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Início Saúde

Os hábitos que parecem inofensivos mas podem aumentar o risco de infarto

Por Junior Melo
12/jan/2026
Em Saúde
Os hábitos que parecem inofensivos mas podem aumentar o risco de infarto

Dor no coração - Créditos: depositphotos.com / ArturVerkhovetskiy

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O infarto agudo do miocárdio continua entre as principais causas de morte no país e tem despertado atenção de especialistas pela combinação de números altos e mudança no perfil dos pacientes. Em 2024, o infarto foi responsável por 77.886 mortes no Brasil, de acordo com dados do Portal da Transparência do Centro de Registro Civil (CRC). A doença só perde em letalidade para o acidente vascular cerebral (AVC), reforçando a necessidade de olhar com cuidado para os fatores que elevam o risco cardiovascular no dia a dia.

Quais os principais hábitos que aumentam o risco de infarto hoje?

Na avaliação de cardiologistas, o cenário não está ligado apenas ao envelhecimento da população, mas também a mudanças de comportamento, sobretudo entre os mais jovens. A Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV) destaca que o infarto ocorre quando há diminuição ou interrupção do fluxo de sangue para o coração, geralmente por obstrução de artérias coronárias.

Segundo informações do Metrópoles, a cardiologista Alessandra Figueiredo, do Hospital Mantevida, aponta como principais fatores de risco atuais o tabagismo, a alimentação não saudável e o sedentarismo, potencializados pelo histórico familiar de doenças cardiovasculares. A constância desses hábitos ao longo dos anos sobrecarrega vasos sanguíneos, coração e pulmões, favorecendo o surgimento precoce de problemas cardíacos.

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Qual a relação entre tabagismo, pods e infarto?

O fumo é considerado um dos hábitos mais perigosos para o coração atualmente, incluindo cigarro comum, narguilé e dispositivos eletrônicos como os pods. Esses aparelhos contêm nicotina e diversas substâncias tóxicas, associadas a dano pulmonar importante mesmo em adultos jovens, com quadros de enfisema e o chamado “pulmão de pipoca”.

O impacto do tabagismo no risco de infarto está ligado à forma como essas substâncias agem no organismo. Entre os principais efeitos conhecidos na saúde cardiovascular e pulmonar estão:

  • Lesão das paredes dos vasos sanguíneos, favorecendo o acúmulo de placas de gordura;
  • Aumento da pressão arterial e da frequência cardíaca;
  • Redução da oxigenação do sangue por comprometimento pulmonar;
  • Maior tendência à formação de coágulos, que podem obstruir artérias coronárias.

Como alimentação e sedentarismo afetam o coração?

A alimentação irregular, baseada em ultraprocessados, excesso de sal, gordura saturada e embutidos, contribui para pressão alta e formação de placas nas artérias, tornando-as mais estreitas e rígidas. Mantido por anos, esse padrão alimentar aumenta de forma expressiva a probabilidade de um evento cardíaco.

O sedentarismo favorece o ganho de peso, o aumento da gordura abdominal, o descontrole da glicemia e o pior controle da pressão arterial. Já a prática regular de atividade física melhora a circulação, eleva o HDL (“bom” colesterol), reduz o LDL (“ruim”) e auxilia no controle de hipertensão e diabetes, especialmente em quem já tem predisposição familiar.

Quais as medidas simples para reduzir o risco de infarto?

Especialistas em cardiologia indicam que a redução do risco de infarto passa por mudanças graduais e consistentes na rotina. Adotar hábitos saudáveis ao longo do tempo tem impacto direto na prevenção de doenças cardiovasculares e no controle de fatores como pressão, colesterol e glicemia.

Entre as ações frequentemente recomendadas em consultório para proteção do coração e monitorização precoce de alterações cardiovasculares, destacam-se:

  • Interromper o uso de tabaco, incluindo cigarro comum, narguilé e dispositivos eletrônicos;
  • Priorizar alimentos in natura ou minimamente processados, com controle de sal e gorduras;
  • Inserir atividades físicas regulares, respeitando limites individuais e orientações de saúde;
  • Acompanhar pressão arterial, colesterol e glicemia com exames periódicos;
  • Buscar orientação profissional diante de histórico familiar de infarto, hipertensão ou diabetes.
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