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Início Saúde

Estes alimentos passam a ser recomendados em diretriz oficial para combater a prisão de ventre

Por Junior Melo
05/jan/2026
Em Saúde
Estes alimentos passam a ser recomendados em diretriz oficial para combater a prisão de ventre

Psyllium - Créditos: depositphotos.com / jordache

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A prisão de ventre é um problema frequente entre adultos e costuma ser tratada com orientações genéricas, como “comer mais fibras” ou “beber mais água”. Uma nova diretriz clínica, publicada recentemente por nutricionistas da British Dietetic Association, tenta mudar esse cenário ao indicar, de forma específica, quais alimentos e suplementos demonstraram resultados concretos em ensaios clínicos, com destaque para o kiwi, o psyllium, o pão de centeio e águas minerais ricas em magnésio.

Como foi construída a nova diretriz sobre prisão de ventre?

A diretriz da British Dietetic Association foi desenvolvida a partir de quatro grandes revisões sistemáticas com meta-análises de ensaios clínicos randomizados em adultos com constipação crônica. Com base nesses dados, foram formuladas 59 recomendações práticas pelo método GRADE, que classifica a força e a qualidade das evidências, e depois validadas por consenso Delphi com especialistas de diferentes áreas da saúde.

Para entrar no documento, cada intervenção precisava ter, no mínimo, dois ensaios clínicos avaliando o efeito sobre a prisão de ventre crônica. A maior parte das recomendações foi classificada como de baixo ou muito baixo nível de evidência, o que reflete a falta de estudos grandes e padronizados, motivo pelo qual não foram indicados padrões alimentares completos, mas sim alimentos específicos, suplementos de fibra e tipos de água mineral com benefício demonstrado.

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Quais alimentos e suplementos se destacam no alívio da constipação?

No centro das recomendações aparecem o kiwi e o psyllium, que tiveram resultados consistentes em estudos. O kiwi, consumido de forma regular, em geral duas unidades por dia por pelo menos quatro semanas, esteve associado a aumento da frequência das evacuações e melhora da textura das fezes, com efeito em alguns ensaios comparável ao do psyllium.

O psyllium, fibra solúvel extraída da casca da semente da planta Plantago ovata, foi o suplemento com melhor desempenho entre as opções avaliadas. Nas doses testadas em pesquisa, o uso contínuo se relacionou com fezes mais macias, menor esforço para evacuar e ritmo intestinal mais previsível, enquanto outras fibras, como a inulina, mostraram benefícios mais modestos e maior risco de gases e desconforto abdominal.

Qual é o papel do pão de centeio e da água rica em magnésio?

Entre os alimentos à base de cereais, o pão de centeio aparece como aliado do intestino preso por concentrar fibras solúveis e fermentáveis que aumentam o volume fecal e estimulam o trânsito intestinal. Os estudos, porém, utilizaram quantidades elevadas de pão de centeio, consideradas pouco práticas para a rotina de muitas pessoas, o que exige adaptações individualizadas.

Já as águas minerais ricas em magnésio e sulfato foram associadas a efeito osmótico, ajudando a puxar água para o interior do intestino e facilitando a evacuação. A diretriz destaca que os resultados envolvem águas com teores elevados desses minerais, não se aplicando automaticamente a qualquer água comum ou apenas gaseificada disponível no mercado.

Por que algumas frutas tradicionais têm menor destaque?

Frutas tradicionalmente associadas a um “intestino mais solto”, como ameixa e maçã, aparecem na diretriz de forma mais discreta. Apesar de saudáveis e ricas em fibras, não há evidência robusta de que o consumo isolado e regular dessas frutas seja suficiente para tratar constipação crônica, embora continuem fazendo parte de uma alimentação equilibrada.

A diretriz reforça que nem todas as fibras funcionam da mesma maneira, pois a fermentabilidade, a viscosidade e o tipo de alimento em que a fibra está inserida influenciam a resposta intestinal. Assim, a mensagem central deixa de ser apenas “aumentar fibras” e passa a priorizar escolhas específicas que demonstraram maior chance de benefício em estudos clínicos controlados.

Como aplicar as mudanças na rotina de forma prática e segura?

Mesmo com foco em dados científicos, os autores orientam que o uso de kiwi, psyllium, pão de centeio e água mineral rica em magnésio respeite a tolerância individual, doenças pré-existentes e orientações médicas. A introdução de fibras deve ser gradual, para reduzir gases e distensão abdominal, sempre acompanhada de hidratação adequada e monitorando a resposta do intestino.

Para facilitar a aplicação prática dessas recomendações no dia a dia, a diretriz sugere cuidados básicos ao escolher alimentos e suplementos voltados ao alívio da constipação crônica:

  • Aumentar gradualmente a dose de fibras, observando conforto abdominal e frequência das evacuações.
  • Preferir fibras com melhor evidência, como psyllium e kiwi, antes de testar opções menos estudadas.
  • Avaliar a composição mineral da água, dando preferência às águas com maior teor de magnésio e sulfato.
  • Buscar acompanhamento profissional em casos de uso prolongado de suplementos ou presença de outras doenças.

FAQ sobre alimentos para combater a prisão de ventre

  • Kiwi causa efeito laxante imediato? Não. Os estudos citados consideram consumo regular, geralmente de duas unidades ao dia por pelo menos quatro semanas, para observar melhora da função intestinal.
  • O psyllium pode ser usado sem acompanhamento profissional? A diretriz descreve benefícios em doses semelhantes às dos ensaios clínicos, mas recomenda-se avaliação profissional, especialmente em caso de uso contínuo ou de outras doenças associadas.
  • Qualquer água com gás ajuda na constipação? Os benefícios relatados envolvem águas minerais com alto teor de magnésio e sulfato, não necessariamente todas as águas gaseificadas disponíveis no mercado.
  • Dietas restritivas foram avaliadas na diretriz? Não. Os autores informam que não foi possível recomendar dietas completas específicas, apenas alimentos, suplementos e tipos de água com estudos clínicos suficientes.
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