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Trabalhador demitido quebra obra de Universidade Federal na marreta em protesto

Por Livia Andrade
02/ago/2025
Em Geral
Trabalhador demitido quebra obra na Universidade Federal na marreta em protesto

Ex-funcionário quebra parede de obra da UFT após alegar que construtora o demitiu e não pagou os valores devidos — Foto: Reprodução/Clifton Morais

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O recente caso envolvendo Fernando Rodrigues, ex-funcionário de uma obra no campus de Gurupi da Universidade Federal do Tocantins (UFT), traz à tona questões significativas relacionadas aos direitos trabalhistas e à responsabilidade das empresas contratadas pelo setor público. O trabalhador, que atuava como mestre de obras, alega ter sido demitido sem receber os valores devidos, levando-o a ações extremas de protesto, como danificar parte da construção. Esta situação não só destaca a vulnerabilidade dos trabalhadores contratados em projetos de infraestrutura, como também revela a complexidade das relações contratuais entre instituições públicas, empresas terceirizadas e seus empregados.

O episódio ocorreu em meio a um cenário de inadimplência e descontentamento. Fernando relatou que permanecia sem pagamento desde a demissão, acumulando dívidas pessoais consideráveis, incluindo contas essenciais como aluguel e manutenção básica de subsistência. A empresa Vasconcelos Engenharia, responsável pela obra após o término do contrato com a primeira construtora, é acusada de não cumprir suas obrigações financeiras, apesar do contrato prever pagamentos conforme o andamento dos serviços.

Quais são os direitos do trabalhador em casos de inadimplência contratual?

Quando uma empresa falha em cumprir suas obrigações de pagamento, os trabalhadores têm o direito de buscar amparo na Justiça do Trabalho. O direito ao recebimento dos valores devidos é assegurado pela legislação trabalhista, que visa proteger o empregado de abusos e garantir que sejam honradas todas as condições estabelecidas em contrato. Além disso, as empresas contratantes, como no caso a UFT, podem pressionar as terceirizadas a solucionar pendências, seguindo os parâmetros do contrato administrativo. A UFT, por exemplo, declarou não ter pendências financeiras com a Vasconcelos Engenharia e reiterou sua intenção de resolver o impasse.

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Além disso, no Brasil, o descumprimento das obrigações salariais configura-se como falta grave, podendo levar a rescisão indireta do contrato de trabalho. Esta rescisão é uma maneira de proteger o trabalhador, garantindo que ele receba todos os direitos relativos ao término do contrato, como aviso prévio, multa sobre o saldo do FGTS, entre outros. É importante esclarecer que a rescisão indireta deve ser reconhecida pela Justiça do Trabalho para garantir esses direitos. O trabalhador precisa comprovar a falta grave do empregador perante a Justiça para ter direito às verbas rescisórias.

Quais são os direitos do trabalhador em casos de inadimplência contratual?
CLT. Créditos: depositphotos.com / BrendaRochaBlossom.

Como instituições públicas podem mitigar situações semelhantes no futuro?

Para evitar situações como a de Fernando, é crucial que instituições públicas, ao licitar obras, incluam cláusulas rigorosas sobre a responsabilidade financeira da empresa contratada em relação aos seus trabalhadores. Além disso, a fiscalização do cumprimento das obrigações trabalhistas pode ser realizada por meio de auditorias regulares e relatórios periódicos. Monitorar regularmente o cumprimento das obrigações trabalhistas por parte das construtoras pode prevenir casos de inadimplência. Além disso, o estabelecimento de sistemas de fiscalização eficientes e o uso de canais de comunicação para receber denúncias de trabalhadores ajudam na manutenção da ética e do respeito às normas trabalhistas.

Qual o posicionamento da Universidade no caso do trabalhador?

A Universidade Federal do Tocantins, por sua vez, com a responsabilidade de garantir a continuidade segura de suas obras, se colocou atenta ao desenvolvimento dos acontecimentos, aguardando uma resolução justa por parte da empresa terceirizada, reafirmando seu papel de monitorar a execução contratual em conformidade com os ditames legais.

Em síntese, o caso exposto serve como um convite à reflexão sobre a importância de uma gestão criteriosa e responsável das relações trabalhistas em projetos públicos, sublinhando a necessidade de proteção efetiva aos direitos do trabalhador. A atuação firme e justa de todos os envolvidos pode não apenas reparar danos, mas evitar que estes acontecimentos se tornem uma preocupação recorrente no futuro da construção civil.

Qual o posicionamento da Universidade no caso do trabalhador?
Campus da UFT em Palmas — Foto: Poliana Macedo/UFT.

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