• Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
sábado, 21 de março de 2026
Terra Brasil Notícias
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Conecte-se
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
Terra Brasil Notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Início Geral

A ciência está tentando recriar a Era do Gelo: mamutes serão “trazidos de volta à vida” em poucos anos

Por Larissa Hisashi
21/mar/2026
Em Geral
A ciência está tentando recriar a Era do Gelo: mamutes serão "trazidos de volta à vida" em poucos anos

Engenharia genética busca recriar animais extintos com características de elefantes asiáticos

EnviarEnviarCompartilharCompartilhar

A ideia de ver mamutes novamente no planeta deixou de ser apenas ficção e voltou ao centro do debate científico. Com o avanço da engenharia genética, uma empresa de biotecnologia afirma que pode apresentar nos próximos anos um animal com traços centrais desses gigantes extintos, reacendendo discussões sobre DNA antigo, clonagem, conservação e os limites da intervenção humana na natureza.

O que está por trás da promessa de trazer mamutes de volta?

O projeto parte da comparação entre o genoma de mamutes e o de elefantes asiáticos, considerados seus parentes vivos mais próximos. A proposta é editar genes ligados a características como pelagem espessa, gordura subcutânea, resistência ao frio e orelhas menores, tentando recriar um perfil biológico semelhante ao dos antigos mamutes.

Na prática, isso significa que o objetivo não é ressuscitar um animal extinto de forma exata, mas desenvolver um organismo com atributos inspirados nesse mamífero pré-histórico. É justamente esse detalhe que torna o tema tão debatido entre pesquisadores, laboratórios e especialistas em evolução.

Leia Também

Nova lei amplia benefícios e permite que idosos adquiram carros mais baratos no Brasil

Não jogue fora as cascas de cebola: este vegetal barato pode salvar suas plantas

Aviso importante para quem usa cartão por aproximação em pagamentos no Brasil

A ciência está tentando recriar a Era do Gelo: mamutes serão "trazidos de volta à vida" em poucos anos
O projeto busca criar um animal inspirado no mamute

Por que os mamutes voltaram ao centro das discussões científicas?

Os mamutes reúnem apelo popular, importância histórica e potencial valor ecológico dentro de hipóteses de reintrodução em regiões frias. Defensores do projeto afirmam que animais adaptados ao gelo poderiam, no futuro, ajudar na restauração de ecossistemas de tundra e estimular novas ferramentas para preservação de espécies ameaçadas.

Ao mesmo tempo, o tema desperta interesse porque envolve áreas que avançaram rapidamente nos últimos anos:

  • Edição genética com maior precisão
  • Análise de DNA antigo e genômica comparativa
  • Desenvolvimento de células-tronco e embriologia
  • Pesquisa em reprodução assistida de grandes mamíferos
  • Aplicações da biotecnologia na conservação animal

Os mamutes realmente voltariam como antes?

Essa é a principal dúvida em torno do assunto. Mesmo com tecnologia avançada, muitos cientistas destacam que seria impossível reproduzir com perfeição um mamute original, já que fatores como ambiente, comportamento, microbioma e evolução natural também moldavam esses animais extintos.

Por isso, o cenário mais provável seria o surgimento de um animal editado com semelhanças físicas e fisiológicas importantes. Em outras palavras, os mamutes que aparecem no debate atual seriam uma aproximação biológica, não uma repetição fiel da espécie que viveu na Era do Gelo.

A ciência está tentando recriar a Era do Gelo: mamutes serão "trazidos de volta à vida" em poucos anos
Elefantes asiáticos são a base desse projeto científico

Quais desafios ainda dificultam esse plano?

Apesar do entusiasmo, o caminho científico continua complexo. Não basta selecionar genes e inseri-los em células de elefantes, porque todo o processo depende de testes, estabilidade genética, desenvolvimento embrionário, gestação segura e avaliação ética sobre bem-estar animal.

Entre os maiores obstáculos, costumam aparecer estes pontos:

  • Definir quais genes são realmente decisivos para o fenótipo dos mamutes
  • Garantir que os embriões se desenvolvam sem falhas graves
  • Reduzir riscos para elefantes usados no processo reprodutivo
  • Avaliar se haveria habitat adequado para esses animais no futuro
  • Responder às críticas sobre custo, prioridade e impacto ambiental

O que essa promessa revela sobre o futuro da ciência?

Mais do que anunciar a volta de mamutes, esse movimento mostra como genética, conservação e biotecnologia estão se aproximando de questões antes vistas como impossíveis. O debate já não gira apenas em torno de um animal extinto, mas da capacidade humana de editar espécies e redefinir fronteiras científicas.

Se os mamutes realmente voltarem em uma forma próxima à original, isso marcará uma virada histórica na pesquisa moderna. Mesmo que o projeto leve mais tempo ou entregue um resultado diferente do imaginado, a discussão já mudou a forma como a ciência enxerga extinção, preservação e o futuro da vida no planeta.

EnviarCompartilharTweet93Compartilhar148
ANTERIOR

Não jogue fora as cascas de cebola: este vegetal barato pode salvar suas plantas

PRÓXIMO

Anvisa determina nesta semana apreensão total de suplementos por irregularidades graves

Please login to join discussion
grupo whatsapp

© 2023 Terra Brasil Notícias

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
  • Conecte-se