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Governo aprova mudanças no PIS/Pasep para economizar R$ 70 bilhões

Por Ingrid Campos
22/jan/2025
Em Geral, News
Você pode receber 1 salário mínimo sem nunca ter contribuído ao INSS

Desenho da bandeira do brasil em cima de muito dinheiro - Créditos: depositphotos.com / rochu_2008

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A aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 54/2024 pelo Senado Federal traz à tona um conjunto de medidas voltadas para a contenção das despesas obrigatórias do governo brasileiro. Entre as mudanças mais destacadas estão a revisão dos critérios para o abono salarial do PIS/Pasep e as limitações impostas aos supersalários no serviço público. Com estas medidas, o Congresso Nacional busca economizar substanciais R$ 70 bilhões nos próximos dois anos.

Votada em dois turnos, a PEC recebeu um forte apoio dos senadores, o que reflete a urgência em endereçar as necessidades fiscais do país. As alterações no texto ocorreram durante sua tramitação, como a exclusão de um ponto que permitia a aplicação de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) na aquisição de merenda escolar. Essa adaptação sublinha a importância de um controle mais rigoroso sobre como os fundos públicos são utilizados.

Quais são as mudanças no abono salarial do PIS/Pasep?

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Um dos elementos centrais da PEC 54/2024 é a transformação nas regras de concessão do abono salarial do PIS/Pasep. As novas diretrizes preveem que, a partir de 2026, o benefício será atualizado apenas pelo índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Esta mudança significa que não haverá incorporações de aumentos reais do salário mínimo ao abono. Além disso, o teto de renda para receber o benefício será gradualmente reduzido até alcançar um salário mínimo e meio em 2035, reduzindo assim o conjunto de trabalhadores elegíveis.

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Qual o impacto das alterações no Fundeb?

As modificações no Fundeb visam garantir que os recursos sejam direcionados eficientemente para a educação básica. Inicialmente, a proposta era destinar até 20% da complementação da União para fomentar matrículas em tempo integral. Contudo, a versão final do texto ajusta esse percentual para 10% em 2025, com uma exigência de no mínimo 4% nos anos subsequentes, alinhando-se ao Plano Nacional de Educação. Além disso, ideias de utilizar esses recursos para outros programas como a merenda escolar foram removidas, priorizando-se a infraestrutura educacional e a remuneração dos professores.

Como a PEC 54/2024 aborda os supersalários?

Os supersalários no serviço público foram um tema delicado abordado pela PEC. O texto final determina que as regras para verbas que podem ser excluídas do teto remuneratório sejam decididas por lei ordinária, o que facilita a criação de exceções na remuneração dos servidores. O teto atualmente estabelecido no valor do subsídio dos ministros do Supremo Tribunal Federal, em R$ 44 mil mensais, será mais dificilmente atingido por salários exorbitantes apontando para um controle mais eficiente.

Desvinculação das Receitas da União e limitações orçamentárias

A Desvinculação das Receitas da União (DRU) foi estendida até 2032, permitindo ao governo federal maior flexibilidade sobre 20% dos tributos federais. Apesar disso, algumas receitas estão isentas dessa desvinculação, como os recursos do Fundo Social do Pré-Sal e os direcionados à educação e saúde oriundos da exploração de petróleo. Para assegurar o cumprimento do arcabouço fiscal, o Executivo está autorizado a restringir despesas com subsídios, além de uma futura regulamentação que definirá regras para concessão e ampliação de incentivos fiscais.

Com todas estas medidas, a PEC 54/2024 visa criar um cenário fiscal mais estável, afetando diretamente programas sociais e a remuneração de servidores. A expectativa é de que o controle aumentado sobre despesas obrigatórias permitirá maior espaço para investimentos, trazendo benefícios de longo prazo para a economia nacional.

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