• Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
Terra Brasil Notícias
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Conecte-se
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
Terra Brasil Notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Início Economia

Banco Master buscou espaço e tentou inclusão no programa Minha Casa, Minha Vida

Por Junior Melo
29/jan/2026
Em Economia
Banco Master buscou espaço e tentou inclusão no programa Minha Casa, Minha Vida

Banco Master - Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

EnviarEnviarCompartilharCompartilhar

O debate sobre a participação de bancos privados no programa habitacional Minha Casa, Minha Vida ganhou novo capítulo com a atuação do ex-ministro do Esporte no governo Dilma Rousseff, Ricardo Leyser Gonçalves, então diretor da VBG Engenharia e Empreendimentos, que defendeu a entrada do Banco Master e de outras instituições em um modelo de operação independente da Caixa Econômica Federal, apresentado ao Ministério das Cidades em 2024, durante o governo Lula, e formalizado em ofício encaminhado ao ministro Jader Barbalho Filho. As informações são da coluna Paulo Cappelli, pelo portal Metrópoles.

Como funcionaria a participação do Banco Master no programa?

O ofício de Ricardo Leyser descreveu um modelo em que Banco Master, Banco Digimais e Banco Genial atuariam na modalidade de Oferta Pública, recebendo recursos diretamente da União para contratar construtoras e acompanhar obras, sem supervisão administrativa ou financeira da Caixa. A VBG afirmou ter desenvolvido, “em conjunto” com esses bancos, instrumentos operacionais específicos, apresentados em encontros em 23 estados com mais de 1,2 mil gestores municipais.

A proposta priorizava municípios de até 80 mil habitantes, com forte carência habitacional e baixa estrutura administrativa, buscando maior capilaridade e rapidez na execução do Novo Minha Casa, Minha Vida. Nesse arranjo, os bancos privados assumiriam diretamente o risco na contratação das construtoras, com relacionamento definido como um “risco entre dois privados”, respondendo perante o governo apenas pelo montante dos recursos recebidos.

Leia Também

Governo assina contrato com investimento de R$ 7 bilhões para a construção do Túnel Santos-Guarujá, o primeiro submerso do país, que promete reduzir a travessia para até cinco minutos

Aluguel pode ficar mais caro em 2026 com novas regras e aumento de impostos

Empresa declara falência com dívida acumulada superior a 18 milhões

Por que a proposta defendia atuação paralela e autônoma em relação à Caixa?

Um eixo central da proposta era a atuação paralela dos bancos privados, sem subordinação administrativa ou financeira à Caixa, vista como principal agente, mas não exclusiva. Leyser argumentou que a ideia não era substituir a Caixa, e sim criar uma “capacidade de execução paralela” para ampliar o alcance do programa, apoiando-se na Lei Federal nº 14.620, de 13 de julho de 2023, que recriou o Minha Casa, Minha Vida.

Segundo o ex-ministro, a natureza privada das instituições traria agilidade, estruturas mais enxutas e flexibilidade tecnológica, permitindo sistemas adaptados aos pequenos municípios. Ele sustentou que vincular esses bancos à Caixa na gestão da Oferta Pública inviabilizaria sua participação e desrespeitaria o papel da própria Caixa, destacando que os bancos seriam “economicamente saudáveis” e com capital adequado segundo padrões internacionais.

Como foi a liquidação do Banco Master?

Fontes do governo relataram que Leyser atuou intensamente para viabilizar reuniões técnicas e políticas, mas a proposta não foi implementada por falta de regulamentação específica para a participação de bancos privados na modalidade de Oferta Pública. A ausência de normas detalhadas dificultou a formalização de contratos, definição de garantias e mecanismos de fiscalização dos recursos federais.

O cenário se agravou após o Banco Central decretar, em novembro de 2025, a liquidação extrajudicial do Banco Master, diante de fraudes estimadas em R$ 12,7 bilhões, sem relação direta com o programa habitacional. O episódio reforçou questionamentos sobre o grau de exposição do poder público a riscos privados em parcerias similares e levou técnicos a defenderem critérios mais rígidos de solvência e governança para qualquer banco privado que venha a operar em programas sociais.

EnviarCompartilharTweet93Compartilhar148
ANTERIOR

5 signos que recebem bônus ou aumento salarial até 31 de janeiro de 2026

Please login to join discussion
grupo whatsapp

© 2023 Terra Brasil Notícias

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
  • Conecte-se