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Início Economia

Lei Complementar encerra cobrança do DPVAT e impede retorno do seguro obrigatório em 2026

Por Guilherme Silva
11/jan/2026
Em Economia
Motorista confuso com as novas mudancas previstas

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Com a divulgação do calendário do IPVA 2026, muitos proprietários de veículos retomaram dúvidas sobre o antigo seguro obrigatório vinculado aos acidentes de trânsito. A coincidência histórica de prazos entre IPVA e DPVAT faz com que parte dos motoristas ainda espere encontrar algum tipo de cobrança de seguro na guia do imposto estadual.

DPVAT 2026 ainda terá cobrança de seguro obrigatório?

A principal dúvida é se haverá DPVAT em 2026 ou algum tipo de seguro obrigatório semelhante. A resposta é objetiva: não haverá cobrança de DPVAT nem de SPVAT em 2026, em nenhum estado.

A Lei Complementar 211/24, sancionada em 31 de dezembro de 2024, bloqueou a retomada do Seguro Obrigatório para Proteção de Vítimas de Acidentes de Trânsito, o SPVAT. Na prática, a contribuição anual que antes era cobrada de todos os proprietários de veículos deixou de existir de forma definitiva.

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Como fica a proteção às vítimas de acidentes sem o DPVAT?

Sem o DPVAT e sem o SPVAT, vítimas de acidentes que não contam com seguro privado não têm mais acesso àquela indenização automática por morte, invalidez permanente ou reembolso de despesas médicas e funerárias. A proteção passou a depender de alternativas individuais e da rede pública.

Hoje, os casos são encaminhados principalmente por meio de seguros facultativos, ações judiciais contra responsáveis pelo acidente ou atendimento pelo SUS. Sem a contribuição do DPVAT, não há em 2025 e 2026 um fundo nacional específico para pagamento automático de indenizações.

Quais alternativas substituem a cobertura que o DPVAT oferecia?

Com o fim do seguro obrigatório, motoristas e famílias precisam avaliar outras formas de proteção financeira em caso de sinistro. As opções variam conforme a realidade de cada condutor e o tipo de uso do veículo.

  • Seguros privados: cobrem despesas previstas em contrato, como danos corporais, materiais e diárias de internação.
  • Responsabilidade civil: pode ser acionada judicialmente quando há identificação de culpa no acidente.
  • Rede pública de saúde: garante atendimento médico emergencial e hospitalar pelo SUS.
Créditos: depositphotos.com / PinkBadger
Acidente no trânsito – Créditos: depositphotos.com / PinkBadger

IPVA 2026 no RS o que muda com o fim do DPVAT?

No Rio Grande do Sul, o calendário do IPVA 2026 mantém o formato já conhecido: a cobrança começa em 16 de dezembro de 2025, com possibilidade de pagamento antecipado e descontos de programas estaduais. O fim do DPVAT não altera o valor do IPVA, pois são tributos e contribuições distintos.

As principais regras anunciadas incluem manutenção das alíquotas, preservação dos critérios de isenção, continuidade dos programas Bom Motorista e Bom Cidadão, isenção para veículos 100% elétricos e vencimento em cota única em 30 de abril de 2026. Também segue disponível o parcelamento em até seis vezes, de janeiro a junho de 2026.

Como organizar o pagamento do IPVA 2026 sem o DPVAT?

Sem o antigo seguro obrigatório na conta, o planejamento do IPVA 2026 fica mais simples, concentrando-se no imposto estadual e nas taxas de licenciamento. Ainda assim, alguns cuidados ajudam a evitar atrasos, multas e impedimentos para circular, vender ou transferir o veículo.

  1. Consultar previamente o valor do IPVA no site da Secretaria da Fazenda do RS.
  2. Verificar descontos disponíveis, como Bom Motorista e Bom Cidadão.
  3. Comparar cota única com desconto e parcelamento em até seis vezes.
  4. Registrar lembretes para o vencimento de abril e para as parcelas.
  5. Checar a possibilidade de pagamento via Pix para agilizar a baixa do débito.
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