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Início Saúde

Medicamentos de pele vendidos na Shopee são proibidos pela Anvisa após irregularidades

Por Guilherme Silva
30/mar/2026
Em Saúde
Anvisa

Bisnaga de creme dermatológico com rótulo irregular sob luz forte - Imagem ilustrativa

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A agência reguladora intensificou a fiscalização contra a venda de medicamentos e cosméticos falsificados em plataformas de e-commerce. Em março de 2026, a Anvisa publicou medidas restritivas para proteger a saúde da população contra itens sem procedência.

Quais medicamentos foram alvo da proibição recente?

A medida proibitiva foca nos medicamentos Skinoren e Azelan, amplamente utilizados no tratamento de acne, mas que circulavam de forma irregular na internet. A Anvisa identificou que unidades vendidas em sites como a Shopee apresentavam características divergentes dos produtos originais.

No caso do Azelan, a detentora do registro, Leo Pharma Ltda, confirmou que as unidades apreendidas possuíam rótulos e bisnagas falsificados. O uso de substâncias sem controle sanitário oferece riscos graves, como queimaduras químicas e reações alérgicas severas na pele dos consumidores.

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Como identificar produtos estéticos clandestinos?

Produtos sem registro sanitário ou fabricados por empresas sem autorização de funcionamento representam um perigo invisível para quem busca procedimentos estéticos. A ausência de fiscalização impede que a Anvisa garanta a esterilidade e a composição correta de ácidos e fios de sustentação.

Recentemente, a agência determinou a apreensão de diversos itens da empresa Dermshop Cosmética de Tratamento Ltda. Para entender a estrutura de regulação desses materiais no Brasil, o portal da Anvisa detalha como as normas sanitárias protegem o mercado consumidor.

Quais itens da Dermshop estão proibidos?

A ação da fiscalização proibiu desde a fabricação até a propaganda de insumos usados em clínicas de estética e uso domiciliar. A empresa em questão não possui autorização oficial, o que torna qualquer aplicação desses produtos um ato de risco sanitário alto.

Abaixo, listamos os principais produtos que devem ser evitados:

  • Revitalizante Skinbooster Filorga NCTF: Sem registro para comercialização.
  • Ácido Hialurônico Deep: Item apreendido por falta de cadastro.
  • Fios de Sustentação Loyoderm: Proibidos em todo o território nacional.
  • Fios PDO Loyoderm: Distribuição e uso suspensos imediatamente.

Onde conferir as resoluções oficiais do governo?

As decisões de apreensão e suspensão são publicadas no Diário Oficial da União (DOU) para dar transparência e validade jurídica às ações. As resoluções 1.180/2026 e 1.187/2026 detalham os fundamentos técnicos que levaram à interrupção das vendas desses materiais dermatológicos.

É possível consultar essas e outras normas diretamente no site do Governo Federal para verificar a situação de qualquer produto antes da compra. A consulta pública é uma ferramenta poderosa para evitar o consumo de mercadorias que operam à margem da lei.

Como o consumidor deve agir ao encontrar itens irregulares?

Ao identificar a venda de medicamentos como o Skinoren sem registro ou cosméticos suspeitos, o cidadão deve realizar uma denúncia nos canais oficiais da Anvisa. Comprar apenas em farmácias e estabelecimentos autorizados é a única forma de garantir que o tratamento dermatológico seja seguro.

Abaixo, preparamos uma tabela para ajudar na conferência básica de segurança:

Quais os riscos de utilizar cosméticos sem registro?

O perigo de utilizar produtos estéticos clandestinos, como os da linha Loyoderm, reside na possibilidade de contaminação bacteriana e uso de metais pesados. Sem o crivo da Anvisa, o usuário fica exposto a danos irreversíveis, como necroses teciduais ou intoxicações sistêmicas por absorção cutânea.

Em temas sensíveis de saúde, a precaução deve superar o interesse por preços baixos em plataformas de vendas não especializadas. Manter a saúde da pele em 2026 exige atenção redobrada à procedência de cada frasco, garantindo que a beleza não custe o bem-estar físico do paciente.

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