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Anvisa proíbe suplementos em cápsulas feitos com pó de planta popular no país

Por Guilherme Silva
22/fev/2026
Em Geral
Anvisa proíbe suplementos em cápsulas feitos com pó de planta popular no país

Órgão sanitário veta ora-pro-nóbis em cápsulas para garantir proteção ao consumidor

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A Anvisa publicou a proibição de todos os suplementos alimentares que contenham a planta ora-pro-nóbis (Pereskia aculeata) em sua composição. A medida reflete o rigor regulatório sobre produtos que não possuem autorização como constituintes desta categoria. Embora a planta seja amplamente reconhecida na culinária tradicional, sua comercialização em cápsulas ou pós concentrados exige a comprovação científica de segurança e eficácia perante o órgão sanitário.

Por que a ora-pro-nóbis foi proibida em forma de suplemento?

Para um ingrediente ser classificado como suplemento alimentar no Brasil, as empresas fabricantes devem submeter estudos que comprovem que a substância é uma fonte segura de nutrientes ou bioativos. A Anvisa esclarece que a ora-pro-nóbis ainda não passou por essa avaliação técnica obrigatória para esta categoria específica de produto.

Além disso, a agência reforça que suplementos não são medicamentos. Muitas vezes, esses itens são comercializados com alegações terapêuticas indevidas, como a cura ou prevenção de doenças, o que é proibido por lei. Os suplementos destinam-se apenas a complementar a dieta de pessoas saudáveis com substâncias já autorizadas pela vigilância.

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Suplemento é suspenso pela Anvisa
Suplemento é suspenso pela Anvisa

A proibição afeta o consumo da planta fresca ou em pó culinário?

É fundamental destacar que a medida da Anvisa não atinge o consumo in natura ou a comercialização da planta fresca. A ora-pro-nóbis possui uma forte tradição alimentar, especialmente em estados como Minas Gerais e Goiás, onde as folhas são utilizadas em pratos típicos como fonte de proteínas e fibras.

A restrição foca exclusivamente nos produtos processados vendidos especificamente sob o rótulo de “suplementos alimentares”. Abaixo, comparamos o que é permitido e o que está proibido de acordo com a nova resolução:

🔍 Guia Regulatório: Suplementos e Formas de Uso

Comparativo entre formas autorizadas e proibidas conforme a Anvisa
Forma de Apresentação
Status
Observação Importante
Planta fresca (folhas)
Autorizado
Uso tradicional e seguro na culinária.
Suplemento em cápsulas
Proibido
Falta de registro de segurança e eficácia.
Suplemento em pó
Proibido
Venda suspensa em todo o território nacional.
Ingredientes oficiais
Autorizado
Consultar a Lista Positiva da Anvisa.
📌
Nota Importante: A proibição foca na segurança do consumidor, visando impedir que substâncias sem comprovação de toxicidade sejam comercializadas com apelos terapêuticos ou de suplementação concentrada.

Quais os riscos de consumir suplementos não autorizados?

O consumo de substâncias concentradas sem o aval da Anvisa pode representar riscos à saúde, já que não houve fiscalização sobre a dosagem, o processo de extração ou a pureza do extrato. Sem a avaliação técnica de segurança, não é possível garantir que o uso contínuo desses suplementos seja inofensivo ao organismo.

Muitas empresas utilizam o nome científico Pereskia aculeata para dar um ar de legitimidade ao produto, mas sem a devida notificação no órgão regulador. A Anvisa atua para remover do mercado produtos irregulares que prometem efeitos terapêuticos sem base científica comprovada, visando a proteção do consumidor.

Créditos: depositphotos.com / VadimVasenin
Preparando suplementos para tomar – Créditos: depositphotos.com / VadimVasenin

Como identificar e denunciar produtos irregulares?

O consumidor deve ficar atento aos rótulos de suplementos que prometem tratar dores, inflamações ou doenças crônicas. Se o produto contiver ora-pro-nóbis e estiver sendo comercializado como suplemento, ele está em situação irregular. A orientação é interromper o uso imediatamente e procurar alternativas autorizadas.

Caso encontre esses produtos à venda, siga estas recomendações:

  • Verificar se o constituinte consta na lista de ingredientes autorizados da Anvisa.
  • Desconfiar de suplementos que prometam cura, tratamento ou prevenção de doenças.
  • Denunciar a comercialização ilegal através dos canais de ouvidoria da agência.
  • Priorizar o consumo da planta em sua forma natural, conforme a tradição culinária.

Qual o procedimento para que a planta seja liberada no futuro?

Para que a ora-pro-nóbis possa ser comercializada legalmente como suplemento, as empresas interessadas devem apresentar dossiês científicos detalhados. Esses documentos precisam provar que a ingestão concentrada da planta é segura para o consumo humano e que as propriedades alegadas são reais e mensuráveis.

A transparência regulatória é essencial para proteger o cidadão contra propagandas enganosas e riscos à integridade física. Manter-se informado pelos canais oficiais do governo é a melhor maneira de garantir uma suplementação segura e livre de perigos ocultos em fórmulas não testadas.

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