• Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
terça-feira, 10 de fevereiro de 2026
Terra Brasil Notícias
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Conecte-se
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
Terra Brasil Notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Início Justiça

Empresa é condenada a pagar R$ 25 mil após gerente chamar funcionária de 67 anos de “bruxa”

Por Guilherme Silva
10/fev/2026
Em Justiça
Funcionária de 67 anos ganha R$ 25 mil após sofrer etarismo no trabalho

Funcionária de 67 anos ganha R$ 25 mil após sofrer etarismo no trabalho

EnviarEnviarCompartilharCompartilhar

Uma funcionária de limpeza de 67 anos receberá uma indenização de R$ 25 mil após sofrer humilhações constantes de sua gerente. A vítima era chamada de “bruxa” e “velha”, configurando um caso grave de etarismo e assédio moral no ambiente de trabalho.

Por que a justiça decidiu condenar a empresa?

O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2) decidiu aumentar o valor da condenação inicial, reconhecendo a severidade das ofensas direcionadas à idade da trabalhadora. Para os magistrados, a conduta da gerente ultrapassou o limite do desentendimento profissional, caracterizando uma violação da dignidade e dos direitos protegidos pelo Estatuto do Idoso.

A decisão ressaltou que a empresa falhou em garantir um ambiente respeitoso. Ao permitir que uma líder incentivasse outros colegas a repetirem os xingamentos, a varejista foi responsabilizada pelo abalo emocional causado. O valor de R$ 25 mil tem caráter pedagógico: serve para reparar a vítima e, ao mesmo tempo, desestimular que a empresa tolere práticas discriminatórias no futuro.

Leia Também

Câmara do DF decide pelo arquivamento do primeiro pedido de impeachment de Ibaneis Rocha

Alexandre de Moraes decide manter prisão preventiva de ex-assessor de Bolsonaro

Pedido de Carla Zambelli para trocar juízes é negado pela justiça italiana

Quais foram as humilhações sofridas pela vítima?

O processo revelou um cenário de constrangimento sistemático. Além dos apelidos pejorativos, a funcionária era exposta a situações vexatórias na frente de clientes e outros colaboradores. A gerente utilizava sua posição de poder para menosprezar a trabalhadora baseando-se em sua condição de idosa.

Entre as principais queixas comprovadas nos autos, destacam-se:

  • Apelidos Cruéis: A gerente a chamava frequentemente de “bruxa” e “velha”.
  • Incentivo ao Escárnio: A superiora encorajava outros funcionários a repetirem as ofensas.
  • Custeio Forçado: A vítima precisava comprar vassouras e panos com o próprio dinheiro.
  • Repreensões Públicas: Era tratada de forma ríspida diante de outros empregados.

Como o tribunal avaliou a gravidade dos fatos?

A Justiça do Trabalho analisou o conjunto das atitudes da gerente para fundamentar a majoração da indenização. O entendimento foi de que houve um ataque direto à autoestima da profissional, agravado pela sua vulnerabilidade. A omissão da empresa em fornecer materiais básicos também pesou na decisão.

Veja na tabela abaixo como cada atitude foi interpretada juridicamente:

Matriz de Interpretação Jurídica
Análise de Conduta e Consequências Legais
Conduta
Xingamentos
(“Bruxa”)
Interpretação Legal
Configura Etarismo (discriminação por idade) e Dano Moral severo.
Consequência
Aumento da Indenização
Conduta
Falta de
Materiais
Interpretação Legal
O dever de fornecer insumos é o Risco do Negócio do empregador.
Consequência
Reembolso Obrigatório
Conduta
Humilhação
Pública
Interpretação Legal
Caracteriza Assédio Moral organizacional e interpessoal.
Consequência
Punição Pedagógica
“O ambiente de trabalho saudável é um direito fundamental irrenunciável.”

O que é o etarismo no ambiente corporativo?

Este caso lança luz sobre o etarismo, que é a discriminação baseada na idade. Chamar uma funcionária de 67 anos de “velha” ou “lenta” não é uma brincadeira inofensiva, mas sim um ato discriminatório que visa excluir ou diminuir o profissional sênior no mercado de trabalho.

A condenação serve como um alerta para que os departamentos de Recursos Humanos fiquem vigilantes. A justiça brasileira tem demonstrado maior rigor contra empresas que toleram gestores abusivos, reafirmando que a dignidade do trabalhador idoso é protegida constitucionalmente e deve ser respeitada.

Essa decisão serve de alerta para outros casos?

Sim, a decisão do TRT-2 estabelece um parâmetro importante para processos envolvendo discriminação por idade. Ao elevar o valor da indenização para R$ 25 mil, o tribunal sinaliza que punições leves não são suficientes para corrigir condutas graves em grandes corporações.

A mensagem final é clara: o respeito não tem prazo de validade. Empresas que ignorarem a gestão humanizada e permitirem que seus líderes tratem subordinados idosos com desdém enfrentarão consequências financeiras e danos à reputação, forçando uma mudança necessária nessa cultura organizacional.

EnviarCompartilharTweet93Compartilhar148
ANTERIOR

Origem das palavras explica quem são as nações e revela o verdadeiro significado do nome Brasil

Please login to join discussion
grupo whatsapp

© 2023 Terra Brasil Notícias

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
  • Conecte-se