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Comunicado importante traz informações que todos os candidatos a concurso público precisam saber em 2026

Por Guilherme Silva
10/jan/2026
Em Geral
Concursos falsos enganam candidatos em 2026 com editais e inscrições inexistentes

Concursos falsos enganam candidatos em 2026 com editais e inscrições inexistentes

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Em 2026, o golpe do falso concurso público já se consolidou como uma das fraudes digitais mais recorrentes no país. A prática, que ganhou força nos anos anteriores, continua explorando a confiança da população em processos seletivos oficiais e o desejo por estabilidade profissional, por meio da divulgação de anúncios e editais falsos, causando prejuízos financeiros e a exposição de dados pessoais das vítimas.

O que é o golpe do falso concurso público?

A expressão golpe do falso concurso público descreve uma fraude em que criminosos criam processos seletivos fictícios, simulando concursos municipais, estaduais, federais ou de estatais. Eles montam sites que lembram bancas examinadoras conhecidas, divulgam editais com logotipos oficiais e exigem pagamento de taxa de inscrição, que vai diretamente para contas controladas pelos golpistas.

Esses falsos concursos prometem salários elevados, estabilidade e benefícios amplos, muitas vezes com exigências de escolaridade abaixo do padrão de cargos semelhantes. A urgência é frequente: prazos curtos, poucas vagas “restantes” e mensagens pedindo decisão imediata fazem parte da engenharia social, desestimulando a checagem em Diário Oficial ou em sites de órgãos públicos.

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Processo seletivo - Créditos: depositphotos.com / Chinnapong
Processo seletivo – Créditos: depositphotos.com / Chinnapong

Como identificar um falso concurso público?

Alguns sinais ajudam a diferenciar um concurso verdadeiro de uma fraude, começando pelo endereço do site e pela origem das informações. Em concursos autênticos, o edital é publicado em Diário Oficial e divulgado pelos canais oficiais do órgão ou da banca, enquanto anúncios restritos a redes sociais ou aplicativos de conversa merecem atenção redobrada.

Ao analisar um suposto certame, é importante verificar elementos que costumam denunciar golpes e indicam maior risco ao candidato desavisado:

  • Endereço do site: concursos de órgãos governamentais usam domínios .gov.br ou endereços de bancas tradicionais; páginas com terminações estranhas ou erros de digitação são suspeitas.
  • Forma de pagamento: taxas legítimas são pagas ao CNPJ da banca ou do órgão; PIX em nome de pessoa física, CPF aleatório ou contas recém-criadas é forte indício de golpe.
  • Edital e divulgação: ausência de registro em Diário Oficial e dificuldade de encontrar o certame em sites institucionais são pontos críticos.

Como os dados pessoais são usados no golpe do falso concurso público?

O valor da taxa de inscrição é apenas parte do problema, pois muitos formulários de falsos concursos solicitam dados completos, como CPF, RG, endereço, telefone e e-mail. Em alguns casos, são colhidas informações profissionais detalhadas e comprovação de escolaridade, ampliando o potencial de uso indevido dos dados.

Esses dados podem ser usados para abrir contas bancárias de terceiros, obter crédito fraudulento ou alimentar bases ilegais vendidas na dark web. Com isso, a vítima passa a lidar com ligações de cobrança, contratação de serviços indevidos e novas tentativas de fraude direcionadas, pois o criminoso já conhece seu perfil.

Quais são os danos causados pelo uso indevido de dados?

Os prejuízos decorrentes do uso indevido de dados variam em intensidade e podem se prolongar por meses ou anos, exigindo monitoramento constante do CPF. É importante compreender cada etapa desse impacto para reagir com rapidez e buscar apoio em órgãos de defesa do consumidor e autoridades competentes.

  • Danos imediatos: perda do valor pago, inserção de dados de contato em cadastros irregulares e aumento de abordagens maliciosas.
  • Danos de médio prazo: uso do CPF em operações de crédito suspeitas, abertura de contas de “laranjas” e criação de perfis falsos.
  • Danos de longo prazo: necessidade de contestar dívidas, limpar o nome em birôs de crédito e comprovar que não participou de transações questionadas.
Justiça
Criminoso utilizando celular para golpes – Créditos: depositphotos.com / IgorVetushko

Qual é o papel da segurança digital nesses golpes?

A segurança digital é central na proteção contra o golpe do falso concurso público, já que golpistas também usam e-mails com supostas convocações, resultados ou retificações de edital. Esses contatos podem conter anexos ou links que instalam programas maliciosos capazes de capturar senhas bancárias e outras credenciais sensíveis.

Entre as boas práticas estão conferir se o e-mail foi enviado por domínio institucional, evitar abrir anexos de remetentes desconhecidos, usar antivírus atualizado e habilitar autenticação em dois fatores. Sempre que possível, o acesso deve ser feito digitando diretamente o endereço do portal oficial, e não por links recebidos em mensagens.

Como agir ao cair em um golpe de falso concurso público?

Ao perceber que forneceu dados ou realizou pagamentos em um falso concurso, a pessoa deve agir rapidamente para reduzir os impactos. O primeiro passo é reunir comprovantes, como prints da página, comprovante do PIX ou boleto pago, mensagens trocadas e qualquer dado que ajude na apuração.

Com essas provas em mãos, é recomendável registrar boletim de ocorrência, preferencialmente em delegacias especializadas em crimes cibernéticos ou em plataformas virtuais. Também é essencial acionar o banco para tentar bloquear valores, monitorar o CPF em birôs de crédito e reforçar a segurança das contas, alterando senhas e ativando autenticação em dois fatores.

Leia também: Ciclistas têm que seguir as mesmas regras que os carros? Descubra o que o CTB diz

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