• Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026
Terra Brasil Notícias
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Conecte-se
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
Terra Brasil Notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Início Geral

Motorista recebe R$ 131 milhões por erro, devolve o dinheiro e acaba processando banco

Por Guilherme Silva
23/fev/2026
Em Geral
Homem surpreso após receber transação milionária no banco

Homem surpreso após receber transação milionária no banco

EnviarEnviarCompartilharCompartilhar

O caso de Antônio Pereira do Nascimento tornou-se um dos episódios jurídicos mais comentados no Tocantins. Em junho de 2023, o motorista de aplicativo recebeu por engano uma transferência astronômica em sua conta bancária. Mesmo agindo com honestidade imediata, o desenrolar da história gerou um embate judicial na Justiça de Palmas que se estende até 2026, envolvendo pedidos de recompensa e danos morais.

Como um erro técnico transformou a vida de um motorista de aplicativo?

Em 20 de junho de 2023, Antônio tentava realizar uma transferência simples de R$ 227 pelo aplicativo do Bradesco. Por uma falha de processamento, o sistema creditou o valor surreal de R$ 131.870.227 em sua conta pessoal. O motorista, pai de quatro filhos e avô de 14 netos, notificou o gerente no mesmo dia e devolveu a quantia integral em menos de 24 horas, evitando qualquer retenção judicial.

Apesar da rapidez na devolução, o cliente alega ter sofrido consequências negativas imediatas por parte da instituição. Entre os problemas relatados estão a migração forçada para uma conta VIP com tarifa dobrada e a pressão psicológica exercida por funcionários. Antônio afirma que houve ameaças veladas sobre “pessoas na porta”, gerando um desconforto que o motivou a buscar reparação legal.

Leia Também

São Paulo anuncia investimento de R$ 3 bilhões para duplicar trecho crítico da SP-055 entre Caraguatatuba e Ubatuba e acabar com gargalo histórico de congestionamentos

Top 4 tônicos capilares mais buscados em 2026 para densidade, crescimento e controle da queda

Nova lei em vigor amplia acesso e permite CNH gratuita para brasileiros que atendem aos critérios

Créditos: depositphotos.com / seb_ra
Estátua da justiça – Créditos: depositphotos.com / seb_ra

Quais são os pedidos detalhados na ação judicial de Antônio?

Na ação nº 0030429-44.2024.8.27.2729, que tramita na 6ª Vara Cível de Palmas, o motorista busca o que considera uma recompensa justa por sua conduta. Ele utiliza os artigos 1.233 e 1.234 do Código Civil, que tratam de “coisa achada”, para solicitar uma porcentagem sobre o valor devolvido. A estratégia jurídica tenta aplicar o conceito de descoberta de bens ao cenário digital moderno.

Para entender a composição dos valores pleiteados pelo autor da ação em 2026, veja os pontos principais do processo:

Memorial de Pleitos • 2026

Detalhamento da Ação Judicial

Análise dos pedidos e fundamentos jurídicos da petição inicial.

Recompensa por Achado R$ 13,18 MILHÕES
Fundamento: Art. 1.234 do Código Civil

Cálculo baseado no direito à recompensa (achádego) de no mínimo 5% sobre o valor recuperado.

Danos Morais R$ 150.000,00
Pressão Psicológica e Exposição

Pleito decorrente do abalo emocional e exposição indevida do autor durante o episódio.

Danos Materiais Devolução de Cobranças
Tarifas e Dia de Trabalho

Restituição de valores descontados e compensação financeira pelo tempo despendido no caso.

Indenização Punitiva A Arbitrar
Conduta Abusiva

Aplicação do caráter pedagógico da pena para desestimular práticas abusivas da instituição financeira.

⚖️

Nota Processual: Em 2026, a jurisprudência sobre o achádego (recompensa por coisa achada) tem sido rigorosa quanto ao cumprimento da promessa de recompensa ou do limite legal de 1/3 do valor da coisa, conforme o caso.

Por que a tese de “coisa achada digital” é polêmica no tribunal?

A defesa de Antônio sustenta que a descoberta do saldo milionário sem causa legítima equivale a encontrar um objeto perdido. Contudo, a jurisprudência majoritária do STJ tende a não aplicar as regras de “coisa achada” em erros bancários onde o saldo é tecnicamente rastreável em tempo real. O entendimento é que o dinheiro nunca esteve “perdido”, mas apenas mal direcionado pelo sistema.

O debate em 2026 gira em torno de saber se a conduta ética do cidadão, que agiliza a devolução e evita custos operacionais ao banco, merece ser bonificada financeiramente. Enquanto o banco sustenta que o erro era puramente processual, o motorista afirma que sua proatividade evitou uma longa disputa judicial para a recuperação do montante. A produção de provas testemunhais segue em andamento.

Como o comportamento do banco impactou o bem-estar do cliente?

Segundo o relato de Antônio, a instituição financeira não apenas negou um agradecimento formal, como o expôs a um estresse desnecessário. O motorista guardou prints e áudios das conversas para se proteger de possíveis acusações de apropriação indébita. Ele alega que a perda de um dia de trabalho e a alteração compulsória do seu pacote de serviços foram retribuições inadequadas.

A vigilância sobre os direitos do consumidor tem sido um ponto central nas discussões deste caso no Brasil. Veja as principais reclamações listadas pela defesa do motorista:

  • Elevação da tarifa mensal de R$ 36 para R$ 70 sem consentimento ou aviso prévio.
  • Exposição midiática que gerou preocupações reais com a segurança da família.
  • Ausência de qualquer bônus ou reconhecimento pela cooperação imediata no estorno.
  • Tratamento intimidatório durante as tratativas para a devolução do valor milionário.
Martelo da Justiça e símbolo do Pix em cima da mesa
Martelo da Justiça e símbolo do Pix em cima da mesa

Qual é o status atual do processo em fevereiro de 2026?

Até o momento, não houve uma sentença definitiva na Justiça do Tocantins. Uma audiência de conciliação realizada anteriormente terminou sem acordo entre as partes, já que o Bradesco mantém a posição de que não há dever legal de pagar recompensa por erros de sistema. O processo segue agora na fase de instrução com a análise técnica dos logs do aplicativo.

A expectativa para o decorrer de 2026 é que o magistrado defina se a conduta de Antônio gera direito à indenização por danos morais, independentemente da aceitação da tese da recompensa milionária. Especialistas apontam que este julgamento servirá como um precedente importante para casos de falhas tecnológicas em transferências instantâneas e a responsabilidade das instituições.

Quais lições ficam sobre a apropriação indébita e a honestidade?

Embora o pedido de R$ 13 milhões seja o foco das manchetes, a ação de Antônio ao devolver o dinheiro evitou que ele respondesse criminalmente. No Código Penal, utilizar valores creditados indevidamente pode resultar em sanções por apropriação de erro. A lição para o consumidor em 2026 é sempre notificar a instituição e registrar todas as interações para garantir a própria segurança jurídica.

EnviarCompartilharTweet93Compartilhar148
ANTERIOR

São Paulo anuncia investimento de R$ 3 bilhões para duplicar trecho crítico da SP-055 entre Caraguatatuba e Ubatuba e acabar com gargalo histórico de congestionamentos

Please login to join discussion
grupo whatsapp

© 2023 Terra Brasil Notícias

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
  • Conecte-se