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Clientes da Caixa Econômica Federal e do Bradesco que fazem pagamentos por Pix precisam ficar atentos a este aviso de 22/02

Por Yudi Soares
22/fev/2026
Em Geral
Clientes da Caixa Econômica Federal e do Bradesco que fazem pagamentos por Pix precisam ficar atentos a este aviso de 22/02

Golpes com Pix crescem no Brasil e ameaçam milhões de usuários (Créditos: depositphotos.com / thenews2.com // Créditos: depositphotos.com / Alisonnunes // Créditos: depositphotos.com / BrendaRochaBlossom)

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O avanço do Pix desde 2020 transformou o jeito como a população brasileira realiza pagamentos e transferências. Operações que antes dependiam de horário bancário passaram a ser feitas em segundos, a qualquer hora, o que facilitou o acesso aos serviços financeiros e, ao mesmo tempo, abriu espaço para golpes digitais que exploram a pressa, a distração e a falta de costume com ferramentas online.

O que é o golpe do Pix?

O golpe do Pix não está ligado a falhas técnicas do sistema, mas ao uso de engenharia social. Em vez de invadir contas com métodos sofisticados, golpistas manipulam o comportamento das pessoas, fingindo ser bancos, empresas conhecidas ou familiares e criando um clima de urgência para forçar decisões rápidas.

Os criminosos usam ligações, mensagens e perfis falsos para convencer a vítima a transferir dinheiro ou entregar dados sensíveis. Muitas abordagens misturam informações reais, como o nome completo ou parte do CPF, com dados inventados, o que torna a fraude mais convincente e amplia o alcance entre diferentes perfis de usuários.

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Clientes da Caixa Econômica Federal e do Bradesco que fazem pagamentos por Pix precisam ficar atentos a este aviso de 22/02
Pix – Créditos: depositphotos.com / BrendaRochaBlossom

Quais são os principais tipos de golpe do Pix?

Os golpes com Pix seguem alguns padrões já conhecidos, embora novas variações surjam com frequência. Um dos formatos mais recorrentes é o phishing, em que mensagens por SMS, e-mail ou aplicativos de conversa simulam comunicados oficiais de bancos, lojas ou órgãos públicos para roubar dados ou induzir transferências.

Outra prática comum é o golpe por telefone, em que a pessoa é orientada a “confirmar” operações, liberar supostos créditos ou informar senhas e tokens. Há ainda falsas lojas virtuais, QR codes adulterados e perfis em redes sociais que exigem pagamento antecipado via Pix por produtos ou serviços inexistentes:

🚨 Sinal de golpe 🔎 O que isso indica
Mensagens que imitam bancos + links encurtados Tentativa de levar você a páginas falsas para roubar dados ou instalar app malicioso.
Phishing
Perfis comerciais recentes e com poucas interações Possível loja “fantasma”, criada para aplicar golpes e desaparecer após o pagamento.
Fraude em compras
Pedido de Pix como “taxa”, “garantia”, “teste” ou “confirmação” Golpistas usam nomes “técnicos” para convencer a vítima a transferir dinheiro voluntariamente.
Engenharia social
Ligações pedindo códigos por SMS ou app autenticador Eles tentam usar seus códigos para entrar na sua conta e aprovar transações.
Tomada de conta

Como identificar sinais de um possível golpe do Pix?

Reconhecer sinais de alerta é uma das formas mais eficazes de evitar o golpe do Pix. Abordagens que apelam para medo, pressa ou “oportunidade imperdível” costumam tentar reduzir o tempo de análise da vítima, estimulando o clique em links ou a realização de transferências sem conferência cuidadosa.

Em geral, comunicações que falam em bloqueio imediato, perda de limite, promoções relâmpago ou “regularização imediata” devem ser vistas com desconfiança. Nessas situações, especialistas recomendam buscar sempre o canal oficial do banco ou da empresa e confirmar se realmente existe algum problema ou oferta em andamento.

Como reduzir o risco de cair em golpe do Pix?

A prevenção contra golpes com Pix depende de hábitos de atenção e do uso dos recursos de segurança dos aplicativos. Pequenas medidas reduzem bastante a exposição sem atrapalhar a rotina financeira, aumentando a proteção do usuário em operações do dia a dia.

Algumas práticas simples ajudam a reforçar a segurança das transações e dificultar a ação de golpistas que tentam explorar distrações e brechas de comportamento:

  1. Conferir remetentes e endereços: antes de clicar em links, verifique o domínio do site e o número de telefone exibido.
  2. Acessar o banco por meios oficiais: prefira abrir diretamente o aplicativo ou digitar o endereço do banco no navegador.
  3. Ativar autenticação em duas etapas: adicione uma camada extra de proteção ao acesso à conta.
  4. Definir limites de valor para Pix: limites diários e noturnos menores reduzem prejuízos em caso de fraude.
  5. Monitorar o extrato com frequência: acompanhar movimentações ajuda a identificar operações suspeitas rapidamente.

O que fazer imediatamente após cair em um golpe do Pix?

Ao identificar uma transferência indevida ou o vazamento de dados sensíveis, a rapidez na reação pode fazer diferença no resultado. O primeiro passo é entrar em contato com o banco ou instituição de pagamento pelos canais oficiais, relatar o ocorrido e seguir as orientações, que costumam incluir bloqueio temporário do aplicativo, troca de senhas e revisão de transações recentes.

Desde 2021, o Banco Central disponibiliza o Mecanismo Especial de Devolução (MED), criado para casos de suspeita de fraude ou falha operacional.

Desde 2025, o MED passou a contar com rastreamento mais detalhado do caminho da transferência e ampliou o prazo de contestação para até 11 dias, aumentando as chances de recuperação de valores, sobretudo quando a vítima também registra boletim de ocorrência e guarda todos os comprovantes e protocolos de atendimento.

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