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Início Economia

BYD vende 4,6 milhões de carros e tem a chance de ultrapassar a Tesla em 2025

Por Junior Melo
02/jan/2026
Em Economia
BYD vende 4,6 milhões de carros e tem a chance de ultrapassar a Tesla em 2025

BYD x Tesla - Foto: Creative Commons

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A escalada da chinesa BYD no mercado de veículos elétricos ganhou um novo capítulo em 2025. Com 4,6 milhões de carros vendidos no ano, a montadora atingiu sua meta anual e caminha para ultrapassar a Tesla como maior fabricante global de carros elétricos, em um cenário de redução de incentivos governamentais na China e concorrência mais intensa, o que torna o feito ainda mais relevante do ponto de vista industrial e estratégico.

Como a BYD muda a hierarquia dos veículos elétricos?

Com 4,6 milhões de unidades entregues em 2025, a BYD se aproxima de consolidar a posição de maior montadora de veículos elétricos do mundo, ultrapassando a Tesla em volume. Analistas veem a empresa como termômetro da transição energética global e da força industrial chinesa no setor automotivo.

As vendas de 2025 representam alta de 7,7% em relação a 2024, após anos de expansão em ritmo mais acelerado. Mesmo com a meta anual reajustada para baixo, reduzida em 16%, a montadora mantém trajetória de crescimento em um mercado mais maduro e competitivo, tanto na China quanto no exterior.

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Como evoluiu o crescimento anual da montadora nos últimos anos?

Os dados de crescimento da BYD mostram uma curva de forte expansão, seguida por desaceleração natural em um mercado em consolidação. Em 2020, as vendas recuaram 17%, mas a partir de 2021 a trajetória se inverteu, com 18% de alta naquele ano e um salto de 209% em 2022.

Em 2023, o avanço foi de 62%, desacelerando para 41% em 2024 e 7,7% em 2025, o que reflete base de comparação elevada e maior competição. Projeções compiladas pela Bloomberg indicam que as vendas totais podem chegar a 5,3 milhões de unidades em 2026, reforçando o papel da BYD na liderança em veículos eletrificados.

Como a BYD pode superar a Tesla na liderança de carros elétricos?

A expectativa de que a BYD ultrapasse a Tesla como maior fabricante de carros elétricos em 2025 resulta da combinação de crescimento chinês e dificuldades da rival americana. A Tesla atravessa um período de ajuste, com queda de vendas ligada à reconfiguração do Model Y, ao fim de subsídios nos Estados Unidos e a impactos de imagem associados ao papel político de Elon Musk na administração Trump.

Enquanto isso, a BYD diversifica o portfólio, avança em tecnologia própria e reforça sua base de pesquisa com cerca de 120 mil engenheiros. Análises do Deutsche Bank apontam que novos produtos e uma plataforma tecnológica renovada devem ampliar a competitividade da montadora, em um ambiente em que margens estão sob pressão e descontos agressivos enfrentam maiores restrições regulatórias na China.

Quais desafios a BYD enfrenta na China e no mercado internacional?

No mercado interno chinês, a BYD lida com redução de incentivos ao carro elétrico, intensificação da concorrência e repressão a campanhas de descontos agressivos. Em dezembro de 2025, as vendas caíram 18% na comparação anual, sinalizando um ambiente mais difícil e um foco crescente em rentabilidade e eficiência operacional.

Fora da China, o desempenho é um dos pontos fortes da empresa, com 1,05 milhão de unidades vendidas internacionalmente em 2025 e metas entre 1,5 milhão e 1,6 milhão para 2026, segundo o Citigroup. No entanto, barreiras comerciais, investigações sobre subsídios e medidas de proteção a montadoras locais na Europa e em outros mercados podem limitar a velocidade dessa expansão global.

Quais fatores explicam o ritmo menor de crescimento?

O ritmo de 7,7% em 2025 chama atenção após o salto de 209% em 2022 e os avanços robustos de 2023 e 2024, pois a base de comparação ficou mais elevada e o mercado de elétricos entrou em fase de consolidação. Nesse contexto, eficiência operacional, inovação incremental e presença internacional passam a pesar tanto quanto o crescimento em volume.

Entre os fatores mais citados por analistas para explicar essa desaceleração e moldar a estratégia da BYD no médio prazo, destacam-se tendências estruturais que redefinem a disputa entre as montadoras de veículos elétricos:

  • Fim ou redução de subsídios em grandes mercados, como China e Estados Unidos, testando a demanda real por elétricos.
  • Aumento da concorrência, com marcas tradicionais e novas empresas de tecnologia disputando o mesmo público.
  • Pressão regulatória sobre preços, descontos agressivos e práticas comerciais consideradas desleais.
  • Mudança de foco de crescimento acelerado para equilíbrio entre volume, margens e rentabilidade sustentável.

FAQ sobre BYD e Tesla

  • A BYD tem planos de expandir sua produção fora da China? Sim. A empresa busca aumentar as vendas internacionais, com 1,05 milhão de unidades vendidas em 2025 e metas de até 1,6 milhão em 2026, apesar de enfrentar barreiras comerciais e regulamentações locais em alguns mercados.
  • Como a tecnologia própria da BYD contribui para sua competitividade? A BYD investe em inovação e pesquisa com cerca de 120 mil engenheiros, desenvolvendo novas plataformas e produtos que reforçam eficiência, diferenciação tecnológica e margens sustentáveis frente à concorrência.
  • Quais mudanças estratégicas a BYD adotou diante da desaceleração do crescimento? A montadora passou a priorizar equilíbrio entre volume, rentabilidade e eficiência operacional, focando em inovação incremental, expansão internacional e adaptação a regulações e menor suporte governamental.
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