
A duplicação da BR-304 simboliza um investimento relevante em integração territorial, eficiência logística e desenvolvimento econômico no Rio Grande do Norte. Como a rodovia se estende de Natal até Beberibe, no Ceará, e ocupa posição importante na ligação entre a capital e cidades como Mossoró, sua modernização tende a gerar efeitos amplos sobre circulação, transporte e atividade produtiva.
No fim, o avanço da terraplenagem mostra que a duplicação da BR-304 já entrou em uma fase concreta de execução. Com investimento robusto, escopo amplo e foco em capacidade e segurança, a obra se consolida como uma intervenção estratégica para fortalecer a infraestrutura rodoviária do estado e melhorar a conectividade entre Mossoró, Assú e outras áreas centrais da malha regional.