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Mulher é condenada por gastar Pix recebido por engano e terá de pagar multa de R$ 1.412 e devolver o valor em dobro

Por Guilherme Silva
05/fev/2026
Em Geral
Mulher é condenada por gastar Pix recebido por engano e terá de pagar multa de R$ 1.412 e devolver o valor em dobro

Gastar Pix recebido por engano configura crime e gera prejuízo financeiro maior

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A apropriação de valores recebidos por engano via Pix resultou em condenação criminal e prejuízo financeiro severo para uma moradora de São José do Rio Preto. O caso reforça que gastar dinheiro alheio configura crime tipificado, gerando multas judiciais que superam largamente o montante original da transferência.

Como um erro de digitação evoluiu para processo criminal?

O episódio teve início quando um homem, ao digitar incorretamente a chave Pix, transferiu R$ 900 para a conta da ré. Ao perceber o equívoco, ele entrou em contato solicitando o estorno, mas a destinatária devolveu apenas uma fração do valor, alegando já ter gastado o restante.

Diante da recusa em ressarcir o total e da interrupção da comunicação, a vítima acionou o Ministério Público. O que a acusada tratou como um ganho fortuito foi rapidamente enquadrado como apropriação de coisa havida por erro, deslocando a disputa da esfera cível para a vara criminal.

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PIX e dinheiro embaixo do celular - Créditos: depositphotos.com / Etalbr
PIX e dinheiro embaixo do celular – Créditos: depositphotos.com / Etalbr

Gastar o saldo de uma transferência equivocada é crime?

Sim. O Código Penal Brasileiro, em seu Artigo 169, é explícito ao tipificar a conduta de quem recebe valores por falha alheia e não os restitui. A lei interpreta o uso desse recurso como má-fé, equiparando a ação à apropriação indébita.

A crença popular de que “achado não é roubado” não se sustenta nos tribunais digitais. O beneficiário possui a obrigação legal de comunicar o erro e devolver o montante integralmente, sob pena de enfrentar sanções que incluem detenção e multa penal.

A tentativa de vantagem indevida custa mais caro que a honestidade?

A análise financeira do caso comprova que a tentativa de retenção ilícita gerou um passivo muito superior ao ganho momentâneo. A justiça brasileira tende a punir o dolo, a vontade consciente de ficar com o alheio, com penalidades que servem de exemplo social.

Para visualizar a dimensão do erro estratégico cometido pela acusada, observe o comparativo direto entre a conduta ética e o resultado da sentença:

⚖️

Análise do erro estratégico e sentença

Observe o comparativo direto entre a conduta ética esperada e o resultado jurídico aplicado à acusada.
Ação do recebedor Consequência financeira Impacto jurídico
Devolução voluntária R$ 0,00 (Sem prejuízo) Nenhum (Situação resolvida)
Apropriação indébita Multa de R$ 1.412 + Devolução Antecedente criminal e processo
Relatório processual 2026
Dados baseados no cruzamento de condutas e penalidades.

Qual foi o cálculo final da condenação aplicada pela juíza?

A magistrada Carolina Marchiori Bueno Cocenzo adotou rigor na sentença para desestimular a conduta ilícita. Além de ordenar a devolução corrigida dos R$ 900 apropriados, ela aplicou uma prestação pecuniária (multa) no valor de R$ 1.412, baseada no salário mínimo vigente à época dos fatos.

A decisão elevou o prejuízo da ré para mais de R$ 1.912, sem contar as custas processuais. A sentença também incluiu um alerta formal: caso a indenização não seja paga, a pena alternativa pode ser convertida em restrição de liberdade.

O que fazer imediatamente ao receber um valor desconhecido?

Para evitar qualquer risco de enquadramento criminal, a agilidade e a transparência são suas maiores defesas. O beneficiário do erro não deve, sob nenhuma hipótese, movimentar o dinheiro para outra finalidade que não seja o estorno.

Garanta sua segurança jurídica seguindo rigorosamente este protocolo de ação caso um Pix inesperado caia em sua conta:

  • Isolamento do Valor: Não gaste nem transfira o dinheiro para terceiros; mantenha o saldo intacto.
  • Comunicação Bancária: Informe sua instituição financeira via chat ou SAC imediatamente para registrar a ocorrência.
  • Contato Ativo: Se a notificação do Pix trouxer dados do remetente, avise sobre a intenção de devolução.
  • Documentação: Guarde todos os comprovantes de estorno e protocolos de atendimento como prova de boa-fé.
Créditos: depositphotos.com / AllaSerebrina
Mulher escrevendo e lendo com uma estátua da Justiça – Créditos: depositphotos.com / AllaSerebrina

O banco é obrigado a estornar o valor se houver recusa?

Embora exista o Mecanismo Especial de Devolução (MED) do Banco Central, ele é desenhado primariamente para casos de fraude ou falha sistêmica, e não necessariamente para erros de digitação onde há disputa entre partes. Se o recebedor se negar a devolver, o banco não pode retirar o saldo arbitrariamente sem uma ordem judicial.

Isso torna a via judicial o único caminho para reaver os valores, como ocorreu no caso de Rio Preto. Entenda como proteger suas transações digitais verificando sempre os dados do destinatário antes de confirmar qualquer operação financeira.

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