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Anvisa confirma a nova composição das vacinas contra a gripe para 2026

Por Yudi Soares
04/jan/2026
Em Geral
Anvisa confirma a nova composição das vacinas contra a gripe para 2026

Anvisa - Créditos: depositphotos.com / BrendaRochaBlossom

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A atualização anual das cepas que compõem a vacina da gripe é uma etapa central da estratégia de prevenção contra a influenza no Brasil e em outros países. Para a temporada de 2026 no Hemisfério Sul, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) definiu oficialmente quais tipos de vírus influenza deverão ser utilizados na composição dos imunizantes, acompanhando recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), que monitora permanentemente a circulação global desses vírus.

Anvisa confirma a nova composição das vacinas contra a gripe para 2026
Anvisa – Créditos: depositphotos.com / rafapress

Por que a vacina da gripe precisa ser atualizada todos os anos?

Essas mudanças são importantes porque o vírus da gripe sofre mutações frequentes, o que pode reduzir a proteção oferecida por vacinas antigas. Por isso, a cada ano, as autoridades de saúde revisam os dados de vigilância epidemiológica e ajustam a composição dos imunizantes para manter a eficácia e proteger os grupos mais vulneráveis.

Nesse processo, a palavra-chave é vacina da gripe, que passa por atualizações constantes para preservar a saúde de idosos, crianças pequenas e pessoas com comorbidades. Esse monitoramento contínuo é feito com base em informações de laboratórios de referência no mundo todo, garantindo que as cepas mais relevantes sejam incluídas.

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O que muda na vacina da gripe para o Hemisfério Sul em 2026?

A vacina da gripe utilizada no Brasil a partir de 1º de fevereiro de 2026 seguirá o esquema definido para o Hemisfério Sul. A Anvisa publicou essa composição na Instrução Normativa nº 408/2025, alinhando o país às orientações internacionais e garantindo maior compatibilidade com os vírus em circulação na região.

As formulações incluem versões trivalentes, quadrivalentes e vacinas não baseadas em ovos, cada uma com combinação específica de cepas. Essas variações permitem atender diferentes perfis de produção e oferta, mantendo um portfólio diversificado de imunizantes disponível para a rede pública e privada.

Nas vacinas trivalentes para 2026, a composição deverá conter cepas semelhantes a:

  • A/Missouri/11/2025 (H1N1)pdm09
  • A/Singapore/GP20238/2024 (H3N2)
  • B/Austria/1359417/2021 (linhagem Victoria)

Já as vacinas quadrivalentes incluirão essas três cepas e a adição de uma cepa similar a B/Phuket/3073/2013 (linhagem Yamagata). Para as vacinas não baseadas em ovos, a combinação indicada é de cepas equivalentes a A/Missouri/11/2025 (H1N1)pdm09, A/Sydney/1359/2024 (H3N2) e B/Austria/1359417/2021 (linhagem Victoria). Os rótulos desses produtos deverão trazer, de forma visível, a expressão: “CEPAS 2026 HEMISFÉRIO SUL”.

Qual é a composição da vacina da gripe para o Hemisfério Norte na temporada 2025–2026?

Embora o Brasil esteja no Hemisfério Sul, o país também utiliza vacinas da gripe formuladas para o Hemisfério Norte em situações específicas. Essas vacinas são direcionadas a campanhas do Ministério da Saúde em regiões onde a sazonalidade da influenza se aproxima do padrão do Norte, especialmente em áreas de clima diferenciado e em alguns cenários de viagens internacionais.

Para a temporada 2025–2026 do Hemisfério Norte, as vacinas trivalentes indicadas deverão conter cepas similares a:

  • A/Victoria/4897/2022 (H1N1)pdm09
  • A/Croatia/10136RV/2023 (H3N2)
  • B/Austria/1359417/2021 (linhagem Victoria)

As vacinas quadrivalentes acrescentam a cepa semelhante a B/Phuket/3073/2013 (linhagem Yamagata). Nas vacinas não baseadas em ovos, a indicação é para cepas equivalentes a A/Wisconsin/67/2022 (H1N1)pdm09, A/District of Columbia/27/2023 (H3N2) e B/Phuket/3073/2013 (linhagem Yamagata). Nessas formulações, os rótulos devem conter a inscrição “CEPAS 2025-2026 HEMISFÉRIO NORTE”, permitindo a identificação rápida pelo serviço de saúde.

A vacina da gripe tetravalente vai deixar de ser usada no Brasil?

Um ponto que vem ganhando atenção nas discussões técnicas é o futuro das vacinas tetravalentes contra a influenza sazonal. A recomendação da OMS prevê a descontinuação dessas versões a partir de 2027, devido à ausência de registros confirmados de circulação natural da cepa B/Yamagata, exclusiva das vacinas quadrivalentes, desde 2020 em todo o mundo.

Apesar dessa diretriz internacional, a transição não é imediata e precisa ser planejada com cuidado. A OMS admite que cada país deve avaliar sua capacidade operacional e regulatória antes de retirar definitivamente a vacina da gripe quadrivalente do mercado, evitando rupturas de estoque e quedas bruscas na cobertura vacinal.

No Brasil, a Anvisa analisou o cenário de oferta de vacinas trivalentes e tetravalentes e verificou que a retirada abrupta das tetravalentes em 2026 poderia impactar a cobertura vacinal nacional. Por esse motivo, a agência considerou necessário manter a disponibilidade das versões tetravalentes ao longo de 2026, tanto na rede pública quanto na privada, garantindo transição gradual para o novo cenário.

Essa decisão leva em conta aspectos como:

  1. Distribuição desigual entre trivalentes e tetravalentes no mercado.
  2. Capacidade de produção dos fabricantes para atender à demanda apenas com trivalentes.
  3. Planejamento de campanhas de imunização já em andamento pelos serviços de saúde.

Por que a atualização anual da vacina da gripe é essencial para a proteção da população?

A atualização anual da vacina contra influenza não está ligada apenas a mudanças de nomenclatura ou códigos de cepas. Ela reflete o acompanhamento contínuo de como o vírus se comporta, quais variantes circulam com mais frequência e quais grupos populacionais apresentam maior risco de complicações, internações e óbitos.

De forma geral, o processo segue etapas padronizadas que permitem uma resposta coordenada entre países e organismos internacionais. Esse fluxo garante que a vacina da gripe chegue aos serviços de saúde com a composição mais adequada para cada temporada.

  • Monitoramento global dos vírus influenza em laboratórios de referência.
  • Definição das cepas mais relevantes para cada hemisfério pela OMS.
  • Adequação da composição pelos órgãos reguladores nacionais, como a Anvisa.
  • Produção e distribuição das novas formulações de vacina da gripe.

Para quem atua em serviços de saúde ou em planejamento de campanhas, acompanhar essas definições ajuda no ajuste de cronogramas, na organização de estoques e na comunicação com a população. Informações detalhadas sobre a decisão brasileira e os aspectos técnicos da imunização estão disponíveis em documentos oficiais, como a Nota Técnica nº 210/2025 da Anvisa, que aprofunda a análise regulatória feita para a temporada de 2026.

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