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Início Justiça

Coronéis da PMDF recebem 16 anos de prisão após voto de Zanin no caso 8 de Janeiro

Por Junior Melo
05/dez/2025
Em Justiça
Zanin assume relatoria de ação da CPI do Master após Toffoli se declarar suspeito

Cristiano Zanin - Foto: © Rosinei Coutinho/SCO/STF

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O julgamento dos coronéis da cúpula da Polícia Militar do Distrito Federal pelo 8 de janeiro de 2023 entrou em uma fase decisiva no Supremo Tribunal Federal. Com o voto do ministro Cristiano Zanin, formou-se maioria na Primeira Turma para condenar cinco oficiais superiores a 16 anos de prisão, em um dos desdobramentos mais relevantes dos processos ligados aos ataques às sedes dos Três Poderes, em Brasília.

Qual foi o resultado do julgamento dos coronéis da PMDF no STF?

Com o voto de Cristiano Zanin, que acompanhou integralmente o relator Alexandre de Moraes e o ministro Flávio Dino, a Primeira Turma do STF formou maioria pela condenação de cinco dos sete coronéis denunciados. A pena fixada é de 16 anos de prisão, sendo 13 anos e seis meses de reclusão em regime inicialmente fechado e dois anos e seis meses de detenção, além de 100 dias-multa, calculados sobre um terço do salário mínimo vigente à época dos fatos.

Além das penas privativas de liberdade e da multa, o Supremo determinou o pagamento de indenização por danos morais coletivos no valor total de R$ 30 milhões. Esse montante deverá ser dividido entre os cinco condenados, com cerca de R$ 6 milhões para cada coronel, e inclui ainda a perda dos cargos públicos, afetando carreiras e benefícios funcionais.

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Quem são os coronéis da PMDF condenados?

A decisão da Primeira Turma alcança a cúpula da PMDF que ocupava funções estratégicas naquele 8 de janeiro. Entre os condenados está o coronel Fábio Augusto Vieira, então comandante-geral da Polícia Militar do Distrito Federal, além do subcomandante-geral da época, Klepter Rosa Gonçalves.

Também foram condenados os coronéis Jorge Eduardo Barreto Naime, Paulo José Ferreira de Sousa Bezerra e Marcelo Casimiro Vasconcelos, todos em posições-chave no planejamento e execução das operações de segurança. As defesas alegam que não houve intenção de facilitar ataques, mas a maioria dos ministros entendeu que houve omissão dolosa, ou seja, consciência do risco e escolha de não agir de forma adequada.

O que ainda falta para o julgamento dos coronéis terminar no STF?

Após o voto de Cristiano Zanin, falta apenas a manifestação da ministra Cármen Lúcia para o encerramento formal do julgamento na Primeira Turma. Como já há três votos firmes pela condenação, o resultado está praticamente definido, salvo eventual mudança de posicionamento de algum ministro já votante.

O ministro Luiz Fux, que integrava essa Turma, migrou para a Segunda Turma do STF, alterando a composição, mas não a tendência majoritária nesses casos específicos. O desfecho reforça a linha do Supremo de responsabilizar tanto manifestantes quanto autoridades que, por ação ou omissão, contribuíram para o cenário que possibilitou os ataques.

Qual é o impacto da condenação para a PMDF?

A decisão contra os coronéis da PMDF tem potencial para influenciar outros processos relacionados ao 8 de janeiro. Ao reconhecer a omissão dolosa da alta cúpula policial, o STF indica que a responsabilidade pelas falhas de segurança também recai sobre quem tinha dever institucional de prevenir a escalada da violência.

Para a Polícia Militar do Distrito Federal, a condenação reabre debates internos sobre protocolos de atuação, planejamento de grandes eventos e relação com o poder político. Também pode impactar processos disciplinares e discussões sobre responsabilização de comandantes em situações de desordem pública, servindo de parâmetro para ações civis, administrativas e penais em curso.

FAQ sobre o caso dos coronéis da PMDF

  • Os coronéis ainda podem recorrer da decisão? Sim. Após o término do julgamento na Primeira Turma, ainda podem ser apresentados recursos internos no próprio STF, dentro dos prazos legais.
  • O que significa omissão dolosa nesse contexto? Significa que, segundo o entendimento do STF, os coronéis tinham consciência do risco de grave desordem e, mesmo assim, deixaram de adotar medidas consideradas necessárias para evitá-la.
  • O valor da indenização será destinado a quem? A indenização por danos morais coletivos, de R$ 30 milhões, deve ser destinada a fundos públicos ou políticas voltadas à reparação social, conforme for definido em execução da decisão.
  • A perda do cargo público é definitiva? A perda do cargo acompanha a condenação criminal. Eventual reversão dependeria do êxito de recursos que modifiquem a decisão condenatória no STF.
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