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Homem condenado pelo TJMA após receber R$ 1.300 indevidamente via Pix é obrigado a devolver

Por Guilherme Silva
20/fev/2026
Em Geral
Homem condenado pelo TJMA após receber R$ 1.300 indevidamente via Pix é obrigado a devolver

Justiça do Maranhão determina devolução de Pix recebido por erro bancário

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O 7º Juizado Especial Cível de São Luís determinou que um cidadão restitua o valor de R$ 1.316,35 recebido indevidamente em sua conta bancária. A sentença proferida em 2024 pelo TJMA reforça o entendimento de que o recebimento de valores por erro do pagador não gera direito de posse, obrigando o destinatário à devolução integral do montante corrigido.

Quais foram as circunstâncias que levaram o caso ao tribunal maranhense?

O incidente ocorreu em junho de 2024, quando o proprietário de uma creche, ao tentar realizar o pagamento de um fornecedor, equivocou-se na digitação da chave Pix e transferiu o valor para um desconhecido. Ao perceber o erro, a vítima entrou em contato com o recebedor através do WhatsApp, onde o réu chegou a confirmar sua identidade, mas interrompeu a comunicação sem efetuar o estorno.

Diante da resistência em devolver a quantia, o dono do estabelecimento ingressou com uma ação judicial para reaver o capital. Durante o trâmite processual, o réu não apresentou defesa e não compareceu à audiência designada, o que levou a Justiça a decretar sua revelia, presumindo como verdadeiros todos os fatos narrados e comprovados pela vítima.

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Pix se tornou o metodo de pagamento mais utilizado no Brasil – Créditos: depositphotos.com / [email protected]

Como a juíza fundamentou a obrigatoriedade da restituição do valor?

A juíza Maria José França Ribeiro baseou a sentença na comprovação documental robusta apresentada pelo autor, incluindo extratos bancários e registros de conversas. Segundo a magistrada, a ausência de contestação do réu confirma que não havia qualquer relação jurídica ou dívida que justificasse a permanência do dinheiro em sua conta, configurando enriquecimento sem causa.

Abaixo, a cronologia dos eventos que fundamentaram a decisão judicial:

⏳ Cronologia do Processo Judicial

Evolução dos eventos e atos processuais fundamentadores da decisão final
Data / Evento Detalhes da Ocorrência Status Jurídico
06/06/2024 Pix enviado por erro (Dono de creche) Transferência indevida
Dias após Contato via WhatsApp sem resposta Tentativa de conciliação
Citação Judicial Réu não apresenta defesa ou advogado Decreto de Revelia
Sentença (2024) Determinação de devolução integral Trânsito em Julgado
⚖️
Implicação da Revelia: A ausência de contestação por parte do réu após a citação válida gerou a presunção de veracidade dos fatos alegados pelo autor. Combinado com o silêncio perante as tentativas de conciliação via WhatsApp, o magistrado consolidou o direito à restituição para evitar o enriquecimento ilícito do recebedor.

Por que o pedido de danos morais foi negado pela magistrada?

Apesar de determinar a devolução do dinheiro, a juíza negou o pedido de indenização por danos morais formulado pelo autor. O entendimento aplicado foi de que a situação, embora frustrante, configura um “mero aborrecimento” da vida cotidiana, sem atingir a honra ou causar um sofrimento psicológico profundo que justificasse uma reparação pecuniária extra.

Na jurisprudência atual do TJMA, os tribunais têm sido cautelosos ao distinguir erros operacionais de ofensas à dignidade humana. A prioridade da Justiça é o restabelecimento do equilíbrio financeiro através da restituição do valor, evitando que o instituto do dano moral seja utilizado de forma banalizada em casos de transações bancárias equivocadas entre particulares.

Créditos: depositphotos.com / rafapress
Pessoa mexendo no celular para usar o PIX – Créditos: depositphotos.com / rafapress

Quais são as ferramentas do Banco Central para evitar processos judiciais?

O Banco Central disponibiliza mecanismos de segurança para reduzir a necessidade de intervenção judicial em erros de transferência. A orientação das autoridades financeiras é que o recebedor utilize sempre a função nativa de estorno do próprio aplicativo, garantindo que o dinheiro retorne à conta de origem de forma rastreável e segura para ambas as partes.

  • Utilizar o MED (Mecanismo Especial de Devolução) em até 90 dias caso haja erro no envio ou suspeita de fraude.
  • Registrar o Boletim de Ocorrência digital para servir como prova de má-fé caso o destinatário se recuse a colaborar com o estorno.
  • Notificar a instituição financeira de destino sobre o recebimento indevido para que o banco possa alertar o correntista sobre a falha.

Quais os riscos de manter um Pix recebido por engano atualmente?

A permanência de valores indevidos em conta bancária, após a ciência inequívoca do erro, pode ser tipificada como apropriação indébita conforme o Código Penal. Com a integração de dados e o monitoramento em tempo real do Banco Central, a ocultação desses recursos tornou-se inviável, expondo o cidadão a bloqueios judiciais e penhora de bens.

A Febraban recomenda que, ao identificar um depósito de origem desconhecida, o correntista não utilize o valor sob hipótese alguma. Atualmente, a rapidez dos processos nos Juizados Especiais Cíveis garante que a vítima obtenha a condenação em poucos meses, acumulando juros e correção monetária que tornam a dívida significativamente mais cara para quem se recusou a agir com ética desde o início.

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