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Início Mundo

F-35 chega ao Caribe a 2.000 km/h em operação enviada por Trump contra Maduro

Por Guilherme Silva
28/set/2025
Em Mundo
Créditos: depositphotos.com / KGriff

F-35 - Créditos: depositphotos.com / KGriff

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O envio de aeronaves F-35 para Porto Rico pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, é uma medida que intensifica a ofensiva antinarcóticos no Caribe, demonstrando uma estratégia clara dos Estados Unidos para combater o tráfico de drogas. Este passo não apenas destaca a tecnologia de ponta representada pelos caças furtivos, mas também eleva as tensões já existentes com a Venezuela sob o governo de Nicolás Maduro. A presença dos F-35 sugere uma disposição de confrontação, deixando em aberto a possibilidade de incidentes militares diretos.

Um dos incidentes que catalisou essa movimentação foi a destruição de uma embarcação no início de setembro de 2025, vinculada ao suposto grupo criminoso Tren de Aragua. Com a morte de onze indivíduos durante o ataque, o governo americano alegou que a embarcação estava envolvida no transporte de entorpecentes, mas até agora, nenhuma prova pública foi apresentada. Este ataque foi o primeiro de uma série, seguido por outras operações semelhantes que também geraram debates sobre o verdadeiro propósito dessas ações.

Quais são as implicações internacionais dessa estratégia?

A legalidade das ações norte-americanas tem sido amplamente discutida, especialmente porque não há um estado de guerra formal entre os EUA e a Venezuela. Os ataques sem abordagem ou processo judicial suscitam críticas e levantam questionamentos sobre o respeito ao direito internacional. Enquanto o governo americano caracteriza o regime de Maduro como um “narco-Estado”, Caracas rebate essas acusações e destaca seus esforços no combate às drogas como forma de se defender.

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Esta troca de acusações reflete um cenário de hostilidade e desconfiança mútua. Além dos aviões de combate, os EUA já haviam reforçado sua presença na região com navios de guerra e tropas de fuzileiros, o que levou a Venezuela a responder com a mobilização de suas próprias forças militares, inclusive realizando voos provocativos com caças F-16. Esse aumento na presença militar gera preocupações sobre o potencial de um conflito armado, dada a instabilidade política e militar na região.

Créditos: depositphotos.com / adameq2
F-35 – Créditos: depositphotos.com / adameq2

Por que a narrativa antidrogas pode não ser a única motivação?

Analistas sugerem que a ostensiva atuação antidrogas poderia servir a outros propósitos estratégicos. Enfraquecer a posição de Maduro no poder através do desgaste de seu governo e fortalecer a oposição interna estão entre as hipóteses levantadas, dentro de um panorama histórico no qual os EUA já intervieram em nações latino-americanas sob pretextos semelhantes. Assim, a justificativa de combate ao narcotráfico pode ser vista como uma fachada para uma agenda política e econômica mais ampla na região, envolvendo, inclusive, interesses nos recursos naturais, como o petróleo venezuelano.

O clima na América Latina é de crescente tensão, à medida que tanto Washington quanto Caracas fortalecem suas respectivas retóricas e ações. Embora a Casa Branca ainda esteja considerando a expansão das operações dentro da Venezuela, utilizando drones ou ataques dirigidos a cartéis, a mera consideração desta estratégia exacerba o ambiente de incerteza. Caso essa situação não seja manejada com cautela, as consequências podem ser imprevisíveis, envolvendo não apenas os dois países diretamente, mas possivelmente toda a região.

Créditos: depositphotos.com / adameq2
F-35 – Créditos: depositphotos.com / adameq2

Quais são os desdobramentos possíveis diante deste cenário volátil?

Com a presença confirmada dos F-35 e ações militares já em curso, o cenário é descrito como altamente volátil. A pressão internacional por uma solução pacífica cresce, mas a falta de consenso sobre as acusações de tráfico de drogas e a legalidade das ações dos EUA mantêm o impasse. Qualquer erro de cálculo pode levar a um conflito aberto, trazendo consequências graves para a estabilidade regional. Nesse contexto, a diplomacia e a transparência nas ações são elementos cruciais para evitar um conflito maior.

FAQ sobre naves e aeronaves

  • Por que os EUA enviaram aeronaves F-35 para Porto Rico? – Para reforçar a ofensiva antinarcóticos no Caribe e aumentar a vigilância sobre o tráfego ilícito de drogas.
  • Há provas públicas de envolvimento das embarcações destruídas com o tráfico? – Até o momento, não foram apresentadas provas públicas conclusivas pelo governo dos EUA.
  • Como a Venezuela reagiu à presença dos F-35? – A Venezuela respondeu com a mobilização de suas próprias forças militares e voos de caças F-16.
  • A legalidade das ações dos EUA é reconhecida internacionalmente? – As ações têm gerado debate sobre sua conformidade com o direito internacional, já que não há conflito formal entre EUA e Venezuela.
  • O combate às drogas é o único objetivo da ofensiva? – Analistas apontam que pode haver interesses estratégicos e políticos, além do combate ao narcotráfico, como enfraquecer o governo de Maduro e interesses em recursos naturais.
  • Quais são os riscos de escalada militar na região? – O ambiente de tensão aumenta a possibilidade de incidentes e conflitos armados que podem envolver outros países da região.
  • Houve pressão internacional por uma solução pacífica? – Sim, diversos atores internacionais pedem diplomacia e transparência para evitar uma escalada do conflito.
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