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Clientes do Itaú e Santander que fazem transferências via Pix precisam ficar atentos a este aviso de 13/01

Por Yudi Soares
13/jan/2026
Em Geral
Clientes do Itaú e Santander que fazem transferências via Pix precisam ficar atentos a este aviso de 13/01

Entrada do banco Itaú - Créditos: depositphotos.com / joasouza

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O aumento do uso de pagamentos instantâneos transformou o dia a dia financeiro de boa parte da população, mas também abriu espaço para novas formas de fraude, como o chamado golpe do Pix, que se destaca pela rapidez com que acontece, pelo uso de nomes de bancos famosos, como Itaú e Santander, e pela dificuldade que muitas vítimas têm para reverter a situação.

Clientes do Itaú e Santander que fazem transferências via Pix precisam ficar atentos a este aviso de 13/01
Santander – Créditos: depositphotos.com / boggy22

O que é o golpe do Pix e por que usa nomes de bancos famosos?

O golpe do Pix é uma prática criminosa em que estelionatários induzem a vítima a realizar uma transação indevida ou repassar informações confidenciais, aproveitando-se da rapidez e da irreversibilidade do sistema. A forma mais comum envolve engenharia social, com criminosos se passando por atendentes de instituições como Itaú e Santander, que transmitem sensação de segurança para o público.

Para reforçar a aparência de legitimidade, os golpistas podem copiar logomarcas, usar mensagens com linguagem semelhante às comunicações reais e até números de telefone parecidos com os canais oficiais. Em alguns casos, o contato é feito logo após uma compra online ou uso recente do cartão, o que aumenta a impressão de que a abordagem está ligada ao banco.

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Como o golpe do Pix usando Itaú e Santander costuma acontecer?

Há diferentes formatos de golpe do Pix que exploram o uso de nomes de bancos renomados para enganar o cliente. Em uma modalidade frequente, o golpista alega suspeita de fraude na conta e solicita uma “transferência de segurança” via Pix para uma chave indicada por ele, supostamente vinculada ao próprio Itaú ou Santander.

Também são comuns ligações em que o criminoso se apresenta como funcionário da central de segurança e informa dados básicos da vítima, obtidos de vazamentos ou redes sociais, para gerar confiança. A partir daí, ele orienta a pessoa a realizar ações que, na prática, permitem assumir o controle da conta digital e movimentar valores em poucos instantes.

Quais sinais ajudam a reconhecer o golpe do Pix?

Identificar sinais de alerta é uma das formas mais eficazes de evitar o golpe do Pix, sobretudo quando o contato cita bancos como Itaú e Santander. De modo geral, essas instituições não solicitam senhas completas, códigos de autenticação ou transferências para “verificação de segurança”, nem pressionam o cliente a decidir na hora.

Alguns sinais recorrentes podem indicar uma tentativa de golpe e merecem atenção redobrada, especialmente quando surgem de forma combinada e em horários incomuns, como à noite ou em fins de semana:

  1. Contato inesperado: ligações ou mensagens inesperadas alegando fraude, principalmente à noite ou em fins de semana.
  2. Pressão por rapidez: o golpista insiste para que a decisão seja tomada na hora, sem tempo para confirmação em outros canais.
  3. Solicitação de dados sigilosos: pedido de senha, token, código SMS ou instalação de aplicativos de acesso remoto.
  4. Links suspeitos: endereços de sites com pequenas alterações de letras, erros de digitação ou ausência de certificado de segurança.
  5. Transferência para terceiros: orientação para enviar Pix para contas de pessoas físicas ou chaves desconhecidas, mesmo sob a justificativa de “conta técnica” do banco.

Como se proteger do golpe do Pix em bancos como Itaú e Santander?

A prevenção ao golpe do Pix envolve hábitos simples de segurança digital e atenção às comunicações recebidas em nome de bancos. Nunca se deve tomar decisões financeiras com base apenas em ligações ou mensagens, sendo fundamental validar qualquer orientação diretamente no aplicativo oficial ou em canais verificados da instituição.

Algumas medidas recomendadas ajudam a reduzir riscos e limitar possíveis prejuízos, especialmente para quem utiliza Pix com frequência em Itaú, Santander e outros bancos:

  • Ativar notificações: manter alertas de transações Pix e uso de cartão habilitados no aplicativo.
  • Proteger o celular: usar senha forte, biometria e bloqueio automático de tela.
  • Controlar limites: ajustar limites de Pix diurno e noturno, reduzindo a exposição a grandes valores.
  • Evitar exposição de dados: não publicar chaves Pix, números de conta ou informações pessoais em redes sociais.
  • Atualizar aplicativos: manter os apps oficiais de Itaú, Santander e demais bancos sempre atualizados pelos canais oficiais de download.

O que fazer após cair em um golpe do Pix?

Quando o golpe do Pix já aconteceu, o tempo se torna decisivo para tentar minimizar o prejuízo financeiro. O primeiro passo é comunicar imediatamente a instituição financeira envolvida, informando horário, valor, chaves utilizadas e qualquer dado disponível sobre o recebedor, além de registrar ocorrência policial com o máximo de detalhes possível.

Também é importante alterar senhas, revisar dispositivos conectados à conta e verificar se há aplicativos suspeitos instalados no celular ou computador. Em alguns casos, o banco pode orientar o bloqueio temporário de cartões e serviços digitais, a utilização do Mecanismo Especial de Devolução (MED) e, se necessário, a substituição da conta por uma nova para reduzir o risco de novos ataques.

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