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Bicheiro Adilsinho é preso em operação policial no Rio de Janeiro

Por Junior Melo
26/fev/2026
Em Policial
Bicheiro Adilsinho é preso em operação policial no Rio de Janeiro

Polícia Federal - Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

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A prisão de Adilson Oliveira Coutinho Filho, o bicheiro Adilsinho, em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, marca um novo capítulo no enfrentamento ao crime organizado no estado, após uma ação conjunta da Polícia Federal e da Polícia Civil na manhã desta quinta-feira (26/2).

Quem é o bicheiro Adilsinho e por que ele era tão procurado?

Apontado como um dos principais nomes da cúpula do jogo do bicho no Rio de Janeiro, Adilson Oliveira Coutinho Filho era considerado o principal foragido da Operação Libertatis II, deflagrada em março de 2025, com mandado de prisão da Justiça Federal e processos na esfera estadual.

As investigações indicam que o contraventor é suspeito de ordenar homicídios, chefiar uma estrutura criminosa armada em diferentes regiões do estado e controlar um esquema de corrupção que inclui apoio logístico de servidores públicos, como policiais na ativa e ex-agentes.

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Como o bicheiro Adilsinho atuava no jogo do bicho?

Além da ligação histórica com o jogo do bicho, Adilsinho é apontado como o maior produtor e distribuidor de cigarros falsificados no Rio de Janeiro, atividade que envolve rotas clandestinas, fronteiras terrestres e fluviais e esquemas de lavagem de dinheiro com uso de empresas de fachada.

A participação do policial militar Diego D’Arribada Rebello de Lima como suposto responsável por sua segurança expõe a infiltração de interesses ilegais nas forças de segurança, ampliando as apurações sobre possíveis redes de proteção e repasse de informações sigilosas ao grupo criminoso.

Como foi planejada e executada a operação?

A prisão de Adilsinho foi conduzida pela FICCO/RJ (Força Integrada de Combate ao Crime Organizado), no âmbito da Operação Libertatis II, voltada ao desmonte de uma organização criminosa armada e transnacional, especialmente ligada ao comércio ilegal de cigarros e ao domínio territorial em áreas estratégicas.

Segundo os investigadores, o uso do Serviço Aeropolicial possibilitou monitoramento aéreo, cerco rápido e redução das chances de fuga, após um trabalho de inteligência que mapeou deslocamentos, imóveis de alto padrão em Cabo Frio e eventuais rotas de saída pela Região dos Lagos.

Quais foram as principais etapas da captura de Adilsinho?

Segundo a FICCO/RJ, a operação seguiu um planejamento integrado, com divisão de tarefas entre equipes de inteligência, unidades operacionais em solo e apoio aéreo, buscando evitar confronto armado e preservar provas em endereços ligados ao contraventor:

  • Levantamento de informações por equipes de inteligência da FICCO/RJ;
  • Identificação de imóveis ligados ao bicheiro na Região dos Lagos;
  • Planejamento integrado entre PF, Polícia Civil e Serviço Aeropolicial;
  • Cerco ao imóvel e abordagem simultânea para evitar reação ou fuga;
  • Prisão de Adilsinho e do policial militar apontado como segurança.

Após a detenção, Adilsinho foi levado à Superintendência Regional da Polícia Federal no Rio de Janeiro para formalidades legais e, em seguida, será transferido para o sistema prisional estadual, ficando à disposição da Justiça Federal e Estadual por crimes como contrabando, organização criminosa e homicídios.

Quais impactos a prisão de Adilsinho pode gerar?

A captura de uma liderança como Adilsinho tende a enfraquecer momentaneamente a coordenação financeira e logística do grupo, sobretudo no comércio ilegal de cigarros, mas autoridades alertam que organizações desse porte costumam ter substitutos preparados para assumir funções.

Os próximos passos incluem rastreamento de patrimônio, cruzamento de dados financeiros, aprofundamento em esquemas de lavagem de dinheiro e responsabilização de agentes públicos envolvidos, em um cenário de possível reconfiguração de alianças no jogo do bicho e em mercados ilegais no estado.

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