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Indicação da família Bolsonaro para governo do Rio assusta grupos de Eduardo Paes e Lula

Por Junior Melo
23/fev/2026
Em Política
Indicação da família Bolsonaro para governo do Rio assusta grupos de Eduardo Paes e Lula

Eduardo Paes e Lula - Foto: Ricardo Stuckert/Reprodução

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A disputa pelo governo do Rio de Janeiro ainda não está oficialmente posta, mas já interfere na dinâmica entre os principais grupos políticos do país, sobretudo em torno da pauta da segurança pública, historicamente sensível no estado.

Como a família Bolsonaro influencia a disputa pelo governo do Rio?

A possibilidade de uma candidatura ligada diretamente à família Bolsonaro ao Palácio Guanabara passou a ser tratada como fator de risco por aliados de Eduardo Paes e de setores próximos ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nos bastidores, avalia-se que a pauta da segurança tende a organizar o debate eleitoral, reposicionando alianças e estratégias.

Interlocutores do campo conservador relatam que a construção dessa candidatura passa por um discurso centrado no enfrentamento ao crime organizado e na reação ao avanço de facções na Região Metropolitana. A simples sinalização de um nome apoiado pelo bolsonarismo já provoca revisões de cálculo em partidos da esquerda.

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Por que a segurança pública pode redefinir o tabuleiro da família Bolsonaro?

A eventual escolha de um nome apadrinhado pela família Bolsonaro para disputar o governo é vista como ponto de inflexão por diferentes grupos. Pesquisas internas indicam que o combate à criminalidade segue como principal preocupação dos moradores, à frente de mobilidade e empregos, o que reforça a centralidade dessa agenda.

Nesse contexto, uma candidatura alinhada ao bolsonarismo pode capturar parte do eleitorado que associa o campo conservador a uma postura mais rígida contra facções e milícias. Ao mesmo tempo, aliados de Paes e do governo federal buscam responder sem perder o discurso de responsabilidade institucional e respeito a direitos humanos.

Quais nomes ligados à segurança surgem como potenciais candidatos?

Entre os nomes citados está o do delegado Felipe Curi, atual secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, associado a um discurso direto de combate às facções criminosas. Sua visibilidade cresceu após a operação no Complexo do Alemão, interpretada por parte da população como resposta ao avanço do Comando Vermelho.

Outro nome em discussão é o do deputado estadual Douglas Ruas, com atuação legislativa focada em pautas de segurança, que pode disputar o governo ou mirar a presidência da Alerj em 2027. Para estrategistas conservadores, ambos representam perfis capazes de dialogar com um eleitorado que exige resultados concretos na segurança.

Como Paes e Lula ajustam suas estratégias frente ao avanço bolsonarista?

As movimentações em torno de um nome apoiado pela família Bolsonaro geram atenção especial nos núcleos de Eduardo Paes e de aliados de Lula no estado. Uma candidatura fortemente ancorada na segurança pública pode reorganizar apoios regionais, pressionar partidos de centro e alterar alianças hoje consideradas estáveis.

Para responder a esse cenário, gabinetes da prefeitura e do governo federal articulam ajustes de discurso e de alianças, buscando combinar firmeza no combate ao crime com defesa de políticas sociais e controle institucional. Entre as principais frentes de ação em estudo, destacam-se iniciativas voltadas a reduzir vulnerabilidades políticas e eleitorais:

  • Refinamento de pesquisas sobre prioridades do eleitor em segurança e políticas sociais;
  • Negociações com partidos de centro em busca de alianças mais amplas e estáveis;
  • Monitoramento da popularidade de figuras ligadas ao bolsonarismo no estado;
  • Ajustes no discurso sobre enfrentamento às facções e fortalecimento de programas sociais.

Quais cenários eleitorais se desenham para o governo do Rio?

Analistas políticos mapeiam cenários que vão de uma candidatura claramente identificada com o bolsonarismo, possivelmente da área de segurança, a um nome de perfil mais administrativo apoiado por Eduardo Paes, que combine gestão e firmeza na segurança. Também é cogitada uma candidatura mais alinhada a Lula.

Em qualquer hipótese, a segurança pública tende a permanecer como eixo estruturante da campanha, influenciando a percepção sobre operações policiais e combate às facções. A capacidade de cada grupo de apresentar planos concretos e críveis para reduzir a violência pode ser decisiva para atrair eleitores indecisos.

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