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Justiça do Rio Grande do Norte condena banco a devolver R$ 6 mil após cair em golpe de falsas promessa em grupo no Telegram

Por Guilherme Silva
21/fev/2026
Em Geral
Justiça do Rio Grande do Norte condena banco a devolver R$ 6 mil após cair em golpe de falsas promessa em grupo no Telegram

Justiça condena banco a ressarcir consumidor por fraude em grupos de renda extra

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Uma instituição financeira foi condenada a ressarcir um consumidor em R$ 6.000 após uma fraude envolvendo falsas promessas de renda extra no Telegram. A decisão da 2ª Turma Recursal dos Juizados Especiais reformou o entendimento anterior para reconhecer a falha de segurança bancária.

Como o esquema criminoso vitimou o consumidor no ambiente digital?

O golpe ocorreu quando o autor realizou transferências sob orientação de sua namorada, que havia sido atraída por um grupo prometendo recompensas por tarefas cumpridas. Os criminosos utilizaram o aplicativo de mensagens para dispersar os valores rapidamente entre diversas contas bancárias.

Embora a transação tenha sido realizada de forma voluntária, o colegiado entendeu que houve contribuição do banco para o ilícito. A negligência foi configurada pela abertura de contas para estelionatários sem a devida verificação de identidade, facilitando a recepção do dinheiro proveniente do crime.

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MARTELO DA JUSTIÇA E DINHEIRO EM CIMA DA MESA
Martelo da Justiça e dinheiro em cima da mesa

Quais fundamentos jurídicos garantiram o ressarcimento integral?

A sentença fundamentou-se na responsabilidade objetiva das instituições financeiras, conforme previsto no Código de Defesa do Consumidor e na Súmula 479 do STJ. Abaixo, detalhamos os pilares técnicos que sustentaram a condenação da empresa:

⚖️ Pilares técnicos que sustentaram a condenação da empresa

Análise baseada no Código de Defesa do Consumidor e jurisprudência do STJ
Fundamento jurídico
Aplicação no caso
Consequência técnica
Súmula 479 do STJ
Fraude por terceiro
Responsabilidade do banco
Falha no KYC
Identidade do “laranja”
Conta fraudulenta aberta
Risco do empreendimento
Dano ao consumidor
Reparação material plena
📝
A sentença reafirma que as instituições financeiras respondem objetivamente pelos danos gerados por fortuito interno relativo a fraudes e delitos praticados por terceiros no âmbito de operações bancárias.

Por que a decisão de primeira instância foi reformada?

Inicialmente, o pedido de ressarcimento havia sido negado sob a justificativa de que a vítima efetuou o pagamento por vontade própria. Contudo, o relator José Conrado Filho destacou que o banco ignorou movimentações atípicas que fugiam ao perfil do correntista.

Ao permitir que contas usadas por golpistas operassem livremente, a instituição falhou no dever de segurança e prevenção. A reforma da sentença garantiu que o valor de R$ 6.000 fosse devolvido com acréscimos de juros e correções monetárias desde a data do evento.

Justiça
Criminoso utilizando celular para golpes – Créditos: depositphotos.com / IgorVetushko

Como as instituições devem agir para evitar contas fraudulentas?

A prevenção de fraudes exige que os bancos implementem processos rigorosos de verificação de clientes e monitoramento de fluxo de caixa em tempo real. A abertura de contas sem critérios sólidos permite que criminosos utilizem o sistema para lavagem de dinheiro e estelionato.

Para evitar prejuízos em plataformas digitais, recomenda-se que o usuário siga estas diretrizes:

  • Desconfiar de promessas de lucro fácil em grupos do Telegram
  • Verificar a procedência de ofertas de trabalho via mensagens
  • Registrar boletim de ocorrência eletrônico após identificar o golpe
  • Notificar a instituição financeira imediatamente pelos canais oficiais

No perfil de Renato Cunha (@renatocunha_re), que dedica seu conteúdo a ajudar mais de 150 mil seguidores a não caírem em ciladas financeiras, ele faz um alerta urgente sobre como funcionam os sofisticados (e perigosos) golpes de renda extra que infestam o Telegram:

@renatocunha_re

🚨 Fique atento a propostas suspeitas de renda extra! Estão circulando grupos no Telegram se passando por parceiros do Magazine Luiza, oferecendo oportunidades de renda extra para divulgar Trader e produtos. Cuidado! Essas promessas de ganhos rápidos e altos retornos podem esconder armadilhas financeiras. Depois de pedir investimentos, o dinheiro simplesmente desaparece. ⚠️ Atenção: Magazine Luiza não realiza parcerias desse tipo por grupos de Telegram, WhatsApp ou Instagram. Desconfie de propostas muito lucrativas e de quem pede dinheiro antecipado. Fique alerta ao ser incluído em grupos desconhecidos do nada. 🔒 Proteja-se: Nunca compartilhe seus dados pessoais ou financeiros em grupos desconhecidos. Sempre verifique a autenticidade de qualquer proposta entrando em contato diretamente com a empresa. Denuncie e saia de grupos suspeitos imediatamente. A segurança começa com a informação. Compartilhe esta mensagem para proteger mais pessoas! Não esqueça de me seguir para mais dicas. #rendaextra #telegram #cuidado #alerta #fraude #trader #investimento #compartilhe #divulgue

♬ HOT HAT HIPHOP Club Beats BPM164 – Julyarias

Qual o impacto desta decisão para o monitoramento antifraude?

O veredito impõe que as empresas de tecnologia financeira invistam em algoritmos mais eficientes para detectar perfis de risco e contas inativas que subitamente movimentam altos valores. O precedente desencoraja a inércia administrativa diante de crimes eletrônicos crescentes no Brasil.

Em 2026, a segurança dos dados e das transações torna-se o principal diferencial competitivo no mercado bancário. Decisões que punem a negligência na abertura de contas “laranjas” forçam o setor a elevar os padrões de governança e proteção ao patrimônio do cliente.

Onde o consumidor pode buscar auxílio jurídico em casos similares?

Vítimas de golpes digitais podem recorrer aos Juizados Especiais Cíveis para pleitear a devolução de valores quando comprovada a falha sistêmica do banco. O registro de queixas formais em plataformas de mediação e no Banco Central é um passo preparatório essencial.

A organização de extratos, prints e protocolos de atendimento fortalece a tese de falta de monitoramento por parte da instituição. A persistência na via judicial garante que as perdas materiais sejam recompostas, educando o mercado sobre os limites da responsabilidade digital.

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