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Início Política

Trump ameaça impor tarifa de 50% sobre aviões canadenses vendidos aos Estados Unidos

Por Junior Melo
30/jan/2026
Em Política
Trump ameaça impor tarifa de 50% sobre aviões canadenses vendidos aos Estados Unidos

Trump - Foto: Creative Commons

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O anúncio de que Donald Trump ameaçou impor uma tarifa de 50% sobre aeronaves canadenses reacendeu a atenção para as disputas comerciais na aviação entre Estados Unidos e Canadá. A declaração, feita nesta quinta-feira (29/1) na rede Truth Social, cita diretamente os jatos fabricados pela Bombardier e liga o assunto a um impasse sobre a certificação de aviões da americana Gulfstream no mercado canadense, o que pode alterar rotas de negócios bilionários e pressionar governos e empresas do setor aeronáutico.

Qual o impacto da tarifa de 50% sobre aeronaves canadenses?

A tarifa de 50% sobre aeronaves canadenses proposta por Trump representa um forte aumento no custo de entrada de jatos fabricados no Canadá no mercado americano. Na prática, um imposto desse porte pode desencorajar compras de modelos como o Bombardier Global Express por empresas dos EUA, deslocando negócios para outros fabricantes ou forçando renegociações de contratos.

Trump afirma que os Bombardier Global Express e “todas as aeronaves fabricadas no Canadá” estariam “descertificados” para os Estados Unidos até que a Gulfstream seja “totalmente certificada” pelas autoridades canadenses. Embora o termo tenha caráter político, o efeito simbólico é associar a certificação de produtos canadenses à liberação de produtos americanos, aproximando um tema técnico de uma barganha comercial.

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Como a disputa comercial entre Gulfstream e Bombardier se desenvolveu?

No centro da disputa estão duas fabricantes com forte presença em jatos executivos: a Gulfstream, dos Estados Unidos, e a Bombardier, do Canadá. Trump acusa o Canadá de “efetivamente proibir” a venda de produtos Gulfstream em território canadense por meio do processo de certificação, que define se um modelo atende a requisitos de segurança, desempenho e normas ambientais.

Na leitura apresentada por Trump, atrasos ou recusas na certificação funcionariam como barreira à entrada de aviões Gulfstream no mercado canadense, beneficiando concorrentes locais como a Bombardier. Ao reagir, ele condiciona o acesso dos jatos canadenses ao mercado americano à liberação da Gulfstream no Canadá, prática que lembra conflitos anteriores na aviação envolvendo tarifas, subsídios e barreiras regulatórias.

Quais impactos a tarifa de 50% pode gerar no mercado de aviação?

Se a ameaça de tarifa de 50% sobre aeronaves canadenses vendidas aos EUA se materializar, os efeitos podem ser sentidos em contratos, financiamentos e planos de frota. Para operadores americanos, o custo adicional pode alterar o planejamento financeiro, enquanto a indústria canadense enfrenta risco de perda de competitividade frente a fabricantes dos EUA, da Europa ou de países com acordos mais estáveis.

Especialistas em comércio destacam que, em situações como essa, empresas e governos tendem a reagir de forma coordenada, buscando mitigar perdas econômicas e preservar empregos. Entre os possíveis desdobramentos estão medidas comerciais formais, negociações políticas e recurso a mecanismos previstos em acordos como o USMCA (T-MEC), que rege as relações atuais entre os dois países:

  • Renegociação de contratos: revisão de preços ou condições diante do novo cenário tarifário.
  • Reorientação de compras: opção por aeronaves de outros fabricantes para escapar da tarifa.
  • Pressão política interna: atuação de fornecedores, sindicatos e governos locais para evitar perda de investimentos.
  • Uso de instâncias internacionais: possível abertura de painéis de solução de disputas comerciais.

Como as certificações de aeronaves influenciam o comércio?

O debate sobre certificação pode incentivar uma revisão de procedimentos entre autoridades de aviação civil dos dois países. As regras técnicas, que tratam de segurança, ruído e emissões, acabam ganhando peso político quando são percebidas como barreiras comerciais disfarçadas, especialmente em mercados integrados como o norte-americano.

Para fabricantes, operadores e seguradoras, a certificação é requisito básico para registro, operação comercial e financiamento de aeronaves. Quando certificações são usadas em disputas, há risco de atrasos em entregas, aumento de custos jurídicos e incerteza regulatória, o que impacta decisões de investimento em toda a cadeia de aviação executiva e comercial.

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