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Início Política

Ataque em Moscou deixa vice-chefe da inteligência militar russa ferido

Por Junior Melo
06/fev/2026
Em Política
Ataque em Moscou deixa vice-chefe da inteligência militar russa ferido

Vladimir Alekseyev - Foto: Reprodução/X

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Nesta sexta-feira (6/2), o ataque ao vice-chefe da inteligência militar russa em Moscou acrescenta um novo capítulo à sequência de atentados contra altos oficiais das Forças Armadas, em meio à guerra na Ucrânia e a tentativas diplomáticas de negociação.

Quem é o vice-chefe da inteligência militar russa ferido em Moscou?

O tenente-general Vladimir Alekseyev é o primeiro vice-chefe da inteligência militar russa desde 2011, posição estratégica dentro da estrutura de defesa. Ele foi atingido por múltiplos disparos em um prédio residencial na região noroeste de Moscou, por um agressor ainda não identificado, e levado ao hospital, segundo a porta-voz do Comitê Investigativo, Svetlana Petrenko.

Até o momento, os investigadores não apresentaram suspeitos nem indicaram possível mandante, nem fizeram ligação oficial com serviços de inteligência estrangeiros. A ausência de uma versão consolidada mantém abertas hipóteses que vão de ação coordenada com motivação política a disputas internas envolvendo alvos militares de alto escalão.

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Como o ataque se relaciona com a guerra na Ucrânia?

O tiroteio contra o vice-chefe da inteligência militar russa ocorreu um dia após conversas em Abu Dhabi entre representantes de Rússia, Ucrânia e Estados Unidos, voltadas a buscar uma saída para a guerra que já se aproxima do quarto ano. A delegação russa nessas negociações foi liderada pelo chefe da inteligência militar, almirante Igor Kostyukov, o que evidencia a centralidade do serviço de inteligência nas estratégias de guerra e de paz de Moscou.

Desde o início da ofensiva russa, autoridades em Moscou atribuem a Kyiv uma série de atentados contra oficiais militares e figuras públicas na Rússia, alguns assumidos pela Ucrânia quando ligados diretamente ao comando da campanha. No caso de Alekseyev, porém, não houve reivindicação de responsabilidade nem comentário oficial de autoridades ucranianas, reforçando o caráter nebuloso do episódio no tabuleiro diplomático e de inteligência.

Qual é o histórico recente de atentados contra altos oficiais russos?

O ataque a Alekseyev insere-se em uma sequência de atentados contra generais e altos oficiais russos dentro da própria Rússia, muitos executados com explosivos colocados em veículos ou objetos comuns. Em dezembro, um carro-bomba matou o tenente-general Fanil Sarvarov, chefe da Diretoria de Treinamento Operacional do Estado-Maior, enquanto em abril o tenente-general Yaroslav Moskalik morreu após a explosão de um artefato em seu carro nos arredores de Moscou.

Outro caso emblemático ocorreu em dezembro de 2024, quando o tenente-general Igor Kirillov, chefe das forças de defesa nuclear, biológica e química do Exército russo, foi morto por uma bomba escondida em um patinete elétrico na entrada de seu prédio, ataque assumido publicamente pela Ucrânia. A sucessão de operações com alvos bem definidos sugere um padrão de ações de sabotagem contra o alto comando militar, com possíveis efeitos na moral interna e na percepção de vulnerabilidade em Moscou.

O que o ataque indica sobre a segurança interna russa?

O fato de um vice-chefe da inteligência militar ser atingido em um prédio residencial em Moscou levanta dúvidas sobre a eficácia da proteção a figuras-chave da defesa russa. Mesmo sem detalhes completos da dinâmica, o local e o modo de execução indicam provável monitoramento prévio da rotina do general, acesso a informações sensíveis e eventuais falhas de contrainteligência.

Analistas de segurança apontam que ações desse tipo costumam perseguir simultaneamente objetivos operacionais e simbólicos, afetando tanto a cadeia de comando quanto a narrativa política. Entre os efeitos mais citados estão:

  • Intimidação de integrantes do alto escalão militar e de segurança;
  • Desorganização temporária de estruturas de comando e tomada de decisão;
  • Pressão política sobre escolhas relacionadas à condução da guerra e às negociações;
  • Exposição de fragilidades internas, tanto de proteção física quanto de contraespionagem.
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