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Donald Trump critica Cuba e sugere Marco Rubio como novo presidente do país

Por Junior Melo
12/jan/2026
Em Política
Donald Trump critica Cuba e sugere Marco Rubio como novo presidente do país

Donald Trump - Foto: Creative Commons

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As recentes declarações de Donald Trump voltaram a colocar Cuba no centro do debate geopolítico nas Américas. Em publicações na rede Truth, o presidente dos Estados Unidos ameaçou cortar completamente o acesso de Havana a petróleo e recursos financeiros, associando o futuro econômico da ilha à necessidade de um acordo direto com Washington. As mensagens também reacenderam discussões sobre ingerência externa, ao sugerirem o nome de Marco Rubio como possível futuro presidente cubano.

Quais os impactos das ameaças de Trump a Cuba?

Na mensagem divulgada neste domingo (11/1), Trump afirmou que “não haverá mais petróleo nem dinheiro para Cuba” caso Havana não aceite negociar com Washington. O presidente norte-americano associou diretamente a estabilidade energética e financeira cubana ao antigo apoio da Venezuela, destacando que o país caribenho, por anos, teria recebido “grandes quantidades” de petróleo e recursos do governo chavista, em troca de serviços de segurança prestados a Hugo Chávez e Nicolás Maduro.

A mudança no cenário, segundo Trump, estaria ligada à captura de Nicolás Maduro em 3 de janeiro e à posterior aproximação entre Caracas e Washington após a posse interina de Delcy Rodríguez. Na avaliação expressa pelo líder norte-americano, a Venezuela agora contaria com a proteção das forças armadas dos Estados Unidos, apresentadas por ele como as “mais poderosas do mundo”. Nesse contexto, o envio de petróleo e dinheiro para Cuba seria interrompido, deixando o governo cubano sob pressão adicional.

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Como Trump avalia Rubio como novo presidente do país?

Além das ameaças econômicas, Trump compartilhou uma publicação de um usuário da rede X que sugeria Marco Rubio, atual secretário de Estado norte-americano, como próximo presidente de Cuba. Filho de cubanos e conhecido por sua postura dura contra o governo de Havana e outras administrações de esquerda na América Latina, Rubio é uma figura de destaque na política externa dos Estados Unidos para a região.

Ao republicar a mensagem e acrescentar a frase “Parece-me ótimo!”, Trump deu sinal público de apoio à ideia de uma eventual liderança de Rubio em Cuba. A sugestão gerou repercussão porque implica, ainda que de forma informal, a possibilidade de uma mudança de poder em Cuba articulada a partir de Washington. A menção resgata lembranças de episódios recentes na Venezuela, onde os Estados Unidos apoiaram abertamente tentativas de transição de governo.

Como a relação entre Cuba, Venezuela e EUA influencia essa crise?

Por décadas, a parceria entre Cuba e Venezuela teve papel central na sobrevivência econômica da ilha. Em meio ao embargo norte-americano, o acordo energético com Caracas permitiu a Havana garantir fornecimento de petróleo abaixo dos preços de mercado, em troca do envio de profissionais cubanos e apoio em segurança e inteligência. Essa cooperação foi um dos eixos da estratégia para contornar sanções norte-americanas impostas a ambas as nações.

Com a queda de Maduro e a nomeação interina de Delcy Rodríguez, seguida de uma aproximação com Washington, esse arranjo passou a ser colocado em dúvida. O futuro do laço entre Caracas e Havana tornou-se incerto, abrindo espaço para que os Estados Unidos utilizem o enfraquecimento dessa ponte como elemento adicional de pressão. Ao declarar que “não haverá mais petróleo nem dinheiro para Cuba”, Trump sinaliza que pretende explorar essa mudança regional para isolar ainda mais o governo cubano.

Como o governo de Miguel Díaz-Canel reagiu às ameaças?

Diante da escalada verbal, o presidente Miguel Díaz-Canel veio a público para responder às declarações norte-americanas. Em sua manifestação, ele classificou as falas de Trump como expressão de “raiva” diante da “decisão soberana” do povo cubano de manter seu próprio modelo político. A resposta reforça a narrativa de defesa da autodeterminação nacional, argumento frequentemente utilizado pelo governo de Havana em momentos de tensão com Washington.

O líder cubano também indicou que eventuais tentativas de mudança de poder forçada, semelhantes às ações apoiadas pelos Estados Unidos na Venezuela, seriam encaradas como violação da soberania de Cuba. A fala de Díaz-Canel se insere em uma longa trajetória de resistência pública às políticas de pressão norte-americanas, que incluem não apenas o embargo, mas também sanções adicionais e discursos favoráveis a transições de regime.

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