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Obra de universidade federal chega a R$ 7,5 milhões após 10º aditivo e 5 anos de atraso

Por Livia Andrade
31/ago/2025
Em Geral
Obra de universidade federal chega a R$ 7,5 milhões após 10º aditivo e 5 anos de atraso

Obra do restaurante universitário. Foto: Divulgação/UFMS.

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A construção de um novo edifício na segunda unidade da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) na cidade de Três Lagoas teve seu prazo de conclusão estendido. Um recente aditivo ao contrato de construção aumentou em um mês o tempo destinado à finalização do bloco 9, conhecido como Edifício Multiúso, e da guarita associada. Este projeto teve início com um valor contratual em 2020 de R$ 5.820.346,31, mas atualmente já alcança a soma de R$ 7,5 milhões, refletindo o encarecimento das obras públicas nos últimos anos. O investimento inclui recursos oriundos tanto do orçamento federal quanto de fundos próprios da universidade, o que ressalta a importância estratégica da obra para a expansão da infraestrutura universitária local.

O contrato para esse empreendimento é gerido pela empresa Construtora Diniz LTDA, que também arca com despesas de mobilização e desmobilização de equipamentos. Originalmente estipulada para ser concluída em 2023, a obra coletou diversas extensões em seu cronograma. Esta recente alteração, que significa o décimo aditivo desde o início da construção, projeta o término para o final de dezembro de 2025. Até o momento, o contrato inclui além dos aditivos, três termos adicionais de ajuste. Segundo a UFMS, fiscalizações periódicas têm sido realizadas para garantir que os novos prazos sejam cumpridos, e ajustes de cronograma consideram não apenas atrasos operacionais, mas também imprevistos relacionados a fornecimento de materiais e mudanças regulatórias impostas ao longo dos anos.

Quais os impactos dos adiamentos na obra?

Adiamentos em obras públicas, como o que ocorreu na UFMS de Três Lagoas, podem produzir uma série de consequências para a comunidade local e para as finanças públicas. O aumento dos custos, além de pressionar os orçamentos governamentais, gera preocupações sobre a eficiência no uso dos recursos públicos. A comunidade universitária, por sua vez, enfrenta atrasos no acesso às novas instalações, o que pode comprometer programas acadêmicos e de pesquisa. Além disso, atrasos podem impactar diretamente o planejamento de matrículas, a abertura de novos cursos e iniciativas de pesquisa, dificultando a expansão das atividades previstas para a unidade.

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A transparência nos procedimentos e nas justificativas para estas extensões de prazos é crucial para manter a confiança da população no gerenciamento dos projetos públicos. Entender as razões precisas para tais adiamentos, seja por dificuldades na execução das tarefas ou imprevistos legais e logísticos, torna-se essencial para o planejamento futuro. Recentemente, a universidade criou um canal digital para atualizar a comunidade acadêmica e a sociedade civil sobre o andamento das obras e justificar eventuais mudanças de programação, buscando mitigar rumores e promover um clima de confiança em relação à gestão.

Quais os impactos dos adiamentos na obra?
Obra do restaurante universitário. Foto: Divulgação/UFMS.

Como a universidade está lidando com a alimentação dos estudantes?

No que concerne à alimentação dos estudantes, a UFMS de Três Lagoas estabeleceu um contrato significantemente vantajoso para assegurar que suas necessidades sejam atendidas. A empresa RKV Alimentos LTDA, vencedora da licitação, obteve a concessão para explorar os serviços de preparo e distribuição de refeições no restaurante universitário. Este contrato custa R$ 1,8 milhão e terá vigência até agosto de 2026, incluindo a manutenção das instalações e o fornecimento regular de refeições à comunidade acadêmica.

A concessão do espaço para a RKV Alimentos LTDA implica em uma exploração onerosa para a empresa, que deverá cobrir as despesas com o gerenciamento do restaurante. Porém, garantias de qualidade e eficiência são esperadas devido à regulamentação estrita que rege esses contratos—aspecto primordial na sustentação do bem-estar estudantil. Segundo relatos da própria UFMS, o serviço de alimentação tem passado por avaliações de satisfação frequentes e ações educativas visando melhorar a nutrição dos estudantes, além de garantir o acesso a refeições balanceadas a preços subsidiados.

Quais são as próximas etapas para a conclusão da obra na UFMS?

O término da construção do bloco 9 na UFMS de Três Lagoas requer um esforço coordenado entre a empresa Construtora Diniz LTDA e a administração universitária, respeitando o novo cronograma até dezembro de 2025. Fases finais poderão incluir a instalação de infraestrutura tecnológica e redes de comunicação necessárias para garantir que o edifício esteja apto a atender às demandas educacionais atuais. Monitorar a transparência e as finanças adequadamente durante estas etapas residuais é fundamental para evitar futuros adiamentos ou aumentos de custo.

Finalmente, a conclusão bem-sucedida deste projeto irá fortalecer a infraestrutura da universidade, proporcionando novos recursos que servirão não apenas aos alunos e professores, mas a toda a comunidade circundante. A atenção ao controle financeiro e à qualidade da construção é indispensável para conquistar a confiança pública e assegurar a responsabilidade no uso dos recursos financeiros investidos. Com as medidas corretas e fiscalização adequada, este edifício poderá simbolizar um avanço significativo para o ensino superior na região.

Perguntas frequentes

Por que a obra do bloco 9 na UFMS de Três Lagoas atrasou?
A obra sofreu sucessivos atrasos devido a fatores como dificuldades de fornecimento de materiais, ajustes regulatórios, clima adverso em alguns períodos e necessidade de aditivos contratuais para adequar o projeto às novas demandas e normas técnicas. O acompanhamento contínuo e a transparência foram aprimorados após críticas da comunidade.

Há fiscalização para garantir que os custos não aumentem ainda mais?
Sim, a UFMS informou que realiza fiscalizações regulares, contando com órgãos internos de controle e auditoria, além de prestar contas a órgãos federais de fiscalização de recursos públicos, como a CGU e o TCU.

O aumento de custos significa que a obra ficou mais sofisticada?
Parcialmente. Embora o valor inicial tenha sido superado devido a reajustes de preços e imprevistos, algumas melhorias no projeto foram implementadas, como adequação tecnológica e ampliação de áreas comuns, visando melhor atender a comunidade no novo edifício.

Os estudantes terão impacto no acesso a bolsas e espaços acadêmicos devido aos atrasos?
Enquanto o novo bloco não está pronto, a universidade garante a manutenção dos programas de bolsas e utiliza prédios já existentes para as atividades acadêmicas. Esforços estão sendo feitos para minimizar impactos negativos enquanto a infraestrutura definitiva não é entregue.

O restaurante universitário atende restrições alimentares e necessidades específicas?
Sim. Após pesquisas internas de satisfação e diálogo com o CAE (Conselho de Alimentação Escolar), a administração e a empresa contratada vêm ampliando o cardápio para contemplar vegetarianos, veganos e pessoas com restrições alimentares, além de investir em educação nutricional.

Como a comunidade pode acompanhar o andamento das obras?
A UFMS disponibiliza atualizações periódicas no portal institucional e em canais próprios de comunicação, além de receber sugestões e dúvidas dos cidadãos por meio de ouvidoria específica para infraestrutura.

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