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Início Saúde

Venda ilegal de canetas emagrecedoras cresce sem controle no Brasil e movimenta cerca de R$ 600 milhões

Por Junior Melo
27/jan/2026
Em Saúde
Venda ilegal de canetas emagrecedoras cresce sem controle no Brasil e movimenta cerca de R$ 600 milhões

Venda ilegal de canetas emagrecedoras

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O crescimento do comércio de canetas emagrecedoras ilegais no Brasil chama a atenção de autoridades, especialistas em saúde e órgãos de fiscalização. Em poucos anos, esse mercado clandestino deixou de ser restrito a grupos fechados e passou a abastecer o varejo informal em várias regiões do país, movimentando cerca de R$ 600 milhões, impulsionado pela busca rápida por perda de peso e pela popularização desses medicamentos nas redes sociais.

Como funciona o mercado de canetas emagrecedoras ilegais no Brasil?

Estudos do Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social de Fronteira (IDESF) indicam que, em média, apenas cerca de 5% das mercadorias irregulares são interceptadas, o que ajuda a estimar um mercado clandestino que pode chegar a R$ 600 milhões.

Esse montante é alimentado por diversas frentes de venda, que vão de comerciantes em áreas de fronteira a intermediários que utilizam aplicativos de mensagem e redes sociais. A divulgação costuma incluir promessas de emagrecimento rápido, campanhas que imitam grandes laboratórios e estratégias típicas do ambiente digital, como vídeos curtos e depoimentos de supostos clientes, sem qualquer garantia de procedência.

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Como as canetas emagrecedoras ilegais cruzam fronteiras e chegam às capitais?

A rota mais mencionada pelas investigações envolve a fronteira com o Paraguai, onde a venda é feita tanto a céu aberto quanto pela internet, com entrega combinada. Nesses locais, atravessadores montam redes de distribuição que conectam pequenos vendedores, farmácias locais e compradores em grandes centros urbanos.

O caminho até as capitais segue um roteiro relativamente organizado, descrito em operações policiais e reportagens, que evidencia o caráter estruturado desse comércio paralelo:

  • Compra em cidades de fronteira, muitas vezes em estabelecimentos que se apresentam como farmácias;
  • Orientação de vendedores sobre transporte sem refrigeração por vários dias, apesar da exigência de cadeia fria;
  • Envio em fundos falsos de veículos, pneus, estofamentos e compartimentos escondidos para driblar a fiscalização;
  • Distribuição em capitais como São Paulo e Porto Alegre por entregas presenciais ou transportadoras.

Quais são os riscos das canetas emagrecedoras ilegais?

Os riscos das canetas emagrecedoras clandestinas vão além dos efeitos colaterais esperados de medicamentos regularizados, pois entram no país sem supervisão da Anvisa. Não há garantia de autenticidade da substância, da concentração correta ou do armazenamento adequado, e muitas vezes não se sabe se o frasco contém o princípio ativo original, misturas ou contaminantes.

Um caso recente ilustra a gravidade: em novembro, uma mulher de 42 anos, Kellen Oliveira, utilizou uma caneta comprada no Paraguai, proibida no Brasil, e após dores abdominais intensas foi diagnosticada com síndrome de Guillain-Barré. Embora não seja possível afirmar com simplicidade a relação causal direta, especialistas alertam que produtos falsificados, contaminados ou mal refrigerados aumentam o risco de internação prolongada e até morte.

Como a Anvisa analisa a situação no Brasil?

A Anvisa reforça que medicamentos sem registro no Brasil não podem ser comercializados, exceto na importação excepcional por pessoa física, com prescrição médica e para uso próprio. Entidades médicas reconhecem que, quando prescritas por profissionais habilitados e compradas em farmácias regularizadas, as canetas injetáveis para obesidade e diabetes são um avanço importante no tratamento.

Especialistas destacam que o uso seguro exige acompanhamento médico contínuo, avaliação de histórico clínico e controle de efeitos adversos. Também reforçam alguns cuidados mínimos para pacientes com indicação formal de canetas para emagrecimento:

  • Consultar médico endocrinologista ou profissional com experiência em obesidade;
  • Exigir receita e seguir rigorosamente a dosagem orientada;
  • Comprar apenas em farmácias e estabelecimentos autorizados pela Anvisa;
  • Garantir transporte refrigerado, quando indicado, e respeitar o prazo de validade;
  • Interromper o uso e buscar atendimento se surgirem sintomas intensos ou inesperados.
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