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Início Economia

Proposta aprovada na CCJ do Senado mira o fim das transações imobiliárias com ‘dinheiro vivo’

Por Junior Melo
28/nov/2025
Em Economia
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Dinheiro - Créditos: depositphotos.com / rmcarvalhobsb

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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado deu um passo importante no combate à lavagem de dinheiro e à sonegação fiscal ao aprovar, nesta quarta-feira (26/11), uma proposta que proíbe o uso de dinheiro em espécie em transações imobiliárias. Essa iniciativa busca restringir o uso do dinheiro físico e aprimorar o controle das transações financeiras no setor imobiliário, alinhando o Brasil a práticas já adotadas em outros países.

Quais os principais detalhes da proposta aprovada pela CCJ?

A CCJ aprovou um projeto que determina que o Conselho Monetário Nacional (CMN) será responsável por definir limites máximos para o uso de dinheiro em espécie em operações imobiliárias. O objetivo da medida é reduzir riscos ligados ao transporte e armazenamento de grandes quantias em dinheiro e combater práticas ilícitas.

A proposta representa um avanço importante para fechar brechas usadas por lavagem de dinheiro, pois o dinheiro vivo dificulta a fiscalização. A seguir, apresentamos alguns dos principais destaques da proposta:

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  • O CMN passa a definir limites para transações em espécie
  • Redução dos riscos de lavagem de dinheiro e sonegação fiscal
  • Fortalecimento da transparência nas operações

Como as transações imobiliárias financeiras brasileiras serão afetadas?

Transações imobiliárias não poderão mais ser realizadas em espécie, obrigando o uso de meios eletrônicos mais rastreáveis. O CMN, em conjunto com o COAF, irá estabelecer limites e fiscalizar todas as instituições financeiras reguladas pelo Banco Central.

Essa mudança vai permitir um monitoramento mais eficiente das operações, ampliando a capacidade das autoridades para identificar movimentações suspeitas e proteger o mercado imobiliário.

Por que substituir dinheiro vivo por pagamentos eletrônicos aumenta a segurança?

O uso do dinheiro físico dificulta o rastreamento das operações e facilita crimes financeiros e fiscais. A adoção de pagamentos eletrônicos traz mais transparência, além de reduzir os riscos associados ao porte de grandes quantias.

Além disso, o acompanhamento próximo do CMN e do COAF permitirá identificar irregularidades com mais rapidez e eficiência, criando um ambiente de negócios mais seguro.

Quais os exemplos internacionais para a regra?

Países como Estados Unidos, Canadá e Austrália já implementaram regras que limitam o uso de dinheiro vivo em grandes transações, resultando em mais segurança e transparência. O Brasil, com essa proposta, passa a adotar uma abordagem compatível com padrões internacionais.

Essas experiências demonstram que restringir o uso do dinheiro físico não só dificulta atividades ilícitas como também estimula a adoção de meios de pagamento modernos, protegendo cidadãos e o sistema financeiro.

FAQ sobre transações imobiliárias sem dinheiro em espécie

  • Quais são as principais vantagens de proibir o uso de dinheiro em espécie em transações imobiliárias? A principal vantagem é aumentar a segurança e a transparência, reduzindo riscos de lavagem de dinheiro e sonegação fiscal.
  • Essa proibição pode afetar o mercado imobiliário? Sim, pode modificar como as transações são efetuadas, mas tende a impulsionar uma economia mais segura e confiável.
  • Como os limites serão definidos pelo Conselho Monetário Nacional? O CMN trabalhará em conjunto com o COAF para estabelecer limites baseados em estudos de viabilidade e segurança financeira.
  • Existem exceções para o uso de dinheiro em espécie nas transações? Atualmente, a proposta não identifica exceções; no entanto, decisões futuras podem explorar áreas específicas.
  • Esse movimento pode encorajar o aumento das fraudes eletrônicas? Embora aumente o uso de meios eletrônicos, também haverá investimentos em segurança cibernética para proteger essas transações.
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