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Anvisa solicita mais prazo à Justiça para decidir sobre cultivo da cannabis no Brasil

Por Yudi Soares
03/out/2025
Em Geral
Anvisa autoriza pesquisas com Cannabis (maconha) pela Embrapa no Brasil

Cannabis

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O debate em torno do cultivo de Cannabis sativa no Brasil, especialmente para fins medicinais, é complexo e envolve atores diversos, incluindo a Anvisa, ativistas, cientistas e o governo. Recentemente, a Anvisa solicitou um novo prazo ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) para decidir sobre a autorização do cultivo. Essa prorrogação foi fundamentada pela necessidade de maior diálogo com a sociedade e os diversos atores envolvidos, dado o impacto técnico e social considerável do tema.

A relação do Brasil com a planta da Cannabis é um tema que vem ganhando cada vez mais atenção, especialmente considerando o cenário internacional onde muitos países já avançaram na liberação do uso medicinal e industrial da planta. Em contraste, o Brasil ainda lida com desafios legais e sociais que retardam esse processo.

Anvisa solicita mais prazo à Justiça para decidir sobre cultivo da cannabis no Brasil
Cannabis – Créditos: depositphotos.com / BiancoBlue

Qual é o potencial econômico e medicinal da cannabis?

O uso da Cannabis, principalmente seus compostos canabinoides, para fins medicinais, tem demonstrado resultados positivos em diversas condições de saúde, incluindo Alzheimer, Parkinson e epilepsia. No Brasil, o mercado de medicamentos à base de canabinoides pode atingir um valor considerável nos próximos anos, com expectativas de crescimento significativo.

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Paralelamente, a indústria do cânhamo, que envolve o cultivo de Cannabis sativa com baixíssimo teor de THC, oferece potencial para setores variados, como têxteis, cosméticos e alimentícios. Dessa forma, a autorização do cultivo pode não apenas melhorar a saúde pública, mas também fortalecer a economia e a autonomia do país em termos de ingredientes farmacêuticos ativos (IFAs), atualmente dependente de importações.

Por que a hesitação na liberação do cultivo?

Embora existam evidências dos benefícios dos canabinoides para a saúde, a hesitação do Brasil em liberar o cultivo da Cannabis para fins medicinais e industriais envolve questões sociais, econômicas e políticas. Uma das razões principais é a diferença entre cânhamo e maconha, ambas oriundas da Cannabis sativa, mas com diferentes níveis de THC, o composto psicoativo.

A Anvisa, sob nova liderança, enfrenta o desafio de comunicar e implementar políticas que, embora pioneiras, não deixem de considerar a complexidade e as possíveis repercussões de tal liberação. Enquanto isso, países como França e China avançam em seus mercados de cânhamo, desenvolvendo tecnologias e patentes para exportação.

Qual é a perspectiva internacional e o impacto no Brasil?

No cenário global, a indústria da cannabis é estimada para alcançar valores astronômicos, ultrapassando US$ 700 bilhões na próxima década. Esta perspectiva coloca o Brasil em uma posição delicada se a atual inércia persistir. Países que abraçaram a indústria têm feito avanços significativos em termos de inovação e comércio internacional.

No entanto, essa discussão não se limita à economia. O papel dos canabinoides na medicina está sendo amplamente reconhecido, com países facilitando o uso desses compostos terapêuticos. Nos Estados Unidos, por exemplo, há um movimento crescente em direção à aceitação do uso medicinal da Cannabis, mesmo em estados tradicionalmente conservadores.

Qual deve ser o futuro da cannabis no Brasil?

O futuro da Cannabis sativa no Brasil depende de decisões políticas informadas e de uma estratégia clara para regular seu cultivo e uso. A recente solicitação por parte da Anvisa apenas reforça a necessidade de um debate estruturado e fundamentado sobre o tema. Enquanto o país busca se posicionar, o potencial econômico e medicinal da cannabis continua a ser um ponto focal para ativistas e profissionais da saúde.

Além disso, o apoio para tal regulação também precisa considerar o aspecto social. Como o deputado Caio França mencionou, a proibição atual cria barreiras econômicas para aqueles que necessitam dos tratamentos disponíveis. Portanto, a discussão se alinha não apenas com questões de saúde, mas também com justiça social e inovação econômica.

Perguntas Frequentes sobre o cultivo e uso da cannabis medicinal no Brasil (FAQ)

  • É permitido atualmente cultivar Cannabis para uso medicinal no Brasil?
    Atualmente, o cultivo doméstico para fins medicinais só é possível mediante decisão judicial individual. Empresas e associações também precisam de autorização especial da Anvisa ou do Judiciário, o que ainda limita o acesso e a produção nacional.
  • Quais doenças podem se beneficiar do uso medicinal da Cannabis?
    Diversos estudos e experiências clínicas mostram potencial benefício para pacientes com epilepsia refratária, Alzheimer, Parkinson, dor crônica, esclerose múltipla, entre outras doenças.
  • Qual é a diferença entre cânhamo e maconha?
    Embora ambas sejam da mesma espécie (Cannabis sativa), o cânhamo é cultivado para conter baixos níveis de THC (componente psicoativo), sendo utilizado para fins industriais e alguns usos medicinais; já a maconha contém teores mais elevados de THC e é usada principalmente de forma recreativa e medicinal.
  • O Brasil importa ou produz medicamentos à base de Cannabis?
    A maior parte dos medicamentos à base de cannabis disponíveis no Brasil é importada, o que encarece o tratamento. Existem poucas produções nacionais autorizadas, o que evidencia a importância do debate sobre o cultivo local.
  • Existe algum projeto de lei para regulamentar o cultivo da Cannabis medicinal no Brasil?
    Sim, há projetos de lei em tramitação na Câmara dos Deputados e no Senado propondo a regulamentação do cultivo para fins medicinais, científicos e industriais, mas ainda enfrentam resistência política e social.
  • O que falta para o Brasil avançar na regulamentação da Cannabis?
    Além de decisões políticas informadas, falta consenso social e uma estratégia regulatória clara, baseada em evidências científicas e experiências internacionais, para garantir acesso seguro e econômico aos medicamentos derivados da Cannabis.
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