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Início Economia

Bitcoin dispara em meio à incerteza global

Por Junior Melo
05/jan/2026
Em Economia
Bitcoin dispara em meio à incerteza global

Bitcoin - Créditos: depositphotos.com / resulmuslu

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O salto recente do bitcoin chamou atenção do mercado financeiro nesta segunda-feira (5/1). Em meio ao aumento da incerteza global, especialmente após a intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela, a criptomoeda voltou a ganhar força e superou novamente a marca dos US$ 93 mil, reacendendo o debate sobre seu papel como alternativa em períodos de turbulência geopolítica e econômica.

Quais os valores do bitcoin em dia de tensão geopolítica?

Ao longo da manhã, a principal criptomoeda do mundo alternou momentos de volatilidade, mas manteve trajetória positiva. Em poucas horas, a cotação saiu da casa dos US$ 92 mil para se aproximar dos US$ 94 mil, em meio ao clima de tensão gerado pela crise venezuelana e seus possíveis desdobramentos.

Por volta das 10h15 (horário de Brasília), o bitcoin registrava alta de cerca de 2% em 24 horas, negociado a US$ 92.938, segundo dados da CoinGecko. No início da tarde, por volta das 12h50, a valorização chegou a 2,8%, levando a cotação a US$ 93.898, o primeiro avanço consistente acima dos US$ 93 mil desde 11 de dezembro do ano anterior.

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Quais fatores explicam a recente disparada do bitcoin?

Analistas apontam que a intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela funcionou como gatilho para a alta do preço do bitcoin, mas não é o único elemento em jogo. A queda de Nicolás Maduro e a indefinição sobre a transição de poder aumentaram a percepção de risco político na região e no mercado de petróleo.

Além da instabilidade interna na Venezuela, há receio quanto aos impactos da crise sobre os preços internacionais do petróleo, dada a relevância do país na produção de óleo. Somam-se ainda a guerra entre Rússia e Ucrânia, em curso há quase quatro anos, e os confrontos recentes envolvendo Israel e Irã, compondo um quadro de risco geopolítico elevado.

Criptomoedas podem ser consideradas ‘porto seguro’?

Em cenários de incerteza, é comum que investidores busquem ativos vistos como “porto seguro”, reforçando o fluxo para bitcoin, outras criptomoedas, ouro e prata. Nessa lógica, o bitcoin é utilizado como uma espécie de reserva alternativa de valor, embora siga sendo um ativo historicamente volátil e sensível à liquidez global.

Apesar do comportamento recente do bitcoin em momentos de crise, especialistas lembram que criptomoedas são classificadas como ativos de maior risco. Suas oscilações intensas em curtos períodos podem gerar ganhos expressivos ou perdas relevantes, o que leva muitos a enxergar essa movimentação mais como diversificação e proteção relativa do que como refúgio absoluto.

Como investidores estruturam alocação em criptoativos?

Em geral, projeções de alocação indicam que investidores destinam apenas uma fração do patrimônio a criptoativos. Esse percentual varia conforme o perfil de risco, a tolerância à volatilidade e o horizonte de investimento, especialmente em contextos de inflação mais controlada e juros em queda nas grandes economias.

Para ilustrar como essa estratégia costuma ser organizada em carteiras de investimento, seguem faixas de exposição frequentemente mencionadas por planejadores financeiros e gestores:

  • Perfis conservadores: até cerca de 1% do portfólio em criptomoedas, focando em bitcoin e ether.
  • Perfis moderados: entre 2% e 5% em criptoativos, com combinação de moedas consolidadas e alguns tokens de grande capitalização.
  • Perfis arrojados: de 5% a 10% em ativos digitais, incluindo projetos de maior risco e potencial de crescimento.

Como a alta do bitcoin afeta o investidor?

A disparada do bitcoin acima de US$ 93 mil pode influenciar o apetite ao risco em diferentes classes de ativos, no Brasil e no exterior. Dias de forte valorização em cripto costumam vir acompanhados de maior volume de negociações, maior exposição do tema na mídia e maior interesse de novos investidores.

Na prática, parte do mercado usa esses movimentos como oportunidade para rebalancear carteiras, ajustar posições em renda fixa e variável ou iniciar pequena exposição a moedas digitais. Ainda assim, a recomendação predominante é considerar o perfil de risco individual e lembrar que o bitcoin continua sensível a eventos políticos globais, funcionando como termômetro adicional do humor dos investidores.

FAQ sobre bitcoin

  • O bitcoin sempre sobe em momentos de crise? Não. Embora haja episódios em que o bitcoin se valoriza em meio à incerteza, em outros ele acompanha a queda de ativos de risco. O comportamento depende do tipo de crise, da liquidez global e do apetite dos investidores.
  • O que diferencia o bitcoin de moedas tradicionais em períodos turbulentos? O bitcoin não é emitido por governos, tem oferta limitada e funciona em rede descentralizada. Já as moedas tradicionais são controladas por bancos centrais, que podem alterar juros e oferta monetária em resposta a crises.
  • O valor do bitcoin é influenciado apenas por notícias geopolíticas? Não. A cotação também reage a regulações, adoção por empresas, decisões de grandes fundos, inovações tecnológicas e mudanças nas expectativas de juros e inflação, entre outros fatores.
  • A alta do bitcoin impacta diretamente o preço do petróleo? Não há relação direta. O petróleo é influenciado por oferta, demanda e questões geopolíticas específicas do setor de energia. O bitcoin, em geral, responde ao sentimento de risco global e às condições financeiras.
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