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Início Governo

Deputado do PT assume uso de maconha e planeja plantar cannabis com ex-presidiários

Por Junior Melo
30/nov/2025
Em Governo
Deputado do PT assume uso de maconha e planeja plantar cannabis com ex-presidiários

Crédito da foto: Orlando Kissner / Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP).

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Renato Freitas, deputado estadual do Partido dos Trabalhadores (PT-PR), recentemente declarou publicamente ser um usuário de maconha, expressão que ele próprio assumiu ao afirmar que é “maconheiro”. Essa declaração veio acompanhada de uma forte crítica à criminalização da planta no Brasil, destacando o caráter “absolutamente racista” que essa repressão tem historicamente carregado no país. Durante a participação no evento ExpoCannabis 2025, o deputado expôs sua perspectiva de forma clara e provocativa, gerando um debate intenso sobre políticas de drogas e preconceito racial e social.

Com uma proposta inovadora, Freitas anunciou a criação de uma associação destinada ao cultivo de cannabis para fins medicinais. O projeto ambiciona envolver pessoas egressas do sistema prisional, ou seja, ex-presidiários, proporcionando-lhes uma oportunidade de reintegração social e econômica. Segundo o deputado, o coletivo será direcionado a pacientes em condições de vulnerabilidade social, ampliando o acesso aos benefícios medicinais da planta.

Qual é o contexto das declarações de Renato Freitas?

As declarações de Renato Freitas se inserem em um contexto de polêmica recente que incluiu um incidente envolvendo o deputado em uma briga com um manobrista em Curitiba. O episódio ganhou notoriedade nas redes sociais e resultou em um processo no Conselho de Ética da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), gerando ainda mais atenção em torno das suas atividades políticas e declarações públicas. Esse cenário intensificou a visibilidade de suas opiniões sobre o uso e criminalização da maconha, bem como suas propostas relacionadas ao cultivo da cannabis.

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Além disso, Freitas colocou em foco as críticas à sociedade curitibana, especialmente a classe média branca, que ele considera hipócrita em suas posturas sobre a maconha. Ao dissociar a “cannabis” do estigma da droga, ele defende um olhar mais inclusivo e medicinal, enquanto critica o preconceito embutido nas práticas de repressão ao longo da história brasileira.

Por que a criminalização da maconha tem sido criticada?

A criminalização da maconha é motivo de longas discussões devido a múltiplos fatores. Um dos principais argumentos, como apontado pelo deputado Freitas, reside no fato de que esta política repressiva frequentemente possui raízes em preconceitos raciais. Historicamente, no Brasil, leis antidrogas surgiram em um contexto de controle social, muitas vezes impactando de maneira desproporcional comunidades marginalizadas racialmente.

Críticos afirmam que a criminalização não só falha em abordar eficazmente o problema do consumo e tráfico de drogas, como também perpetua ciclos de desigualdade social, contribuindo para a superlotação do sistema prisional com pequenas infrações ligadas à posse de maconha. Isso leva à necessidade de dialogar a respeito de abordagens regulatórias que integram saúde pública e direitos humanos, além de considerar as evidências científicas relacionadas aos usos terapêuticos da planta.

O que significa a criação da associação proposta por Renato Freitas?

A iniciativa anunciada por Renato Freitas para a criação de uma associação de cultivo de cannabis medicinal traz significados profundos tanto para a reinserção de ex-presidiários quanto para o acesso de pacientes a tratamentos alternativos. O projeto deve funcionar como um pilar para a reintegração social e econômica, ao oferecer novas oportunidades de trabalho, destacando a importância do apoio a egressos do sistema carcerário.

A proposta pode, ainda, representar uma mudança de paradigma ao reposicionar a cannabis no contexto jurídico-social dentro do Brasil. Abre caminho para novas políticas de drogas que levem em consideração a saúde pública e os direitos individuais, além de desestigmatizar a planta diante da opinião pública. A associação, portanto, torna-se um possível catalisador para debates mais amplos sobre o futuro das políticas de drogas no país.

Embora o projeto de Freitas ainda demande uma fase de execução e enfrentará, certamente, desafios políticos e logísticos, ele representa um foco recente no potencial terapêutico e econômico da cannabis, em alinhamento com tendências globais mais liberais quanto à regulação desta planta.

FAQ sobre o tema:

  • Como a maconha tem sido vista no Brasil historicamente? A legislação brasileira tradicionalmente tratava a maconha com rigor punitivo, impulsionado por preconceitos raciais e sociais. Isso levou ao encarceramento excessivo, afetando principalmente comunidades negras e pobres.
  • Quais são os benefícios potenciais da cannabis medicinal? A cannabis medicinal tem demonstrado eficácia no tratamento de várias condições, incluindo dores crônicas, epilepsia e efeitos colaterais de tratamentos como quimioterapia.
  • Como outras nações têm abordado a legalização da maconha? Países como Canadá, Uruguai e vários estados dos EUA adotaram a legalização, regulando a venda e o uso de maconha para diferentes fins, incluindo o medicinal e recreativo, com impactos positivos na redução de prisões relacionadas a drogas.
  • Qual é o impacto esperado da associação de cannabis proposta? Espera-se que a associação ajude a reintegrar ex-prisioneiros na sociedade, além de proporcionar acesso a tratamentos alternativos e promover um debate mais amplo sobre políticas de drogas no Brasil.
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