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Obra de duplicação no Paraná terá R$ 230 milhões em investimentos e vai acelerar viagens até 2027

Por Larissa Hisashi
08/fev/2026
Em Geral
Obra de duplicação no Paraná terá R$ 230 milhões em investimentos e vai acelerar viagens até 2027

Duplicação de rodovias no Paraná prevê obras e impacto em pedágios até 2027

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Entre 2025 e 2027, uma parte expressiva da malha rodoviária paranaense deve passar por ampliação de pistas e readequação de traçado com investimento de R$ 230 milhões, com a concessionária Via Araucária assumindo o compromisso de transformar trechos de pista simples em vias com duas faixas de rolamento por sentido, reorganizando o fluxo entre o interior do Paraná, os Campos Gerais e a Região Metropolitana de Curitiba.

O que a duplicação de rodovias no Paraná prevê até 2027?

Até fevereiro de 2027, o contrato estabelece que 344 quilômetros das estradas sob responsabilidade da Via Araucária sejam duplicados, dentro de um total de 473 quilômetros concedidos, priorizando segmentos com maior volume de tráfego e conflitos entre fluxos urbanos e rodoviários. Nessa fase, a duplicação se concentra nas ligações com a Região Metropolitana de Curitiba e em importantes corredores de escoamento de produção.

As obras incluem duas pistas por sentido e ajustes estruturais, como novos dispositivos de retorno, passagens em desnível, melhorias de acessos, adequação de pontos de parada de ônibus e modernização da sinalização. Em diversos trechos, acostamentos e faixas de aceleração e desaceleração são redesenhados para se adequar ao novo padrão de fluxo e aumentar a segurança dos usuários.

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Duplicação traz mais segurança para motoristas nas estradas paranaenses

Quais requisitos técnicos e ambientais são exigidos antes da obra?

Antes da instalação dos canteiros, há uma etapa de análise técnica e ambiental que condiciona a liberação das frentes de serviço. A ANTT avalia os projetos apresentados pela concessionária, verificando se o desenho das novas pistas, interseções e medidas de segurança atendem ao edital de concessão e às normas vigentes.

Em paralelo, o Instituto Água e Terra (IAT) conduz o licenciamento ambiental, com estudos sobre vegetação, cursos d’água, áreas de preservação, ruído e impactos em comunidades lindeiras. Exigências de mitigação, como recuperação de áreas afetadas ou implantação de passagens de fauna, podem gerar ajustes pontuais de traçado, sem alterar a diretriz geral de duplicar os principais corredores até 2027.

Como a duplicação de rodovias no Paraná impacta trânsito e tarifas de pedágio?

Durante as intervenções, o trânsito tende a sofrer alterações temporárias, exigindo atenção redobrada dos motoristas. Em geral, esse tipo de obra provoca mudanças operacionais que interferem em velocidade, organização de faixas e percursos alternativos ao longo dos trechos em construção.

Nesse contexto, algumas medidas são adotadas para viabilizar os trabalhos e preservar a segurança de usuários e equipes:

  • Redução de velocidade em segmentos com presença de máquinas e trabalhadores;
  • Interdições de faixas para terraplenagem, pavimentação ou lançamento de estruturas;
  • Desvios para pistas laterais ou estradas vicinais em pontos de obra mais pesada;
  • Operações de “pare e siga” quando apenas uma faixa permanece liberada.

Quais benefícios são esperados com a duplicação das rodovias?

Estudos de concessões rodoviárias indicam que a duplicação tende a reduzir gargalos, melhorar a segurança viária e dar mais previsibilidade às viagens. A separação física dos sentidos e o aumento de capacidade ajudam a organizar melhor o fluxo entre veículos leves, ônibus e caminhões.

Experiências recentes, como na BR-381 em Minas Gerais, mostram menor frequência e menor gravidade de acidentes em trechos duplicados, inclusive com redução expressiva de colisões frontais. Esses resultados servem como referência para dimensionar o potencial de queda no número de ocorrências e óbitos também nas rodovias paranaenses.

Confira abaixo o vídeo divulgado no canal oficial da AEN Paraná, que já conta com mais de 3,3 mil inscritos, onde é mostrado o andamento das obras e onde será impactado:

Como será o cronograma das próximas etapas e o acompanhamento das obras?

O calendário de obras se estende além de 2027, com novas entregas previstas até o início dos anos 2030 para consolidar um corredor de pista dupla entre a região central, os Campos Gerais e a Grande Curitiba. O planejamento divulgado pela concessionária prevê incrementos graduais de duplicação e faixas adicionais em áreas como Palmeira, Irati e Campo Largo.

Usuários frequentes podem acompanhar informações oficiais por meio de painéis eletrônicos nas rodovias, site institucional, redes sociais e aplicativos de trânsito, que indicam pontos de interdição, desvios e previsões de liberação. ANTT e IAT seguem monitorando prazos, licenças e metas de duplicação, buscando garantir conformidade contratual, legal e ambiental em todas as fases do projeto.

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