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Início Justiça

China acusa general mais poderoso do país de repassar segredos nucleares aos Estados Unidos

Por Junior Melo
27/jan/2026
Em Justiça
China acusa general mais poderoso do país de repassar segredos nucleares aos Estados Unidos

Trump e Xi Jinping - Foto: Creative Commons

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O caso envolvendo o general Zhang Youxia, o militar de mais alta patente em atividade na China, colocou sob holofotes a relação entre poder político, Forças Armadas e programa nuclear do país. Segundo o jornal americano The Wall Street Journal, autoridades chinesas acusam Zhang de vazar segredos nucleares para os Estados Unidos e de pôr em risco operações sensíveis do Exército de Libertação Popular em um momento de disputa estratégica crescente entre Pequim e Washington, combinando questões de segurança nacional, disputas internas e reforço da autoridade do Partido Comunista sobre os quartéis.

Quais as acusações da China contra seu general?

Segundo o Wall Street Journal, Zhang Youxia é investigado por supostamente ter compartilhado “dados técnicos fundamentais sobre as armas nucleares da China” com autoridades norte-americanas. As informações estariam ligadas à investigação contra Gu Jun, ex-diretor-geral da estatal CNNC, responsável pelo programa nuclear chinês, tanto civil quanto militar.

Até o momento, Pequim não revelou o tipo exato de dado que teria sido vazado, nem impactos concretos sobre a capacidade nuclear chinesa. Ainda assim, o episódio atinge diretamente a estratégia de dissuasão de Pequim, que busca ampliar e modernizar seu arsenal atômico em meio à competição com os EUA e à crescente tensão no Indo-Pacífico.

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Quem é Zhang Youxia e por que o seu caso é tão sensível politicamente?

Zhang ocupa o posto de vice-presidente sênior da Comissão Militar Central (CMC), órgão máximo de comando das Forças Armadas chinesas, imediatamente abaixo de Xi Jinping. Ele integra também o Politburo, círculo restrito de 24 dirigentes que compõem o segundo escalão de comando do Partido Comunista Chinês, o que amplia o alcance político da investigação.

O general era peça-chave nos planos de Xi para modernizar o Exército de Libertação Popular até 2027 e é visto como aliado de longa data do líder chinês. Seus pais, o general Zhang Zongxun e o ex-vice-primeiro-ministro Xi Zhongxun, lutaram juntos na guerra civil, alimentando a percepção de confiança mútua que torna o caso ainda mais simbólico para observadores da política chinesa.

Quais são as principais suspeitas levantadas contra o general Zhang Youxia?

Além do suposto vazamento de segredos nucleares, Zhang é investigado por aceitar subornos em troca de atos oficiais e por facilitar a ascensão de aliados, como Li Shangfu, ao topo da hierarquia. As autoridades ainda o acusam de formar “facções políticas” dentro da CMC, o que indicaria redes de influência consideradas nocivas à unidade do Partido e ao controle de Xi sobre os quartéis.

Segundo o Wall Street Journal, dispositivos de comunicação de diversos oficiais próximos a Zhang foram confiscados, inclusive do general Liu Zhenli, chefe do Estado-Maior Conjunto, também investigado. Para analistas, isso sinaliza um rastreamento amplo de conexões políticas e financeiras associadas ao general:

  • Formação de redes de influência dentro da Comissão Militar Central;
  • Abuso de poder em decisões de promoção e indicação de cargos;
  • Recebimento de subornos de alto valor em contratos militares;
  • Atuação controversa na supervisão de P&D e aquisição de armamentos;
  • Ligação com outras figuras investigadas, como Li Shangfu e Gu Jun.

Quais as relações do caso com a campanha anticorrupção?

Um editorial do jornal oficial do Exército acusou Zhang e Liu Zhenli de “enfraquecer” a autoridade de Xi Jinping na Comissão Militar Central e de “prejudicar” a preparação para um combate real. A preocupação é diretamente ligada à meta de, até 2027, ter condições militares para uma eventual operação de larga escala contra Taiwan, incluindo comando firme sobre as forças convencionais e nucleares.

Desde 2012, a campanha anticorrupção de Xi derrubou nomes de peso do alto comando, como He Weidong, o almirante Miao Hua, os ex-ministros da Defesa Wei Fenghe e Li Shangfu e comandantes da Força de Foguetes. Segundo a embaixada chinesa em Washington, a decisão de investigar Zhang reforça a política de “cobertura total e tolerância zero” contra a corrupção nas Forças Armadas e busca garantir disciplina em um momento de rápida modernização bélica.

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