• Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
terça-feira, 14 de abril de 2026
Terra Brasil Notícias
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Conecte-se
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
Terra Brasil Notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Início Economia

Shein rebate varejistas nacionais e diz que 88% dos clientes são das classes C, D e E

Por Terra Brasil Notícias
23/maio/2024
Em Economia, Governo
Foto: Shein

Foto: Shein

EnviarEnviarCompartilharCompartilhar

Fim da isenção para compras de até US$ 50 está prestes a ser votado no Congresso

A Shein contesta a informação, citando uma pesquisa que indicaria o contrário, intensificando o debate sobre o chamado “imposto da blusinha”, visto por ambos os lados da disputa como uma questão de justiça tributária. À coluna, Felipe Feistler, responsável pela operação da Shein no Brasil, mencionou que uma pesquisa da Ipsos revela que 88% dos seus clientes pertencem às classes C, D e E, sendo que as classes D e E representariam metade da clientela da Shein. Os dados são do primeiro trimestre do ano e foram encomendados pela própria plataforma ao Ipsos.

— Em um momento em que está em jogo o poder de acesso e compra dos brasileiros a produtos internacionais de qualidade e acessíveis, a pesquisa mostra o verdadeiro retrato dos consumidores da plataforma e aponta que apenas 11% dos consumidores pertencem às classes A e B — disse Feistler, acrescentando que a isenção para compras até US$ 50 é “uma ferramenta no empoderamento do consumidor.”

Na semana passada, Anna Beatriz Lima, responsável pela área de relações governamentais da Shein, usou argumento semelhante em entrevista à coluna:

Leia Também

Projeção da inflação sobe e economistas alertam para IPCA acima do teto da meta

Preço do petróleo dispara após anúncio dos EUA sobre bloqueio no Estreito de Ormuz

Receita Federal faz alerta urgente que pode afetar milhões no Imposto de Renda 2026

— Para as classes A e B, que viajam para o exterior, há a isenção de US$ 1,5 mil, incluindo free shop. Já a classe C não pode comprar uma blusinha isenta?

A declaração gerou reação entre o empresariado local. Também à coluna, o CEO da Renner, Fábio Faccio, rebateu os argumentos da Shein:

— Essa é uma narrativa falsa. Um estudo da Nielsen mostrou que 60% dos consumidores da Shein são das classes A e B. A isenção de US$ 1,5 mil poderia sim ser menor. Mas estamos falando de R$ 2 bilhões em gastos com duty free contra R$ 50 bilhões. É outra ordem de grandeza. Sem contar que não existe isenção para produtos da cesta básica, por que deveria haver para “blusinha importada”?

Ontem, o presidente da Câmara disse em Brasília que uma pesquisa da FSB indicava que “quase 60% dos consumidores” das plataformas estrangeiras de e-commerce são das classes A e B. Ele fazia referência a um levantamento feito pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) com o IPRI, instituto de pesquisas da FSB Holding, segundo o qual apenas 18% da população com renda de até dois salários mínimos fez compras online internacionais com isenção de até US$ 50. Entre os brasileiros com renda acima de cinco salários, o percentual sobe para 41%.

A CNI e outras confederações — como as do comércio, da agricultura e dos trabalhadores dos setores de comércio e serviços — afirmam que a isenção de imposto tem impacto negativo sobre a economia.

“Ao perder vendas para essas importações menos tributadas, a indústria e o comércio nacionais deixam de empregar 226 mil pessoas”, alega a CNI em nota, acrescentando que o impacto é maior entre profissionais que ganham menos e entre as mulheres. “Mais de 80% das pessoas empregadas nos setores mais afetados pela isenção da tributação recebem até dois salários mínimos. As mulheres respondem por 65% do emprego nesses setores, ante a média nacional de 40%.”

A proposta de retomada do imposto para compras internacionais de até US$ 50 foi incluída pelo deputado federal Atila Lira (PP-PI) como um “jabuti” no relatório do Programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover) — que, por definição, nada tem a ver com e-commerce de importados.

EnviarCompartilharTweet93Compartilhar148
ANTERIOR

Sindicatos acusam Lula, que era sindicalista, de tolher direito de greve

PRÓXIMO

Luana Piovani confessa hábito diário de fumar maconha: “A primeira coisa que eu faço no dia”

grupo whatsapp

© 2023 Terra Brasil Notícias

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
  • Conecte-se