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Início Governo

Lula prioriza emendas de bancadas de Alcolumbre e do relator por articulação de Messias

Por Junior Melo
30/nov/2025
Em Governo
Lula prioriza emendas de bancadas de Alcolumbre e do relator por articulação de Messias

Lula - Foto: © Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Nos últimos meses, o governo brasileiro tem direcionado seus esforços para reforçar a candidatura do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF). Esse movimento implica em um complexo arranjo político e econômico, focando especialmente no pagamento de emendas orçamentárias consideradas como uma estratégia para ganhar apoio no Senado, onde Messias precisa de 41 votos para sua aprovação. A dinâmica dos bastidores revela não apenas a complexidade das negociações políticas, mas também a intensa batalha de interesses em jogo no Senado.

Uma parte significativa dessa narrativa concentra-se nas emendas conhecidas como “orçamento secreto”. Tal modalidade tem sido um ponto focal na tentativa de conquistar o apoio necessário para Messias. Estados como Amapá e Maranhão têm recebido especial atenção nessa estratégia, recebendo milhões em emendas para garantir a lealdade de seus representantes no Senado. O Amapá, lar do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o Maranhão, base do relator da indicação, senador Weverton Rocha, são peças essenciais neste quebra-cabeças político.

A Arte das Emendas: Como o Governo Está Jogando para Vencer?

Desde a indicação de Jorge Messias, o governo liberou R$ 807 milhões em emendas, dos quais grande parte foi destinada a bancadas e comissões. Desse montante, R$ 481,2 milhões foram para emendas de bancada, com destaque para os estados do Maranhão e Amapá. As emendas de comissão, extremamente valorizadas pelos congressistas, também receberam atenção com um total de R$ 213,8 milhões pagos. Essa distribuição estratégica busca neutralizar resistências no Legislativo e abrir caminho para a nomeação de Messias.

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Neste cenário, o uso das emendas como ferramenta de barganha política é evidente. As emendas de bancada, assinadas coletivamente por deputados e senadores de cada estado, têm seu rastreamento de autoria dificultado, reforçando o termo “orçamento secreto”. Comissões também desempenham um papel crucial, interação que mantém o equilíbrio entre as intenções do Executivo e os interesses do Legislativo.

Quais são os desafios enfrentados por Jorge Messias?

A indicação de Messias não ocorre sem resistência. Davi Alcolumbre, presidente do Senado, manifestou-se contrário à nomeação e tem encorajado outros senadores a seguir seu exemplo. A preferência manifestada pela Casa por Rodrigo Pacheco, atual presidente do Senado, reflete o desejo de manter a influência legislativa em questões financeiras. Essa resistência é influenciada pelo papel das emendas no poder do Congresso sobre o orçamento federal, uma área que Lula busca reequilibrar em seu favor.

A votação no Senado está agendada para o dia 10 de dezembro. Porém, diante das reações adversas, o governo tem a opção de adiar a nomeação até que o cenário político se mostre mais favorável. A história ainda não documentou uma rejeição de indicado ao STF, mas as tensões atuais geram incertezas sem precedentes para o Executivo.

Emendas Parlamentares: Um Jogo de Poder entre Executivo e Legislativo

Historicamente, as emendas parlamentares são vistas como um mecanismo de controle compartilhado sobre o orçamento público. No entanto, em anos recentes, o Congresso assumiu uma fatia significativa das despesas discricionárias, enfraquecendo o poder de negociação do Executivo. Essa mudança de dinâmica gera apreensão sobre as futuras nomeações ao STF, sobretudo no contexto de um governo Lula, que potencialmente poderá influenciar o Judiciário para apoiar seu controle sobre o orçamento.

As discordâncias sobre as emendas sem transparência exacerbam tensões entre os poderes. O governo atual, sob a égide de Flávio Dino, estabeleceu medidas para bloquear pagamentos opacos, abrindo uma frente de batalha com o Legislativo. Este conflito marca um momento crucial na evolução das relações de poder em Brasília, onde cada nomeação ao STF pode redefinir o cenário político e econômico do país.

FAQ sobre o tema:

  • Por que as emendas de bancada são chamadas de “orçamento secreto”? As emendas de bancada são chamadas assim devido à dificuldade de rastreamento da autoria das destinações, tornando-se uma forma menos transparente de alocação orçamentária.
  • Qual a importância do apoio do Amapá e Maranhão na indicação de Jorge Messias? Apoios desses estados são cruciais, pois seus senadores são influentes nas decisões do Senado, como Alcolumbre e Rocha, que têm papéis chave no processo de nomeação de Messias.
  • Como as emendas de comissão influenciam o processo político? As emendas de comissão são apreciadas pelos congressistas por permitirem negociações políticas e favorecendo grupos ou interesses específicos, facilitando assim, coalizões dentro do Congresso.
  • Qual o impacto das emendas sobre o orçamento federal? As emendas representam uma das principais formas do Legislativo ditar parte dos gastos do governo, tendo se tornado obrigatórias em grande medida, o que reduz a margem de manobra do Executivo sobre o orçamento.

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