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5 mitos da ciência que você ainda jura serem verdade

Por Yudi Soares
14/jan/2026
Em Geral
5 mitos da ciência que você ainda jura serem verdade

Perguntas da ciência que você não tem a resposta

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Ao longo das últimas décadas, diversos mitos da ciência foram ganhando espaço em conversas do dia a dia, em salas de aula e, mais recentemente, nas redes sociais. Muitas dessas histórias parecem fazer sentido à primeira vista, mas entram em conflito com o que a pesquisa científica mostra atualmente, e entender onde essas crenças surgem e por que continuam se espalhando ajuda a diferenciar informação confiável de boatos bem construídos.

  • Mitos surgem de explicações simplificadas e persistem por repetição.
  • Exemplos famosos: enrolar a língua, ruivos “em extinção”, pterodáctilos, orcas, morcegos.
  • Esses mitos contradizem evidências científicas atuais.
  • Explica por que eles continuam circulando.
  • Orientações para identificar e evitar novos mitos.

O que são mitos da ciência e por que eles persistem?

Mitos da ciência são afirmações que parecem científicas, usam termos técnicos ou dados, mas não são totalmente corretas ou já foram superadas por estudos recentes. Muitas vezes, nascem de pesquisas isoladas, interpretações apressadas ou generalizações feitas para simplificar fenômenos complexos.

Essas ideias persistem porque são fáceis de lembrar, contadas em tom de curiosidade e raramente checadas. Materiais didáticos antigos e conteúdos virais reforçam informações desatualizadas, criando “verdades populares” que não se sustentam diante de uma análise cuidadosa.

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A habilidade de enrolar a língua é determinada apenas por um gene?

Um dos mitos mais conhecidos diz que a capacidade de enrolar a língua em formato de tubo é controlada por um único gene, em um simples “tem ou não tem”. Estudos em genética do comportamento mostram que crianças que antes não conseguiam podem aprender com treino e imitação, indicando participação de fatores ambientais e motores.

A habilidade de dobrar a língua envolve coordenação muscular, prática e uma base biológica complexa. Pesquisadores apontam que características assim são influenciadas por vários genes e pelo desenvolvimento na infância, mas a explicação simplificada segue popular por ser didática em aulas de herança genética.

5 mitos da ciência que você ainda jura serem verdade

Pessoas ruivas estão realmente em extinção ou é um dos mitos da ciência?

A ideia de que pessoas ruivas vão desaparecer é um mito alimentado por manchetes sensacionalistas. A cor de cabelo avermelhada está ligada, em grande parte, a variantes recessivas no gene MC1R, que exigem combinações específicas herdadas de ambos os pais para aparecer.

Genes recessivos podem se tornar menos frequentes em algumas populações, mas não “somem” espontaneamente. Em um mundo com alta mobilidade e miscigenação, essas variantes tendem a se misturar, alterando proporções de fenótipo visível, não levando à extinção dos ruivos.

Por que pterodáctilos não são considerados dinossauros?

É comum chamar qualquer criatura gigante do passado de dinossauro, e o termo “pterodáctilo” virou sinônimo de réptil voador pré-histórico. Contudo, na classificação científica, dinossauros formam um grupo específico, em geral terrestre, com membros posicionados sob o corpo e características anatômicas próprias.

Os pterossauros, grupo ao qual o pterodáctilo pertence, tinham asas formadas por uma longa quarta falange sustentando uma membrana de pele, além de ossos ocos adaptados ao voo. São parentes próximos dos dinossauros entre os arcossauros, mas ocupam um ramo evolutivo separado, o que a mídia muitas vezes simplifica.

5 mitos da ciência que você ainda jura serem verdade

Orcas são realmente baleias assassinas?

As orcas, popularmente chamadas de “baleias assassinas”, pertencem na verdade à família dos golfinhos e são seus maiores representantes. O apelido surgiu do eficiente comportamento de caça em grupo, que construiu a imagem de grande predador marinho perigoso.

Do ponto de vista taxonômico, a orca não é uma baleia verdadeira, embora compartilhe com elas o fato de ser um mamífero marinho que respira por pulmões. Relatos de ataques a humanos em ambiente natural são extremamente raros, e muitos incidentes envolvem animais em cativeiro e condições de estresse.

Morcegos são cegos ou enxergam no escuro?

A expressão “cego como um morcego” é enganosa, pois a maioria das espécies possui visão funcional, e algumas têm excelente visão noturna. Eles usam a ecolocalização para se orientar no escuro, localizar presas e evitar obstáculos, complementando outros sentidos.

Visão, audição e olfato trabalham em conjunto, variando conforme a espécie e o ambiente em que vivem. A ecolocalização é uma adaptação sofisticada que amplia as informações sobre o ambiente, aumentando as chances de sobrevivência em hábitats noturnos.

Como identificar e evitar novos mitos da ciência?

Identificar mitos da ciência exige uma postura constante de verificação de fontes e desconfiança de explicações simples demais. Em vez de confiar apenas em manchetes ou frases de efeito, é importante buscar instituições de pesquisa, revistas científicas reconhecidas e materiais de divulgação ligados a universidades.

Algumas estratégias práticas ajudam a reduzir a disseminação de informações equivocadas e a fortalecer o pensamento crítico no dia a dia:

  • Checar a origem da informação antes de compartilhar;
  • Comparar diferentes fontes para verificar se há consenso;
  • Desconfiar de explicações simples demais para temas complexos;
  • Observar a data da pesquisa ou notícia, pois o conhecimento muda.
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